Vancouver, Canadá: dicas do que você não pode deixar de fazer lá + dica de hospedagem BBB

Vancouver é uma das cidades mais lindas que já visitei na vida. Tem montanha, tem praia, tem neve, tem construções históricas, tem prédios modernos, tem arte na rua, tem parques incríveis… Eu já era apaixonada por Vancouver muito antes de conhecê-la. Assistia ao reality de reforma e decoração de casas “Ame-a ou deixe-a Vancouver” (Love it or List it Vancouver, que ainda passa hoje no Discovery Home and Health) e babava com as cenas que apareciam da cidade. Volta e meia, Vancouver figura na lista das melhores para se viver e, quando a gente chega lá entende o motivo. A cidade é fenomenalmente linda e deliciosa!

Nesse post vou dar dicas do que fazer e onde se hospedar em Vancouver.

Esse post dá continuidade a uma sequência de publicações sobre o nosso roteiro pelo Canadá e Estados Unidos.

No 15º dia da nossa viagem, acordamos no motorhome depois de pernoitar em frente ao Walmart de Delta, que fica em frente ao Tsawwassen Mills. Fizemos free camping ali porque precisávamos devolver o motorhome no dia seguinte na Cruise Canada, que também fica em Delta, cidade da Região Metropolitana de Vancouver.

Acordamos no estacionamento do Walmart, tomamos nosso último café da manhã no motorhome e fizemos as malas e uma faxina geral na nossa casa-carro para poder devolvê-la. Depois de entregar o motorhome, pegamos um táxi na Cruise America e seguimos para fazer check-in no YWCA Vancouver Downtown, onde ficaríamos hospedados pelos próximos quatro dias.

Hospedagem

Se hospedar em Vancouver não é barato. Dependendo da época do ano (e do valor do dólar), as diárias podem girar em torno de mil reais). Depois de pesquisar bastante, achamos que o  YWCA Vancouver Downtown seria uma boa opção. Bem localizado, bem avaliado, com preços bem mais acessíveis que os demais hotéis da região. Se gostar da ideia de ficar nele, é bom fazer a reserva com alguma antecedência, pois ele costuma lotar rápido.

Escolhemos o quarto com duas camas de casal e banheiro privativo. O quarto e o banheiro são relativamente pequenos, mas depois de passar mais de 10 dias espremidos em um motorhome, vou dizer que tive a sensação de estar hospedada em um cinco estrelas. Da janela do quarto conseguíamos ver o BC Place, estádio de futebol que fica do outro lado da rua.

O hotel fica perto de tudo. Comércio de Downtown, restaurantes, região histórica da cidade, pontos do ônibus hop on hop off, orla de Vancouver… Íamos caminhando para quase todos os lugares. Para os lugares mais afastados (como a Capilano Bridge e a Grouse Mountain), há transporte gratuito partindo de Canada Place, que fica a 20 minutinhos de caminhada do hotel. Por esse motivo, decidimos não alugar carro nessa segunda etapa da viagem em Vancouver (nesse post, você pode ver que alugamos carro em Vancouver logo no início do nosso roteiro, pois ficaria mais barato que fazer os transfers do aeroporto para o hotel e depois do hotel para o local onde pegaríamos o nosso motorhome).

No comecinho desta mesma viagem, nos hospedamos em outro hotel em Vancouver, o  Century Plaza Hotel & Spa, também localizado em Downtown, e sobre o qual falamos nesse post aqui: Vancouver com crianças: chegada à cidade, transporte do aeroporto até Downtown e hospedagem no centro.

O que fazer em Vancouver

Capilano Bridge

O Capilano Suspension Bridge Park é uma das atrações mais populares de Vancouver. A ponte suspensa Capilano, que tem 137 metros de extensão, fica a 70 metros de altura do chão, por onde passa o rio Capilano, e é a atração mais famosa do parque. No entanto, o parque não é só a ponte Capilano (que por si só já é sensacional). Lá tem muitas outras atividades bacanas para fazer. O lugar é repleto de pontes e passarelas que conectam árvores bem altas e dão um clima de aventura ao passeio (Treetops Adventure e Cliffwalk), exposições que contam a história do parque e de Vancouver (Story Center), totens indígenas em referência aos primeiros moradores da região (Kia’Palano), sessões de educação ambiental com aves de rapina (Raptors Ridge), passeios guiados gratuitos e a própria natureza exuberante que circunda o lugar. Na temporada de Natal, o parque se ilumina inteiro e conta com uma programação especial natalina (saiba mais aqui).

 

A Isabela ficou encantada com o parque e o tempo todo falava que ela era uma aventureira, exploradora, que ia desbravar o mundo.

O passeio leva mais ou menos duas horas e meia e dá para fazê-lo em um turno, deixando a Grouse Mountain, que fica na mesma região da cidade, para fazer no restante do dia (inclusive existem shuttles gratuitos que conectam as duas atrações).

Para chegar até a Capilano Bridge, há um serviço de shuttle gratuito que parte de Downtown Vancouver. Neste link você encontra os horários e locais onde esse serviço é oferecido. Nós pegamos o ônibus no Canada Place e foi muito tranquilo o trajeto até lá.

Como íamos passar esse dia inteiro passeando, levamos o carrinho de bebê, mas lá no Capilano Park não dá para usar o carrinho dentro das atrações. Assim, é necessário deixar o carrinho em um espaço específico antes da ponte Capilano para poder circular à vontade entre as demais pontes e passarelas. Atenção! Por questão de segurança, os bebês devem ser carregados no colo dos pais abaixo do nível do parapeito da ponte e das passarelas.

 

Drones e self-sticks não são permitidos lá. Muitas atrações do parque infelizmente não possuem acessibilidade para cadeirantes. No caso, a entrada de visitantes que usem cadeira de rodas ou muletas é gratuito.

O parque possui wi-fi grátis, restaurante, café, sorveteria, lanchonete e lojinha de souvenires.

Caso você chova no dia da sua visita, eles distribuem gratuitamente capas de chuva biodegradáveis no Guests Services.

Tour Hop-on Hop-off

Assim como nas grandes cidades turísticas, Vancouver também conta com serviços de city tour no esquema hop-on hop-off. Para quem nunca ouviu falar, esse tipo de tour permite que você embarque e desembarque no ônibus de passeio em qualquer um dos pontos turísticos incluídos no roteiro. Assim, você pode descer do veículo para conhecer o atrativo e reembarcar assim que desejar e no ponto que desejar. Ao longo do passeio, o turista ouve uma gravação ou um guia falando ao vivo sobre a cidade.

