Go kids go! 14 dicas para curtir um evento esportivo no estádio com crianças

Uma das coisas mais legais sobre viajar é poder vivenciar a cultura e os costumes do lugar visitado. Se você tem planos de visitar os Estados Unidos, encaixar uma partida esportiva no seu roteiro pode ser uma boa oportunidade para interagir com a comunidade local em um programa cheio de diversão. Esse tipo de passeio está entre os favoritos dos americanos, que são, em sua maioria, apaixonados por esportes e torcedores fervorosos dos times de suas regiões. Além disso, parar para ver um jogo é uma boa oportunidade para sentar umas horinhas e descansar as pernas, muitas vezes exaustas das caminhadas puxadas que muitas viagens demandam.

Isabela e Felipe na área infantil do Fenway Park, Boston

Antes de continuar esse post, queria dizer que esse texto foi publicado originalmente na Revista Viagens com Filhos. A revista pode ser baixada gratuitamente neste link e está cheinha de dicas super legais de mais de 30 famílias blogueiras viajantes. Confiram lá! Agora voltando às dicas…

Família Pezinho na Estrada no Century Link Field, Casa dos Seahawks2

Família Pezinho na Estrada no Century Link Field, Casa dos Seahawks

Mas dá para levar criança para o jogo?

Os estádios dos Estados Unidos são lindos, bem cuidados, organizados e possuem boa estrutura. Muitos inclusive possuem área infantil, playground, sessões especiais na arquibancada destinadas a famílias com crianças pequenas, banheiros com trocadores, entre outros mimos para os pequenos.

Isabela e Felipe na área infantil do Yankee Stadium, NY

Isabela e Felipe na área infantil do Yankee Stadium, NY

Já o evento em si, costuma ser um verdadeiro espetáculo, com muitas brincadeiras com a plateia, sorteios de brindes, câmera do beijo, homenagens aos veteranos de guerra, fogos de artifício, músicas da torcida, apresentações de cheerleaders. Telões gigantes de alta definição mostram detalhes das jogadas, replays e imagens da torcida. É um programa tão bacana, que até quem não gosta de esportes deve curtir a experiência.

Staples Center, casa dos Los Angeles Lakers

Staples Center, casa dos Los Angeles Lakers

E as crianças curtem? Sim! Muito! Elas cansam depois de um tempo? Talvez cansem, assim como o fazem em diversos outros tipos de atividade. Mas nada que uma voltinha pelo estádio ou um passeio para comprar um lanche não possam amenizar. Se o cansaço for grande, dá para dormir ali mesmo, no colinho dos pais.

A Bela, de cheerleader dos Green Bay Packers, no Lambeau Field

A Bela, de cheerleader dos Green Bay Packers, no Lambeau Field

Dicas para se dar bem no jogo

Honda Center, casa dos Anaheim Ducks

Honda Center, casa dos Anaheim Ducks

1) Dê preferência para algum dos esportes favoritos dos americanos, como baseball, futebol americano, hockey ou basquete. Para saber quais times o local que você está visitando tem, visite os sites das ligas esportivas. As principais são a MLB (Major League Baseball), a NFL (National Football League), a NBA (National Basketball Association) e a NHL (National Hockey League).

Família Pezinho na Estrada no Fenway Park, estádio dos Boston Red Sox

Família Pezinho na Estrada no Fenway Park, estádio dos Boston Red Sox

2) Se a cidade que você vai visitar não possui time nas ligas principais ou se não está na temporada do seu esporte favorito, não desanime. Muitas cidades têm times locais universitários ou mesmo de escola, cujos jogos são eventos bem animados e com ingressos a preços bem mais acessíveis que os das ligas principais.

3) Alguns times têm entrada gratuita para crianças de até três anos, outros cobram ingresso a partir do momento em que a criança atinge determinado comprimento e há até os que cobram ingressos para qualquer pessoa, mesmo que seja apenas um bebê. Para saber as regras no estádio que você pretende visitar, acesse o site do time.