No passeio organizado pela Westcoast Sightseeing existem as duas possibilidades, em dois tipos de veículos diferentes. Um dos tipos de veículo é o ônibus com teto retrátil transparente. Em dias de chuva, o topo do ônibus fica fechado com um teto transparente, o que não atrapalha tanto a vista de quem faz o tour. Nos dias ensolarados, o teto do ônibus segue aberto. Nesses veículos, as informações turísticas são gravadas e estão disponíveis nos seguintes idiomas: inglês, francês, espanhol, alemão, coreano, japonês e mandarim. Não esqueça de levar seus fones de ouvido! A outra opção de veículo são trolleys no estilo dos bondinhos de São Francisco, mas adaptados para funcionar sobre rodas. Nos trolleys, as informações turísticas são passadas ao vivo pelo motorista.

Para saber quando o próximo ônibus passará no ponto em que você está aguardando, a empresa disponibiliza um mapa interativo que é atualizado ao vivo. Assim, você pode acompanhar pelo seu celular, sem correr o risco de perder o ônibus ou de ter que esperar demais. No verão, a frequência dos ônibus é a cada 20 minutos. No inverno, os ônibus passam a cada 60 minutos. Os principais destinos turísticos da cidade estão incluídos no roteiro do tour, que você confere neste link.

O Dual Pass dá a opção de fazer a rota dos parques ou a rota da cidade e você pode mesclar as duas rotas de acordo com os seus interesses.

Todos os tours da West Coast Sightseeing requerem uma reserva. Para fazer isso, entre no site https://westcoastsightseeing.com/hop_on/sightseeing_pass/.

Particularmente, estando com duas crianças pequenas, gosto bastante de fazer tours assim, principalmente quando estou em cidades que ainda não conheço tão bem. Esse tipo de passeio permite que tenhamos uma boa ideia geral da cidade e, ao mesmo tempo, é menos cansativo, pois você segue sentado, descansado as pernas da rotina puxada nas viagens.

Nós usamos o ticket que valia por 24 horas e achamos que foi bem bacana. Aproveitamos esse dia para conhecer Granville Island, que é uma opção de passeio que fica um pouco mais afastada de downtown.

Passeio de bike pelo Stanley Park

O Stanley Park é um parque urbano de 404,9 hectares (maior que o Central Park, de Nova York) e fica localizado bem ao lado de Downtown Vancouver. O parque tem uma infinidade de atrativos, que vão desde praias, playgrounds, obras de arte, piscinas públicas, patinação no gelo, até aquário, academias e centros comunitários.

Vale destacar que o Stanley Park já foi eleito o melhor parque urbano do mundo (na lista dos melhores também está o nosso querido Ibira, aqui de SP). De lá, se tem vistas da cidade de Vancouver de tirar o fôlego.

Existem diversas formas de conhecer o parque. O tour hop on hop off, por exemplo, passa por dentro dele. Tem gente que vai de charrete, a pé, de carro… Nós passamos por dentro dele no ônibus hop on hop off, mas depois decidimos voltar lá de bike, que acabou sendo uma forma divertidíssima de curtir uma manhã no parque. Para isso, pegamos bicicletas alugadas na Spokes Bicycle Rentals, uma loja de aluguel de bicicletas que fica bem na entrada do parque, no endereço 1798 W Georgia Street.

Na Spokes, você encontra uma variedade enorme de bicicletas, desde modelos mais vintage, até modelos mais esportivos. Bicicletas duplas, bicicletas para crianças, reboque, bike trailer, cadeirinha para bebês (confira aqui as opções para quem vai com crianças pequenas)… Lá tem bicicleta para todos os tipos e gostos. Quando você aluga a bike, isso já inclui o capacete e eles entregam um mapa com o percurso de bike mais usado para fazer o giro completo no parque.

Nós escolhemos duas bicicletas de adulto com um bike trailer com capacidade para duas crianças pequenas. A Bela e o Pipo seguiram juntinhos (coisa mais fofa do planeta) e protegidos do ventinho gelado que estava batendo lá.

O bike trailer tem um espaço grande atrás para guardar coisas. Para quem vai com crianças, sempre com mamadeira, trocador, roupinhas extras, o bolsinho lá é uma bênção.

Ah! Para chegar do nosso hotel até a Spokes, nós preferimos pegar um táxi. Dava para ir andando, mas a caminhada era longa, então preferimos economizar energia para a pedalada pelo parque. Sobre isso, vale destacar que o parque é bastante plano e são poucos os trechos com desnível. Nada que você não possa descer da bike e ir empurrando, caso a energia acabe.

No parque, nós curtimos muito o visual da cidade e os playgrounds. Almoçamos em uma das lanchonetes (sanduíches e fish and chips). Uma boa ideia é levar comes e bebes para fazer um piquenique lá. As crianças com certeza vão curtir muito o passeio!

Fly Over Canada

O Fly Over Canada é um simulador de voo no estilo do Soarin’ (do Epcot Center de Orlando). Nele, o visitante voa pelo Canadá de ponta a ponta, passando por diversas paisagens icônicas, sentindo o vento, o aroma, a temperatura, a água bater no rosto… A Bela simplesmente pirou de empolgação nessa experiência. Ficou super animada e falou que queria voltar lá todos os dias. Eu achei super emocionante. Teve hora que me deu vontade de chorar mesmo. É um “voo” lindo de morrer. Que país incrível é o Canadá!

A atração fica localizada em Canada Place e é  uma ótima opção de programa para os dias chuvosos (aqui vale destacar que Vancouver tem um clima bem parecido com Seattle, ou seja, costuma chover com frequência, o que dá à cidade o apelido de Raincouver).

É preciso ter uma altura mínima para ir na atração. Como o Felipe não tinha a altura, eu e o Gustavo revesamos. Entrei primeiro com a Bela e ele ficou do lado de fora, aguardando com o Felipe. Depois foi a vez de eu e Bela ficarmos com o Felipe, enquanto o papai ia na atração. O voo é relativamente rápido (a experiência completa leva em torno de 25 minutos), então o tempo passa rapidinho para quem fica do lado de fora esperando, até porque no Canada Place tem bastante coisa para fazer.

Achei que valeu super à pena a experiência. A música, as sensações, as imagens incríveis do país… Vimos até a aurora boreal e sobrevoamos as Cataratas do Niágara.

Quem compra ingressos antecipados pela internet, tem descontos: https://www.flyovercanada.com/hours-pricing/ .

Granville Island

Granville Island é uma península onde no passado funcionava uma área industrial de Vancouver, que passou por uma fase de degradação e foi, enfim, revitalizada com o intuito de se tornar um importante destino de lazer e turismo na cidade.

Hoje, o principal atrativo da “ilha” é o mercado público, com suas barracas coloridas de frutas, diversas opções de lugares para comer, lojinhas de lembranças, galerias de arte e lojas. O mercado conta inclusive com uma área destinada às crianças, o Kids Market, que tem várias lojinhas especialmente pensadas para o público infantil, brinquedão e área de arcade (como aqueles parquinhos que existem nos shoppings, com video games e brinquedos de parque).

Granville Island local é rico em história e cultura. Conta com verdadeiras galerias a céu aberto (eles até têm uma obra enorme dos brasileiros Os Gemeos), teatro, apresentações culturais e até uma escola de design.

Como é um atrativo um pouco mais afastado do hotel onde estávamos, aproveitamos que tínhamos transporte gratuito pelo ônibus hop on hop off e fomos até lá. Mas há quem vá também de ônibus, de barco, de carro, de bike… Confira esse link com informações sobre como chegar lá com cada meio de transporte: https://granvilleisland.com/hours-maps-getting-here .

Gastown

Podemos dizer que Gastown é uma espécie de centro histórico de Vancouver. É um dos primeiros bairros da cidade, basicamente onde tudo começou por lá. As construções antigas, as calçadas, os postes, tudo confere um charme especial ao passeio no lugar, que é cheinho de restaurantes, cafés de lojas.

Indo até lá, não deixe de conhecer o Steam Clock (relógio a vapor), que é um dos lugares mais visitados na cidade. Esse é um dos últimos relógios a vapor restantes no mundo, então vale a pena conhecer. A cada 15 minutos, o relógio apita e libera vapor, entretendo dezenas de turistas que ficam ali fazendo fotos e filmando. Ele fica na Water Street, altura do número 305.

Nós jantamos em Gastown, no The Old Spaghetti Factory, um restaurante de rede, que serve comida italiana e tem unidades espalhadas pelo Canadá e pelos Estados Unidos. Essa unidade de Vancouver tem um charme especial, com muitas peças de antiguidade espalhadas pelo restaurante. Eles têm um bom atendimento voltado para as crianças, com cardápio infantil, cadeirão e material para colorir.

No finalzinho da Water Street, tem uma Dollarama (a versão canadense da Dollar Tree, só que lá os preços variam de 1 a 4 dólares canadenses). Fica na W Hastings Street, 555. Lá, você pode comprar doces, chocolates, comida, coisas para a casa, brinquedos e bugigangas em geral por preços bem convidativos. Quando fomos, era época de Halloween e eles tinham vários itens com o tema. Inclusive, a Bela escolheu um Beanie Boo morceguinho que nunca vimos para vender no Brasil e custou 4 dólares (no Brasil, os Beanie Boos custavam em média 39 reais). Para ver as comprinhas que fizemos lá, checa a galeria de fotos acima.

Canada Place

O Canada Place foi construído para ser o Pavilhão do Canadá na Expo 86. Hoje, abriga o principal terminal de navios de cruzeiros de Vancouver (é de lá que saem muitos cruzeiros para o Alasca), um centro de exposições e espetáculos, um hotel, o World Trade Center e o Fly Over Canada, sobre o qual já falamos ali em cima.

Uma das coisas mais divertidas para se fazer lá é ficar observando o vai e vem de hidroaviões, que pousam na água, bem ali na frente. Inclusive, para os mais corajosos, há passeios turísticos de hidroaviões que sobrevoam Vancouver, Victoria e região. Saiba mais aqui: https://www.harbourair.com/tours/ .

Grouse Mountain

Como o próprio nome diz, Grouse Mountain é uma montanha que fica na região de North Vancouver. São diversas as opções de passeios e atividades que podem ser praticadas lá. Desde esqui e snowboard, em época de inverno, até tirolesa, shows e apresentações de educação ambiental. As atividades são variadas e dependem da estação do ano. Para entender melhor o que tem disponível na época da sua visita, veja este link: https://www.grousemountain.com/activities-guide .

A aventura já começa na subida até o topo da montanha, que é feita em um bondinho com vista panorâmica para a cidade de Vancouver. Infelizmente, não tivemos muita sorte com o tempo, que fechou bem rápido e pouco pudemos aproveitar lá em cima, pois boa parte das atrações foram canceladas em decorrência do mau tempo, inclusive o show dos lenhadores (Lumberjack show), que eu tanto queria ver. Não tem problema. Já tenho mais uma desculpa para voltar a Vancouver. Com o tempo fechado, só conseguimos almoçar lá (com uma vista incrível da cidade), tomar um chocolate quente, assistir a uma apresentação sobre as corujas da região e depois dar uma volta para conhecer o topo (no meio do fog, a Bela se divertiu muito, dizendo que estava andando no meio das nuvens).

Para chegarmos até lá, usamos o transfer gratuito que leva da Capilano Bridge até a Grouse Mountain. Para voltar para Vancouver, pegamos o shuttle gratuito, que leva até Canada Place, em Downtown.

No mais, como não conseguimos experimentar direito os atrativos, só posso dizer que só ouço falar muito bem de lá, e que eles têm, inclusive, o Certificado de Excelência do TripAdvisor. Ah! E que vejam a previsão do tempo antes de ir até lá, pois não dá para aproveitar muita coisa quando o tempo fecha.

 

___________________________________________________________________________

Agradecemos ao Capilano Suspension Bridge Park, ao Fly Over Canada, à Spokes Bicycle Rentals e ao Westcoast Sightseeing (Grayline) por terem gentilmente cedido os ingressos e as cortesias para que pudéssemos conhecer esses atrativos de Vancouver.

___________________________________________________________________________
Nesta aventura, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.
Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do nosso blog.

___________________________________________________________________________

Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!

___________________________________________________________________________

Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook Instagram.

___________________________________________________________________________

Já alugou o seu carro? Nós somos parceiros da RentCars. Nela, você consegue comparar os preços em mais de 100 locadoras de veículos, paga em reais (economizando 6,38% em IOF), paga parcelado e ainda tem melhor preço garantido. Se você alugar o seu carro usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.

Rentcars.com

___________________________________________________________________________

Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

 

Victoria, Canadá: o que fazer e onde ficar na capital da British Columbia

Esse post dá continuidade ao roteiro da nossa viagem de motorhome pelo Canadá e Estados Unidos. Hoje vamos falar sobre Victoria, a capital da British Columbia, no Canadá. Vamos dar dicas do que fazer lá e do camping super gracinha onde ficamos hospedados no motorhome.

Pipo e Bela se divertindo com a estátua de Emily Carr, pintora e escritora canadense, natural de Victoria
Pipo e Bela se divertindo com a estátua de Emily Carr, pintora e escritora canadense, natural de Victoria

Victoria é uma cidade linda, super graciosa, que fica localizada em Vancouver Island (Ilha de Vancouver), pertinho de Vancouver. Aqui vale destacar que Vancouver não fica na Ilha de Vancouver. É estranho mas é assim mesmo.  Vancouver fica na parte continental do Canadá. Para chegar em Victoria partindo de Vancouver ou de Seattle, é preciso pegar um ferry e atravessar ou o estreito da Georgia (pra quem vem de Vancouver), ou o estreito de Juan de Fuca (pra quem vem dos Estados Unidos). Nesse post nós contamos direitinho como é a travessia de ferry dos Estados Unidos (Port Angeles) para Victoria.