Com o carrinho de bebê, no Yankee Stadium

Com o carrinho de bebê, no Yankee Stadium

4) Em determinados estádios, é possível entrar com carrinho de bebê. Outros (como todos os da NFL, por exemplo), não permitem. Sempre consulte as normas do estádio que você vai visitar.

Nessa foto do pós-jogo, o Gustavo está com uma das nossas NFL Tote Bags, bolsa transparente, de 30 cm x 30 cm. Observe que os outros torcedores carregam bolsas parecidas.

Nessa foto do pós-jogo, o Gustavo está com uma das nossas NFL Tote Bags, bolsa transparente, de 30 cm x 30 cm. Observe que os outros torcedores carregam bolsas parecidas.

5) Informe-se sobre o que pode ser levado junto com você ao estádio. Alguns lugares têm regras bem restritas quanto a isso. Os estádios da NFL até exigem que a sua bolsa seja transparente e tenha dimensões máximas bem específicas (30cm x 15cm x 30cm). Essas bolsas podem ser facilmente encontradas na internet para venda (procure NFL tote bag). Action cameras como a GoPro, laptops e tablets são itens proibidos na maioria dos estádios.

Mamadeira no estádio dos Seahawks

Mamadeira no estádio dos Seahawks

6) Agora que você já sabe o que pode ou não levar ao estádio, não esqueça das coisas mais básicas para as crianças. Mamadeiras, leite, fraldas, lenços umedecidos, e mesmo em dias que parecem mais quentes, vá preparado para o frio. A temperatura pode mudar bruscamente e no ambiente aberto do estádio, com vento, costuma ser mais fresquinho.

Isabela torcendo MUITO pelos Seattle Seahawks

Isabela torcendo MUITO pelos Seattle Seahawks

7) Se o jogo que você pretende assistir é mais disputado, compre os ingressos com antecedência, pois você pode acabar não conseguindo comprar ou tendo que comprar ingressos mais caros. Se não for um jogo tão concorrido, vale ir acompanhando os sites de venda de ingressos e esperar para tentar alguma barganha (isso se você tiver a frieza para esperar). Algumas pessoas até conseguem comprar os ingressos na hora, na porta do estádio, por preços mais acessíveis. Mas só faça isso se você não fizer tanta questão assim do jogo, pois se não der sorte, pode terminar não conseguindo entradas.

Pipoquinha no Honda Center, Anaheim

8) Além dos sites oficiais de vendas de ingressos, que geralmente têm link na página oficial de cada time, outros sites como o StubHub também disponibilizam ingressos para a venda. Esses são geralmente ingressos disponibilizados por torcedores que têm ingressos da temporada e que por algum motivo não assistirão àquele jogo específico. Vale à pena dar uma olhada nesses sites e tentar conseguir lugares melhores por um preço mais baixo.

Yankee Stadium, em Nova York

9) Para saber se os assentos que você pretende comprar são bons, com visão desobstruída e em boa localização, coloque no Google o nome do estádio e do setor e os números da fila e do assento (por exemplo: Fenway Park, Grandstand 24, row 11, seat 3, daí você terá acesso a uma foto feita no local ou em algum local próximo ao assento pretendido). Essas imagens são disponibilizadas por sites agrupam fotos feitas por torcedores das vistas que eles tiveram em seus assentos. “A View from my Seat”, “Seat Geek” e “Rate your Seat” são exemplos de sites assim.

Família Pezinho na Estrada no Century Link Field, Casa dos Seahawks

Família Pezinho na Estrada no Century Link Field, Casa dos Seahawks

10) Se quiser entrar no clima e virar um verdadeiro torcedor, vestindo roupas do time local, você pode economizar comprando camisetas no Walmart ou em algum TJMaxx da cidade. Muitas vezes essas lojas têm produtos licenciados pelo time e que custam bem menos que os que são vendidos dentro dos estádios.