Victoria é uma cidade pequena (quase 86 mil habitantes), mas é linda de morrer (aliás, amamos cidades pequenas)! Super charmosa, com prédios históricos lindos, paisagens belíssimas, um dos jardins mais bonitos do mundo (os Butchart Gardens) e um dos Fisherman’s Wharfs mais charmosos que já vimos. Se for a Seattle ou Vancouver, vale muito a pena esticar até Victoria. Além de tudo o que a cidade tem a oferecer, a travessia de ferry também é super linda!

O que fazer em Victoria

The Butchart Gardens

The Butchart Gardens são uma das atrações mais famosas da cidade. Eles não ficam exatamente dentro de Victoria, mas ficam ali do ladinho, em Brentwood Bay. O atrativo existe há mais de cem anos e é muito famoso internacionalmente, atraindo centenas de milhares de visitantes todos os anos.

Família Pezinho na Estrada na entrada dos jardins de Butchart
Família Pezinho na Estrada na entrada dos jardins de Butchart

Há muito tempo eu sonhava em conhecer esses jardins. Desde que vi fotos de uma amiga neles, fiquei apaixonada por aquele lugar. Me emocionei bastante na nossa visita e fiquei maravilhada com tanta beleza. Parece um lugar mágico, quase surreal. Nem preciso dizer que cheguei a chorar de emoção lá, né? Sou dessas…

Tivemos a oportunidade de fazer o passeio acompanhados por Laura, uma funcionária do lugar, que explicou que a paisagem muda bastante no jardim ao longo do ano. As plantas vão sendo substituídas de acordo com a época do ano e, em cada período, o visitante tem a oportunidade de ver o jardim de um jeito diferente. No outono, as cores mudam, no inverno é possível até ver o jardim com neve… A cada época, novas cores e formatos proporcionam uma experiência nova e diferente para os visitantes. Na época de Natal, por exemplo, eles iluminam o jardim inteiro e o que já era incrível fica ainda mais mágico. Eles colocam até pista de patinação no gelo e realizam jantares festivos especiais. Dá só uma olhada nessas fotos para ver que coisa mais incrível

O local conta com espaços especiais para realização de eventos, inclusive festas de aniversário. Recentemente, uma das filhas do criador dos jardins instalou um carrossel indoor cheio de charme, que é um atrativo a mais para quem deseja realizar festas infantis por lá.

Lá eles têm algumas opções diferentes para quem quer comer: um restaurante mais formal, um informal com atmosfera bem familiar e uma cafeteria. Em temporadas especiais, outras atrações gastronômicas são acrescidas às opções de alimentação, tais como venda de cestas de piquenique gourmet, carrinhos de sorvete, de café, de pipoca e de churrasco.

O tempo de visita ao jardim varia bastante de acordo com o interesse de cada um, mas eles recomendam que você reserve pelo menos duas horas para o passeio. Particularmente, acho duas horas pouco tempo. Eu diria que os jardins merecem pelo menos um turno (manhã ou tarde) para serem bem desfrutados. Se for na época do Natal, vá à tarde e fique até a noite para poder ver os jardins iluminados.

Eles têm cinco grandes jardins temáticos: o Sunken Garden (que é o mais famoso, que geralmente aparece nas fotos promocionais do jardim), o Japanese Garden, o Italian Garden, o Rose Garden e o Mediterranean Garden. Além destes, outros atrativos como fontes, carrossel e cantinhos cheios de charme, banquinhos posicionados estrategicamente tomarão boa parte do seu tempo.

Os jardins são acessíveis para cadeiras de rodas e carrinhos de bebê (inclusive eles possuem alguns carrinhos para emprestar para os visitantes). Tudo é muito limpo, bonito e organizado. Eles têm até guarda-chuva para emprestar, caso o tempo feche. O estacionamento é gratuito e tem vagas enormes para quem está viajando de motorhome. O atendimento no Centro de Visitantes é super amigável e o atrativo é pet friendly (eles dispõem de um espaço para deixar os pets enquanto as pessoas fazem a visita).

Outra coisa que achei bem legal para os visitantes é que os jardins abrem o ano inteiro, inclusive em feriados. Para saber os horários de funcionamento, visite este link: https://www.butchartgardens.com/hours/ .

Royal British Columbia Museum

O Royal BC Museum fica bem ao lado do porto de Victoria, em uma região deliciosa de passear. Além das exposições itinerantes, o museu conta com galerias permanentes de história natural, história humana e história das primeiras nações.

Nos surpreendemos muito positivamente com o museu. Seus artefatos e ambientes remontam a história da British Columbia, desde seus primeiros habitantes, com muitos artefatos de nativos americanos, abordando em seguida as transformações da região com a chegada dos britânicos, chegando até os dias atuais.

Aspectos naturais, geográficos e geológicos da região da Columbia Britânica são abordados de forma interativa e muito bem esquematizada.

O museu conta com cinema IMAX, cafés, food trucks, loja de souvenir e até uma loja da National Geographic.

Para visitar o museu, estacionamos o motorhome nas proximidades do Miniature Museum (com parquímetro) e fomos caminhando até lá.

É um programa interessantíssimo, super educativo e imperdível em Victoria.

Miniature World

O Miniature World é uma espécie de mini-mundo indoor com mais de 85 exibições de cenários em miniatura. Chegamos lá achando que ia ser uma coisa divertida para os pequenos, mas até nós adultos curtimos bastante. Os pequenos então, nem se fala. Foi difícil conseguir tirá-los de lá. 

Muitas das maquetes são interativas e, por meio de botões, o visitante consegue apagar e acender luzes, “anoitecer” ou “amanhecer” um cenário, ativar trens, roda gigante, fazer o cenário se mover… É muuuito divertido. O Felipe e a Isabela ficavam correndo de um display para o outro para apertar os botões e descobrir o que ia acontecer.

Os temas dos displays variam bastante e vão desde cenários históricos, como guerras e reproduções de cidades antigas, até reproduções da “terra da fantasia”, como João e o Pé de Feijão e Camelot.

As crianças saíram de lá encantadas. Acho que é um passeio rápido, com ingressos relativamente baratos e que vale muito a pena. 

Fisherman’s Wharf

O Fisherman’s Wharf de Victoria é pequenininho e super charmoso, com várias casinhas coloridas e muito bem cuidadas. Aproveitamos o passeio até lá para jantar e descansar um pouco do dia puxado que tivemos. Só fique atento aos horários de funcionamento, pois fomos até lá na primeira noite e, quando chegamos, estava fechado. Tivemos que voltar no dia seguinte. 

Comemos em um restaurante mexicano, porque é sempre mais fácil de as crianças toparem um bom prato de feijão com arroz.