A Bela curtindo o jogo dos Packers na chuva

A Bela curtindo o jogo dos Packers na chuva

11) Programe-se para chegar cedo ao estádio e informe-se sobre a melhor forma de transporte até lá. Os estacionamentos nos arredores dos estádios em dias de jogo geralmente custam uma fortuna (às vezes até mais que o valor do ingresso). Alguns times têm transporte gratuito partindo de pontos estratégicos da cidade. Outros têm transporte público disponível até os arredores do estádio. Planejando bem e com antecedência, você evita surpresas e gastos desnecessários.

Com as camisetas dos Lakers que ganhamos de brinde na entrada do jogo.

Com as camisetas dos Lakers que ganhamos de brinde na entrada do jogo.

12) Alguns jogos têm ações promocionais com distribuição de presentes para os primeiros torcedores que entrarem no estádio. Foi assim que ganhamos camisetas dos Los Angeles Lakers. Assim, se você chegar cedo, além de evitar se estressar à toa, ainda pode ganhar sair com alguma lembrança bacana da partida.

As crianças ganharam botons comemorativos por estarem visitando o Fenway Park pela primeira vez. Boston.

As crianças ganharam botons comemorativos por estarem visitando o Fenway Park pela primeira vez. Boston.

13) Fique atento às brincadeiras do telão e saiba sempre quais os números dos seus assentos. Muitos sorteios acontecem ao longo dos jogos e às vezes a premiação é válida para um assento específico, ou mesmo toda uma sessão ou fila do estádio.

Jogo dos Chicago Cubs, no Wrigley Field, em Chicago

14) Quando estiver no estádio, aproveite para viver a experiência completa. Hot dog, cerveja, pipoca… Essa é a oportunidade de se divertir, curtir a família e, por que não, de se sentir como se estivesse em um filme?

Gustavo, Isabela e Felipe na área infantil do Fenway Park, casa dos Boston Red Sox

Dica bônus – Um upgrade desses, bixo…

Na nossa última viagem aos Estados Unidos, em julho deste ano, compramos ingressos para assistir a uma partida de baseball dos Boston Red Sox, no Fenway Park. Com o dólar nas alturas, terminamos escolhendo assentos mais baratos, lá no fundão.

O mês era julho, estava muito quente, beirando 40 graus. Como o estádio é super antigo, o ar não circula muito bem ali naquela parte coberta, então estávamos quase derretendo de calor.

Do nada, veio um funcionário do estádio e perguntou quantas pessoas estavam conosco. Respondi que éramos quatro e ele falou: “Venham comigo”. Não entendi o que estava acontecendo. Pensei logo que ele podia estar nos confundindo com alguém, daí um torcedor que estava ao nosso lado falou: “Vão com ele! Vocês estão prestes a ganhar os melhores assentos!”

Nem acreditei. Catamos as mochilas, as crianças e partimos com o funcionário. Ele nos colocou em uma fileira cujos ingressos custam algo em torno de 400 dólares para cada pessoa, bem atrás do rebatedor. Foi incrível! Era como se fosse a primeira classe do estádio. Lá as cadeiras eram mais espaçosas e confortáveis, corria um vento fresquinho, tinha espaço para guardarmos nossas coisas, não precisávamos ficar levantando o tempo todo para dar passagem para os torcedores que queriam passar para comprar lanche ou ir ao banheiro porque a fileira era só para quatro pessoas (uma fileira inteirinha só nossa!). E a vista… Que vista! Foi uma das experiências mais incríveis que já tivemos em um jogo nos Estados Unidos.

Depois descobrimos que aqueles assentos ali atrás do rebatedor nunca devem ficar vazios por muito tempo, pois a televisão filma ali o tempo todo. Então quando alguma cadeira não foi vendida, ou o dono dela não vem ou vai embora antes do jogo acabar (sim, algumas pessoas têm cadeira cativa para toda a temporada), os funcionários escolhem pessoas do fundão para ocuparem aqueles lugares. Por sorte, nesse dia nós fomos brindados com esse presentão! Então a dica que dou é… Para aumentar a sua chance de ganhar um upgrade assim, opte por assentos que fiquem nas proximidades do rebatedor, mesmo que fiquem lá no fundão.