Pôr-do-sol e nascer da lua no Clover Point

Esse foi um daqueles lugares que descobrimos por acaso quando estávamos dando a nossa última volta de despedida de Victoria. A orla nessa região é super bonita e tem bastante gente caminhando, correndo, passeando com o cachorro… No ponto exato que eles chamam de Clover Point, os carros vão parando na hora do pôr-do-sol e as pessoas vão descendo para curtir o cenário. Tivemos a sorte de ser brindados com pôr-do-sol + nascer da lua ali, Belíssimo e inesquecível. Venta muito lá, então não esqueça de levar uma boa jaqueta.

Onde ficar em Victoria

Chegamos em Victoria sem ter reservado nenhum camping, então partimos em busca de um lugar para ficar por uma noite. Encontramos pelo Google o Salish Seaside RV Heaven, que tem vagas full hookup, banheiros com chuveiro, lavanderia, wi-fi grátis. 

Como chegamos à noite, fizemos um esquema de auto-check-in no camping. Isso basicamente consiste no seguinte: chegamos lá e não tinha ninguém para atender a gente, então entramos no camping, escolhemos alguma vaga livre, estacionamos o motorhome, pegamos um envelope que fica disponível em um display na recepção e ali dentro colocamos o dinheiro para pagar pela vaga (cerca de 40 dólares por uma vaga com full hookup, ou seja, com eletricidade, água e esgoto), escrevendo no envelope o número da vaga que escolhemos e a placa do motorhome. Depois, só precisamos deixar o envelope em uma caixinha da recepção. Mais fácil, impossível.

Quando acordamos no dia seguinte, pudemos ver melhor como o camping é lindo. De frente para a água, com uma vista linda direto da janela do motorhome.

Resumindo… 

Só para os leitores entenderem melhor como distribuímos o tempo em Victoria, vou fazer um resuminho desse um dia e meio que ficamos lá.

Quando chegamos em Victoria de ferry, o dia ainda estava claro, mas já era noite. Fomos direto para o Fisherman’s Wharf, mas já estava fechado, então demos uma volta de motorhome pela cidade e fomos procurar um camping para pernoitar.

No dia seguinte, fizemos assim: tomamos café da manhã no motorhome, passamos a manhã no Butchart Gardens (almoçamos lá), depois fomos ao Miniature World, British Columbia Museum, jantamos no Fisherman’s Wharf e vimos o pôr-do-sol + nascer na lua no Clover Point. Dali, partimos para a fila do ferry, onde pretendíamos passar a noite e pegar o primeiro ferry do dia seguinte para Vancouver (muita gente fala que faz free camping na fila do ferry), mas quando chegamos lá, vimos que o último ferry da noite para Vancouver estava saindo, então pegamos ele. Foi muito bom termos ido já à noite (mesmo perdendo a vista linda da viagem de ferry, já que estava tudo escuro), pois ficamos com mais tempo em Vancouver para fazer uma faxina geral no motorhome e organizar toda a nossa bagagem antes de devolver o motorhome na Cuise Canada. Em Vancouver (na verdade, uma cidade próxima chamada Delta), dormimos em frente ao Walmart que fica perto do Tsawwassen Mills (free camping).

___________________________________________________________________________

Na nossa viagem, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.

Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do  nosso blog.

___________________________________________________________________________

Agradecemos ao The Butchart Gardens, ao Royal BC Museum e ao Miniature World por terem gentilmente cedido os ingressos para que pudéssemos conhecer esses atrativos de Victoria.

___________________________________________________________________________

Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!

___________________________________________________________________________

Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook Instagram.

___________________________________________________________________________

Já alugou o seu carro? Nós somos parceiros da RentCars. Nela, você consegue comparar os preços em mais de 100 locadoras de veículos, paga em reais (economizando 6,38% em IOF), paga parcelado e ainda tem melhor preço garantido. Se você alugar o seu carro usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.

Rentcars.com

___________________________________________________________________________

Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

 

Dos Estados Unidos para o Canadá de ferry e de motorhome: como é a travessia de Port Angeles a Victoria

Depois de 4 dias incríveis em Seattle, era hora de voltar para o Canadá, onde ficaríamos mais uns dias em Victoria, depois em Vancouver e enfim voltaríamos para o Brasil, com uma paradinha em Toronto para conhecer as Cataratas. Saiba mais sobre o nosso roteiro completo pelos Estados Unidos e Canadá de motorhome neste link: https://pezinhonaestrada.com/2017/12/12/roteiro-pelo-canada-e-estados-unidos-de-motorhome-british-columbia-alberta-montana-idaho-e-washington-state/ .
Para voltar de Seattle para o Canadá, decidimos pegar o ferry que leva de Port Angeles, cidade que fica a umas três horas de Seattle, no estado de Washington, até Victoria, capital da British Columbia.
Essa linha do ferry é operada pela Black Ball Ferry Line e as tarifas para veículos estão detalhadas neste link: https://www.cohoferry.com/Fares .
A travessia dura 90 minutos e a quantidade de horários disponíveis por dia depende da época do ano. No verão, há pelo menos três horários disponíveis. No inverno, são dois horários.
No dia em que fizemos a travessia, nós perdemos o horário do ferry no qual tínhamos feito a reserva (12h45), então tivemos que esperar o ferry seguinte, que só partiria de Port Angeles às 17h15.

Se você for fazer esta travessia em alta estação, é recomendável fazer uma reserva antecipada para o seu veículo no site da Black Ball Ferry Line.

Se você estiver com tempo de sobra, no caminho de Seattle até Port Angeles há alguns locais interessantes para parada. Passamos por uma região indígena bem interessante e também nas proximidades de fazendas com campos de lavanda e da cidade de Forks (quem é fã da saga Crepúsculo, sabe bem o que isso significa).
Como perdemos o ferry, tivemos um tempinho para curtir Port Angeles.

Jamestown S'Klallam Tribe, em Washington State

Jamestown S’Klallam Tribe, em Washington State

Jamestown S'Klallam Tribe, em Washington State

Jamestown S’Klallam Tribe, em Washington State

Almoçamos na cidade e depois as crianças foram brincar em um playground na praia. Para os fãs de Crepúsculo, Port Angeles é a cidade maiorzinha onde Bella foi comprar vestido para o baile.

Local onde almoçamos, em Port Angeles.

Local onde almoçamos, em Port Angeles.

Tinha giz de cera e material para as crianças colorirem

Tinha giz de cera e material para as crianças colorirem

Cardápio do restaurante em Port Angeles

Cardápio do restaurante em Port Angeles

Cardápio do restaurante em Port Angeles

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

O ferry que conecta os Estados Unidos ao Canadá é muito limpo e organizado. Durante o percurso, quem está com veículo tem que sair do carro e subir para a área de passageiros. Tem restaurante e café a bordo e muitas áreas para sentar e apreciar a vista. A travessia é belíssima.

Motorhome devidamente estacionado no ferry

Motorhome devidamente estacionado no ferry

Ferry que faz a travessia Port Angeles (Estados Unidos) - Victoria (Canadá).