CenturyLink Field, estádio dos Seattle Seahawks

Hot dog no estádio dos Seahawks

Hot dog no estádio dos Seahawks

O Felipe na área infantil do Yankee Stadium

O Felipe embaixo de uma luva de baseball gigante, na área infantil do Yankee Stadium, no Bronx, NY

O Felipe embaixo de uma luva de baseball gigante, na área infantil do Yankee Stadium, no Bronx, NY

Isabela entrando na área infantil do Yankee Stadium, NY

Isabela entrando na área infantil do Yankee Stadium, NY

Isabela e Felipe na área infantil do Fenway Park, casa dos Boston Red Sox

Artista faz esculturas de bexiga na área infantil do Fenway Park, estádio dos Boston Red Sox

Artista faz esculturas de bexiga na área infantil do Fenway Park, estádio dos Boston Red Sox

Família Pezinho na Estrada no Yankee Stadium, Bronx, NY

Família Pezinho na Estrada no Yankee Stadium, Bronx, NY

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Dos Estados Unidos para o Canadá de ferry e de motorhome: como é a travessia de Port Angeles a Victoria

Depois de 4 dias incríveis em Seattle, era hora de voltar para o Canadá, onde ficaríamos mais uns dias em Victoria, depois em Vancouver e enfim voltaríamos para o Brasil, com uma paradinha em Toronto para conhecer as Cataratas. Saiba mais sobre o nosso roteiro completo pelos Estados Unidos e Canadá de motorhome neste link: https://pezinhonaestrada.com/2017/12/12/roteiro-pelo-canada-e-estados-unidos-de-motorhome-british-columbia-alberta-montana-idaho-e-washington-state/ .
Para voltar de Seattle para o Canadá, decidimos pegar o ferry que leva de Port Angeles, cidade que fica a umas três horas de Seattle, no estado de Washington, até Victoria, capital da British Columbia.
Essa linha do ferry é operada pela Black Ball Ferry Line e as tarifas para veículos estão detalhadas neste link: https://www.cohoferry.com/Fares .
A travessia dura 90 minutos e a quantidade de horários disponíveis por dia depende da época do ano. No verão, há pelo menos três horários disponíveis. No inverno, são dois horários.
No dia em que fizemos a travessia, nós perdemos o horário do ferry no qual tínhamos feito a reserva (12h45), então tivemos que esperar o ferry seguinte, que só partiria de Port Angeles às 17h15.

Se você for fazer esta travessia em alta estação, é recomendável fazer uma reserva antecipada para o seu veículo no site da Black Ball Ferry Line.

Se você estiver com tempo de sobra, no caminho de Seattle até Port Angeles há alguns locais interessantes para parada. Passamos por uma região indígena bem interessante e também nas proximidades de fazendas com campos de lavanda e da cidade de Forks (quem é fã da saga Crepúsculo, sabe bem o que isso significa).
Como perdemos o ferry, tivemos um tempinho para curtir Port Angeles.

Jamestown S'Klallam Tribe, em Washington State

Jamestown S’Klallam Tribe, em Washington State

Jamestown S'Klallam Tribe, em Washington State

Jamestown S’Klallam Tribe, em Washington State

Almoçamos na cidade e depois as crianças foram brincar em um playground na praia. Para os fãs de Crepúsculo, Port Angeles é a cidade maiorzinha onde Bella foi comprar vestido para o baile.

Local onde almoçamos, em Port Angeles.

Local onde almoçamos, em Port Angeles.

Tinha giz de cera e material para as crianças colorirem

Tinha giz de cera e material para as crianças colorirem

Cardápio do restaurante em Port Angeles

Cardápio do restaurante em Port Angeles

Cardápio do restaurante em Port Angeles

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

O ferry que conecta os Estados Unidos ao Canadá é muito limpo e organizado. Durante o percurso, quem está com veículo tem que sair do carro e subir para a área de passageiros. Tem restaurante e café a bordo e muitas áreas para sentar e apreciar a vista. A travessia é belíssima.

Motorhome devidamente estacionado no ferry

Motorhome devidamente estacionado no ferry

Ferry que faz a travessia Port Angeles (Estados Unidos) - Victoria (Canadá).

Ferry que faz a travessia Port Angeles (Estados Unidos) – Victoria (Canadá).

A Bela fazendo amigos no ferry

A Bela fazendo amigos no ferry

A travessia é linda

A travessia é linda

No ferry

No ferry

No ferry

Pôr-do-sol

Um pouquinho antes de chegar a Victoria, as pessoas que estão com carro precisam descer para o estacionamento dos veículos e esperar dentro do carro enquanto o ferry atraca, pois logo em seguida, os veículos já vão saindo, de forma bem dinâmica. O procedimento de imigração é realizado na saída do terminal de ferry, onde o oficial canadense da imigração pede os passaportes e vistos e faz aquelas perguntas de sempre nas fronteiras (para onde vamos, quantos somos, o que estamos trazendo no carro, quantos dias vamos ficar, esse tipo de informação)… Nem precisamos descer do motorhome.
O lado super positivo de termos perdido o ferry de meio-dia é que fomos brindados com um pôr-do-sol sensacional, apreciado de dentro do ferry. Momento inesquecível!
Enfim, estávamos em Victoria, capital da British Columbia, mas isso já é assunto para o próximo post.
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Nesta aventura, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.
Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do nosso blog.
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O que fazer em Seattle: dicas de passeios para curtir a cidade em 3 ou 4 dias

Pelo post anterior, já deu para vocês verem o quanto gostamos de Seattle. Nesse post, vamos dar dicas de passeios para fazer pela cidade.

Dividi os passeios em três partes: Seattle Waterfront, Seattle Center e outros passeios. Assim, facilita o planejamento do roteiro de vocês. Vale lembrar aqui que essas atrações ficam localizadas a uma pequena distância umas das outras, então dá para agrupá-las, fazendo um dia as que ficam na orla e no outro as que ficam no Seattle Center, por exemplo.

 

SEATTLE WATERFRONT

A orla de Seattle é uma graça e é uma delícia caminhar por ela. Os píeres ficam próximos uns dos outros e os principais atrativos ficam concentrados a uma pequena distância uns dos outros.

Há muitos bons restaurantes de frutos do mar, onde se pode provar caranguejos gigantes, lagostas, camarões e uma boa clam chowder (um tipo de creme/sopa de mariscos, bem tradicional nos Estados Unidos).

Orla de Seattle à noite

Muitos dos atrativos turísticos de Seattle ficam na Waterfront (orla). O aquário (Seattle Aquarium), a roda gigante (Seattle Great Wheel), os passeios de barco Argosy Cruises, o mercado público (Pike Place Market)…

Orla de Seattle à noite

Para visitar essa região, conseguimos estacionar o motorhome bem em frente ao aquário, na Alaskan Way, altura do número 1510. Lá tem um estacionamento coberto com elevadores para o Pike Place Market, mas deixamos na parte aberta (por causa da altura do motorhome), embaixo do viaduto. Paramos o estacionamento pelo aplicativo que é baixado no site paybyphone.com.

Seattle Aquarium

O Aquário de Seattle não é enorme como outros aquários americanos mais famosos, mas tem muitos atrativos para crianças. Possui uma boa variedade de espécies e uma área interativa bem bacana, onde as crianças podem tocar em alguns invertebrados como estrelas, ouriços, anêmonas e pepinos do mar.