Ferry que faz a travessia Port Angeles (Estados Unidos) – Victoria (Canadá).

A Bela fazendo amigos no ferry

A Bela fazendo amigos no ferry

A travessia é linda

A travessia é linda

No ferry

No ferry

No ferry

Pôr-do-sol

Um pouquinho antes de chegar a Victoria, as pessoas que estão com carro precisam descer para o estacionamento dos veículos e esperar dentro do carro enquanto o ferry atraca, pois logo em seguida, os veículos já vão saindo, de forma bem dinâmica. O procedimento de imigração é realizado na saída do terminal de ferry, onde o oficial canadense da imigração pede os passaportes e vistos e faz aquelas perguntas de sempre nas fronteiras (para onde vamos, quantos somos, o que estamos trazendo no carro, quantos dias vamos ficar, esse tipo de informação)… Nem precisamos descer do motorhome.
O lado super positivo de termos perdido o ferry de meio-dia é que fomos brindados com um pôr-do-sol sensacional, apreciado de dentro do ferry. Momento inesquecível!
Enfim, estávamos em Victoria, capital da British Columbia, mas isso já é assunto para o próximo post.
___________________________________________________________________________
Nesta aventura, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.
Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do nosso blog.
___________________________________________________________________________
Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!
___________________________________________________________________________
Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook e Instagram.
___________________________________________________________________________
Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

Pegando o motorhome em Vancouver e iniciando a rota rumo às montanhas rochosas canadenses (de Vancouver a Kamloops)

Para quem está acompanhando o roteiro completo da nossa viagem pelo Canadá e Estados Unidos de motorhome, esse post é referente ao terceiro dia de viagem. Neste dia, nós acordamos em Vancouver, no Century Plaza Hotel & Spa. Tomamos café da manhã na Breka Bakery, na Davie Street, pertinho do hotel. [Falei sobre o hotel e o café no post anterior.] Em seguida, levamos o Felipe ao pronto-socorro do hospital que ficava ao lado do nosso hotel (mas esse assunto merece um post à parte). De lá, seguimos para o hotel, fizemos check-out e partimos para Delta, uma cidade que fica na região metropolitana de Vancouver, para buscar o nosso motorhome na Cruise Canada.

Só para dar uma noção da distância, a Cruise Canada fica a mais ou menos 30 km do hotel onde estávamos, em Downtown Vancouver.

Quando chegamos à Cruise Canada, descobrimos que precisávamos ter agendado horário para fazer a retirada do motorhome. Mas o dia estava tranquilo lá e eles nos atenderam mesmo sem agendamento e quase de imediato. O atendimento lá foi frio, mas eficiente.

Cruise Canada

Fomos buscar o motorhome com a nossa mini-van alugada

Preenchemos a papelada, recebemos diversas orientações, assistimos a um vídeo que explica como funciona tudo dentro do motorhome (vídeo disponível em inglês, holandês, alemão, francês, espanhol e dinamarquês) e fomos, enfim, levados ao nosso veículo. Inclusive, quem quiser assistir ao vídeo antes no Youtube, pode assistir em casa e lá, na hora, “economizar tempo” e falar que já viu o vídeo. Nós já tínhamos assistido em casa, mas preferimos ver lá na salinha deles mais uma vez para relembrar como as coisas funcionam.

Gustavo vendo o filme da Cruise Canada

No motorhome, um funcionário fez um “tour”, explicou como tudo funciona, tirou nossas dúvidas e enfim recebemos a chave do que seria nosso carro e casa pelos próximos dias.

É bom sempre dar uma conferida em tudo no veículo antes de sair. Quando estávamos colocando as crianças nas cadeirinhas, por exemplo, fomos desmontar a mesa para o bebê conforto do Felipe encaixar no sofá e a peça metálica que segura a perna da mesa estava enferrujada. Quando puxamos a mesa para cima, veio um pedaço da peça na nossa mão. Por sorte, ainda estávamos dentro da Cruise Canada e eles fizeram rapidinho o reparo, trocando a peça enferrujada por uma novinha.

Uma coisa que descobrimos lá e que achamos super bacana sobre esse mundo dos alugueis de motorhome foi o esquema de doações de coisas que sobram da viagem. Basicamente, as pessoas que estão devolvendo o motorhome na agência costumam deixar tudo o que sobrou da viagem (detergente, papel higiênico, água, sabão em pó, comida…) para as pessoas que estão iniciando uma nova viagem. Conhecemos um casal de holandeses ali que nos presenteou com uma bacia enorme cheia de coisas e uns 15 rolos de papel higiênico em um pacotão fechado (eles calcularam muito errado a quantidade de papel higiênico que iam precisar hahahahahah). Ganhamos sal, pimenta, café, sabão líquido para roupas, detergente, um montão de coisas… Isso já ajudou a economizar bastante na nossa primeira compra lá.

E os demais viajantes, conforme vão chegando, vão deixando suas doações lá em um cantinho e quem tiver interesse, é só pegar e levar. Nós mesmos, quando voltamos da nossa viagem, deixamos um bastante de coisa de doação.

Pipo no bebê conforto

Bela no assento de elevação

Quando recebemos o motorhome, passamos toda a bagagem que estava no nosso carro alugado para o motorhome e fomos juntos, um veículo seguindo o outro até o aeroporto de Vancouver para devolver o nosso carro alugado (Sim! Estávamos com um carro alugado. Saiba mais sobre isso no post anterior).

Chegando ao aeroporto, eu fiquei no motorhome com as crianças, esperando em um posto de gasolina que fica próximo ao “Car Rental Return” do aeroporto, enquanto o Gustavo foi até a Avis para devolver o carro. Ele fez a devolução e voltou andando da Avis até o posto para encontrar conosco e seguirmos viagem. Foi tudo super tranquilo e esse “processo” não demorou mais do que 20 minutos. Para quem tem interesse em fazer um esquema semelhante, o posto onde ficamos aguardando fica neste endereço: 5111 Grant McConachie Way, Richmond, BC V7B 0A4.

De lá, fomos direto para o Walmart, para fazer umas comprinhas e abastecer a geladeira e a despensa do motorhome. O supermercado que fomos fica na 3585 Grandview Hwy, Vancouver, BC V5M 2G7. Dali, pegamos a estrada rumo a Kamloops, cidade onde pretendíamos fazer o primeiro pernoite.

Walmart em Vancouver.

Walmart em Vancouver. Quanta coisa de hockey!

Walmart em Vancouver. Quanta coisa de hockey!

No caminho, nós paramos na cidade de Hope para jantar. O lugar é uma graça, em meio às montanhas. Comemos no Olympic Flame, um restaurante grego bem gostoso. A comida estava saborosa e o atendimento foi muito caloroso e simpático com as crianças, que ganharam material para colorir e giz de cera.

Restaurante grego, em Hope

Restaurante grego, em Hope

Depois, pegamos a estrada até Kamloops, ponto que escolhemos para “quebrar” o longo percurso de Vancouver até Jasper, nas montanhas rochosas canadenses. Em Kamloops, dormimos em um ponto de descanso para caminhões e motorhomes, chamado Flying-J. Lá é tipo um posto de gasolina, com um restaurante Denny’s e um espaço de estacionamento bem grandão, pertinho da rodovia. Fizemos free-camping no estacionamento e foi tranquilíssimo. Só não foi mais tranquilo porque vez ou outra, durante a madrugada, passava um trem pelas proximidades que fazia uma barulheira e o motorhome vibrava. Parecia um terremoto. Rsrsrsrsrs. Fora isso, nos sentimos seguros e a localização, ao lado de um Denny’s e de uma loja de conveniência, foi bem prática. Vários outros motorhomes também faziam pernoite ali, ao nosso lado. O endereço desse posto é 175 Kokanee Way, Kamloops, BC.

Posto onde pernoitamos, em Kamloops

Posto onde pernoitamos, em Kamloops

Posto onde pernoitamos, em Kamloops

A bela dormindo no motorhome

Posto onde pernoitamos, em Kamloops. Nosso motorhome é o primeiro da direita.

No dia seguinte, acordamos, tomamos café da manhã no Denny’s do próprio posto e pegamos estrada rumo a Jasper.

Posto onde pernoitamos, em Kamloops

Café da manhã no Denny’s

Café da manhã no Denny’s

Café da manhã no Denny’s

Assim foi a nossa primeira noite dormida em um motorhome. Em breve, farei um post só para falar sobre o motorhome em si. O aluguel, os valores, o funcionamento da coisa toda…

Abastecendo o motorhome para pegar a estrada

___________________________________________________________________________

 

Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!

___________________________________________________________________________

Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook Instagram.

___________________________________________________________________________

Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

 

Vancouver com crianças: chegada à cidade, transporte do aeroporto até Downtown e hospedagem no centro

Dando continuidade ao relato do nosso roteiro pelo Canadá e Estados Unidos, hoje vamos detalhar um pouco da nossa experiência inicial em Vancouver. Depois, vou fazer um post separado com dicas sobre o que fazer na cidade e o segundo hotel onde nos hospedamos. É que essa parte da “diversão” em Vancouver, nós deixamos para os últimos dias do roteiro, depois de termos feito todas as outras cidades da nossa rota Canadá + Estados Unidos.

Nesse post, vamos falar sobre transporte em Vancouver, a forma como decidimos nos deslocar do aeroporto ao hotel e depois do hotel até o ponto de retirada do nosso motorhome, na cidade de Delta. Contaremos sobre o aluguel do carro no aeroporto e o que nos motivou a escolher essa forma de deslocamento. Também vamos dar uma dica de hospedagem bacana e econômica em Vancouver Downtown.

Só para ficar mais claro para quem não acompanhou nossas postagens desde o início, boa parte dessa viagem foi feita de motorhome, mas em Vancouver nós nos hospedamos em dois hotéis diferentes – um logo quando chegamos do Brasil e outro no final da viagem, quando fomos curtir e conhecer Vancouver durante alguns dias. O nosso voo foi São Paulo – Toronto – Vancouver, depois, na volta, Vancouver – Toronto (onde fizemos stopover) – São Paulo. Foi em Vancouver que pegamos e devolvemos o motorhome, na Cruise Canada.

Para quem está acompanhando o nosso roteiro completo, este é o dia 2 da nossa viagem.

No dia em que chegamos ao Canadá, depois de dois voos longos da Air Canada (um de quase 10 horas de São Paulo a Toronto e outro de pouco mais de 5 horas de Toronto a Vancouver), nós não fizemos muito planos. Reservamos esse dia para chegar de viagem, descansar no hotel, fazer umas comprinhas no centro da cidade (precisávamos comprar baterias para uma GoPro nova que seria usada na viagem) e ter uma ideia geral de Vancouver Downtown. No dia seguinte, pegaríamos o motorhome na Cruise Canada em torno do horário do almoço e começaríamos a nossa longa jornada pelo Canadá e Estados Unidos. Assim, não compensava encher esse primeiro dia de programação.

Aguardando o embarque em Guarulhos

Aguardando o embarque em Guarulhos.

Que bom que reservamos esse dia para descanso, pois a saída do nosso voo no Brasil atrasou bastante e perdemos a nossa conexão em Toronto. Acabamos chegando a Vancouver quase 5 horas mais tarde que o esperado. A previsão era chegarmos às 8h54 e chegamos lá às 14h04.

Aguardando o voo em Toronto

Aguardando o voo em Toronto.

Alugando um carro de última hora

Enquanto esperávamos o voo em São Paulo, no dia anterior, ficamos bem preocupados com a logística de transporte do aeroporto em Vancouver até o nosso hotel no centro da cidade.

É que quando estávamos saindo de casa em São Paulo, pedimos um Uber Bags e a nossa bagagem não coube dentro de um carro, pois o Uber que apareceu era um veículo Sedan. Terminamos tendo que chamar mais um Uber e dividimos a família em dois carros para irmos até Guarulhos. Éramos quatro pessoas, com malas grandes, um carrinho de bebê duplo e um bebê conforto, o que demandaria um carro bem espaçoso em Vancouver.

As crianças no carrinho duplo, enquanto aguardávamos embarque em Guarulhos. Esse carrinho é uma mão na roda.

As crianças no carrinho duplo, enquanto aguardávamos embarque em Guarulhos. Esse carrinho é uma mão na roda.

Ir de SkyTrain até Vancouver Downtown estava fora de cogitação, por causa das malas e das crianças pequenas. Pesquisei em alguns fóruns na internet e descobri que em Vancouver eles têm alguns táxis espaçosos, adaptados para cadeirantes, que dariam conta da nossa bagagem. Porém, as pessoas falavam que às vezes esses táxis demoravam um pouco para chegar. Como já estávamos cansados e a viagem ia durar bem mais que o planejado (àquela altura já sabíamos que perderíamos a conexão em Toronto e que tínhamos sido realocados em outro voo), decidimos alugar um carro grande no aeroporto de Vancouver.

Fiz então a reserva de última hora pelo site da Expedia na Avis, que era a locadora dentro do terminal do aeroporto com o preço mais em conta naquele momento. O preço foi camarada, talvez pelo fato de ter sido de última hora e eles terem o veículo lá sobrando.

Quando fizemos as contas, percebemos que alugar o carro só por um dia seria a opção mais cômoda e que em termos de economia, era uma opção de valor similar a andar de táxi pela cidade. Percebemos que o valor do aluguel de uma mini-van (carro enorme, que daria conta de toda a nossa bagagem com folga) + o valor do estacionamento do hotel, dava quase o valor do táxi do aeroporto até Vancouver Downtown e depois de Vancouver Downtown até a Cruise Canada, que fica na cidade de Delta, perto de Vancouver, onde pegaríamos o motorhome no dia seguinte. Só assim teríamos como ir buscar o motorhome de carro, passar toda a bagagem para o motorhome e depois sairmos juntos, cada um dirigindo um veículo, a caminho do aeroporto para devolver o carro na locadora e seguirmos juntos a viagem no motorhome.