Entrada do Seattle Aquarium

Entrada do Seattle Aquarium

Uma coisa bacana é que o aquário foca bastante na educação ambiental e nos ecossistemas de Puget Sound, o enorme estuário onde a cidade de Seattle está localizada, o que torna o passeio uma boa oportunidade para conhecer melhor a natureza daquela região.

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Além dos animais aquáticos, aves e mamíferos (focas e lontras) também fazem parte da exposição e encantam os pequenos.

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

O ingresso para visitar o Seattle Aquarium está incluído no Seattle CityPASS.

O Felipe e a Isabela amam aquários e ficaram super empolgados durante a visita. Nos vídeos que gravamos, é possível ouvir por diversas vezes os gritinhos do Felipe, que se empolgava bastante em cada sessão. Difícil era conseguir tirar ele de um ponto para levar para outro.

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

 

Seattle Great Wheel

A icônica roda gigante de Seattle fica no píer 57, bem ao lado do Aquário. O ingresso dá direito a três voltas completas na roda, o que deve levar em torno de 15 a 20 minutos. A vista que se tem de lá é linda! Fomos perto do pôr-do-sol e valeu super a pena.

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Vista do alto da Seattle Great Wheel

Vista do alto da Seattle Great Wheel

Pike Place Market

O Pike Place Market é um mercado público que foi inaugurado em 1907. Atualmente é um dos mais antigos Farmer’s Markets em funcionamento nos Estados Unidos. Ele é super charmoso e tem muitas lojas de lembranças e artesanato, restaurantes pequenos e familiares e diversas lojas onde produtores e pescadores locais vendem seus produtos. Só pelo colorido das flores, frutas e legumes, já valeria a visita. Mas some-se a isso os homens lançando peixes uns para os outros nas peixarias, temos um espetáculo.

Cores do Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

É no mercado que fica a primeira Starbucks, um dos pontos turísticos de Seattle.

Do alto do mercado, tem-se uma linda vista da Elliott Bay e da orla de Seattle.

Argosy Cruises

A Argosy Cruises é uma empresa que oferece diferentes tipos de passeios de barco pela cidade de Seattle. O Harbour Cruise, que é um passeio de uma hora de duração onde se pode ter vistas panorâmicas da skyline de Seattle e do estuário Puget Sound, está incluído no Seattle CityPASS.

O passeio é guiado. Nele dá para conhecer um pouco mais sobre a história de Seattle e se impressionar com as belezas da Elliott Bay e das cadeias de montanha que circundam Seattle (Olympic e Cascade).

Infelizmente nós não conseguimos fazer esse passeio de barco, pois como alguns sabem, o Felipe teve um probleminha de saúde nessa viagem, o que acabou atrasando um pouco a nossa programação. No entanto, conhecemos inúmeras pessoas que fizeram e recomendam este passeio.

Para conhecer todos os passeios que a Argosy Cruises oferece, clique aqui.

Jogo dos Seattle Seahawks ou dos Seattle Mariners

A pouco mais de 20 minutos de caminhada do Aquário, ficam os estádios de futebol americano (CenturyLink Field) e de baseball (Safeco Field) de Seattle. Quem nos acompanha aqui no blog sabe bem o quanto curtimos assistir a alguma partida esportiva  (seja futebol americano, basquete, baseball ou hockey) quando estamos nos Estados Unidos.  Já vimos jogos dos New York Yankees, Boston Red Sox, Chicago Cubs, Anaheim Ducks, Los Angeles Lakers, Green Bay Packers… Claro que não podíamos perder a oportunidade de conhecer o estádio que é conhecido por ser o mais barulhento da NFL, o CenturyLink Field, casa dos Seattle Seahawks.