Nossa bagagem muito bem acomodada no porta-malas do Dodge Grand Caravan.

Nossa bagagem muito bem acomodada no porta-malas do Dodge Grand Caravan.

O atendimento na Avis foi eficiente e rápido. O veículo alugado foi um Dodge Grand Caravan novinho e super confortável. Maravilhoso! Fiquei sonhando em ter um desses para mim. Nossa bagagem coube com folga no carro. As crianças adoraram todo o espaço que tinham dentro e as portas que abriam para o lado com o toque de um botão. Muito legal!

Depois de dois longos voos, a Bela continua toda animada, aguardando o carro na Avis do terminal do aeroporto em Vancouver.

Depois de dois longos voos, a Bela continua toda animada, aguardando o carro na Avis do terminal do aeroporto em Vancouver.

Para quem não conhece, esse veículo acomoda sete pessoas. Neste caso, com todos os assentos ocupados, o porta-malas fica pequeno. Mas quando os assentos da última fileira não estão sendo usados (nosso caso), é só rebater o banco traseiro e o porta-malas fica imenso!

Dodge Grand Caravan

Dodge Grand Caravan

O Dodge Grand Caravan é super confortável.

O Dodge Grand Caravan é super confortável.

Nós nunca alugamos GPS nas locadoras, pois sempre levamos o nosso próprio, que atualizamos com os mapas novinhos da América do Norte. Para navegação, também usamos bastante o celular, com o aplicativo Waze, que também dá uma noção do trânsito. O chip da Easysim4u funcionou direitinho, a partir do momento em que pisamos no Canadá. Bastou colocar o chip no celular, ativar o pacote de dados e começar a usar. Então já saímos do aeroporto com internet nos dois celulares, já que tínhamos um plano que permitia que um celular funcionasse como roteador para o outro.

Quanto às cadeirinhas para as crianças, também não alugamos, pois levamos o bebê-conforto do Felipe e o booster (assento de elevação) da Bela.

Dirigir em Vancouver foi muito tranquilo. As ruas são bem lisinhas, os motoristas são educados e o trânsito é tranquilo. Nos horários de pico, a coisa fica um pouco mais carregada, mas nada que não possa ser suportado. Se bem que nesse ponto não somos muito referência, pois estamos acostumados com o trânsito caótico de São Paulo.

Dirigindo pelas ruas de Vancouver.

Dirigindo pelas ruas de Vancouver.

Como se deslocar pela cidade

Mas vejam só, pessoal… A nossa escolha pelo aluguel do carro no primeiro dia foi só por causa de todos os motivos que expus para vocês ali em cima. Nos últimos dias da nossa viagem, nós ficamos em Vancouver “a pé”. O centro da cidade e a área mais turística são pequenos. Se você se hospedar em Downtown, dá para fazer boa parte das coisas a pé, de transporte público, de táxi, de bike ou de ônibus hop-on/hop-off. Os atrativos turísticos mais afastados, como a Capilano Suspension Bridge e a Grouse Mountain têm shuttle grátis partindo de Canada Place e da frente de alguns hotéis de Downtown. Então, dá para se virar perfeitamente bem sem carro. Infelizmente, quando estivemos lá, ainda não existia Uber na cidade e as negociações para liberarem o funcionamento do Uber estavam bem enroladas.

Assim sendo, se a sua dúvida é se Vancouver dá para ser bem visitada sem carro, SUPER DÁ! Aliás… É super gostoso caminhar pelas ruas da cidade e o transporte público dá conta do recado.

O primeiro hotel

O hotel onde nos hospedamos quando chegamos à cidade foi o Century Plaza Hotel & Spa, na Burrard Street. Gostamos muito do atendimento, da estrutura e da localização. Os quartos são um pouco antigos, mas tudo estava limpinho e organizado.

Quarto do Century Plaza Hotel & Spa.

Quarto do Century Plaza Hotel & Spa.

Os dois chegaram ao hotel assim. Derrubados.

Os dois chegaram ao hotel assim. Derrubados.

O nosso quarto era espaçoso, com duas camas de casal e tinha uma vista bonita para o centro da cidade. Pedimos um berço e eles colocaram. No quarto tinha sofá, tv de tela plana com muitos canais (inclusive canais infantis), telefone, mesa com cadeiras, cozinha completa com geladeira, fogão, microondas, pia e máquina de café. Banheiro espaçoso e limpinho.

Cozinha completinha.

Cozinha completinha.

O hotel tem wi-fi grátis, piscina coberta e aquecida, estacionamento (pago à parte – CAD 17 por dia), spa, salão de beleza, restaurante (o café da manhã não estava incluído), academia, bar.

A localização, na Burrard Street, é muito boa. Dá para ir caminhando para os principais pontos de Vancouver. O shuttle para a Capilano Bridge passa pertinho de lá. Muitos restaurantes e lojas no entorno.

Vista da janela no nosso quarto.

Vista da janela no nosso quarto.

Como o café da manhã não estava incluído no hotel, no dia seguinte tomamos café no Breka Bakey & Café, na Davie Street, que fica a dois blocos do hotel. Comida muito gostosa. Sanduíches no croissant deliciosos e caprichados, doces muito saborosos.

Primeiro rolê pelo centro

Quando chegamos de viagem, fizemos check-in, tomamos um banho e depois fomos caminhando do hotel até a Best Buy, que fica na Robson Street, pois precisávamos comprar baterias extras para a GoPro. São só 10 minutinhos de caminhada até lá. Essa rua é super movimentadas e repleta daquelas lojas que amamos. No mesmo prédio da Best Buy tem uma Winners, que é a TJMaxx/Ross do Canadá. De lá, passamos em um mercadinho para comprar água, uns comes e bebes e detergente para lavar os copinhos e mamadeiras do Felipe.

Depois das compras, fomos jantar em um restaurante indiano (quem acompanha o blog sabe que amamos comida indiana), que fica em cima de uma loja da grife Hermès. Ficamos com medo de subir até lá e os preços serem absurdos como os da loja que fica abaixo, mas o restaurante não tem nenhuma relação com a loja. Ufa! A comida no restaurante estava muito saborosa e o atendimento foi muito bom. O nome do lugar é Salam Bombay. Terminado o jantar, corremos para o hotel para dormir. Estávamos exaustos. Nessa época do ano, a diferença de fuso entre São Paulo e Vancouver é de 5 horas, então era como se estivéssemos acordados e batendo perna pelo mundo depois de uma hora da manhã.