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Comendo hotdog no jogo dos Seattle Seahawks

Comendo hotdog no jogo dos Seattle Seahawks

Torcendo muito no jogo dos Seattle Seahawks

Torcendo muito no jogo dos Seattle Seahawks

É uma experiência que, sem sombra de dúvida, vale muito a pena. Vimos os Seahawks ganharem lindamente dos Indianapolis Colts de 46 a 18. Daquelas experiências para guardar pra sempre na memória…

SEATTLE CENTER

Construído para a Expo 62, também conhecida como Century 21 Exposition, o Seattle Center é um complexo de lazer que reúne atrativos relacionados a arte, cultura, educação, turismo e entretenimento. O atrativo mais famoso do lugar é a própria Space Needle, que deve ser atualmente o mais famoso atrativo da cidade.

Seattle Center

Seattle Center

O monotrilho de Seattle (Seattle Center Monorail) foi construído para conectar o Seattle Center à região de downtown. Hoje ele é  um dos marcos históricos da cidade.

Seattle Center

Seattle Center

No Seattle Center ficam vários atrativos importantes da cidade, além da Space Needle: o Chihuly Garden and Glass, o Museum of Pop Culture, o Seattle Chindren’s Museum, o Pacific Science Center, entre outros.

Seattle Center

Seattle Center

Comendo hotdog no Seattle Center

Comendo hotdog no Seattle Center

Space Needle

Talvez a Space Needle seja um dos cartões postais mais caricatos de Seattle. Pelo menos, sempre que eu pensava em Seattle, pensava imediatamente nela. Aquela torre enorme com uma espécie de espaçonave no topo.

Na fila para o elevador, uma exposição interativa apresenta curiosidades sobre a Space Needle

Na fila para o elevador, uma exposição interativa apresenta curiosidades sobre a Space Needle

O Museum of Pop Culture, com a Space Needle ao fundo

O Museum of Pop Culture, com a Space Needle ao fundo

Vista do alto da Space Needle

Vista do alto da Space Needle

A subida até o topo da Space Needle é um passeio indicado para quem deseja ter uma vista panorâmica de toda a cidade de Seattle e arredores. De preferência, faça a subida em um dia de céu azul, para tirar o máximo proveito do visual dessa cidade linda!

Vista do alto da Space Needle

Vista do alto da Space Needle

O ingresso para subir na Space Needle está incluído no Seattle CityPASS, mas atenção: é necessário agendar o horário da subida lá na recepção da Space Needle!

A Bela ama esses telescópios onde colocamos uma moedinha para ver melhor a paisagem

A Bela ama esses telescópios onde colocamos uma moedinha para ver melhor a paisagem

Museum of Pop Culture (antes conhecido como Experience Music Project Museum)

O Museum of Pop Culture é super legal por dentro e por fora.

Por fora, aquela construção moderna, colorida, projetada por Frank Gehry,  que chama a atenção e se destaca na paisagem. Por dentro, tudo para deixar os fãs da cultura Pop de queixo caído. Cinema, música, esporte, videogame… Muitas exposições interativas, objetos que pertenceram a grandes ídolos da música e do cinema, artefatos que estiveram em filmes que marcaram nossas vidas…

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Na área da música, as crianças se divertem aprendendo a tocar diversos tipos de instrumentos musicais. Tem até salas para as pessoas tocarem juntas. Tudo feito de forma lúdica e interativa. A Bela pirou e não queria mais sair das salinhas da bateria e da guitarra.

Skates do filme De volta para o futuro, no Museum of Pop Culture

Skates do filme De volta para o futuro, no Museum of Pop Culture

O ingresso para conhecer o Museum of Pop Culture está incluído no Seattle CityPASS.

Do filme Tropas Estrelares

Do filme Tropas Estrelares

Como é um passeio 100% coberto, o museu é uma ótima opção de passeio para quando está chovendo na cidade. Foi o que fizemos no único dia que amanheceu meio “feio” em Seattle. Visitamos o Museu do Pop e o Chihuly Garden and Glass.

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Bem ao lado do museu, o Artists At Play, um playground gratuito com pegada bem artística encanta a criançada e deve ser um dos playgrounds mais bacanas que já vimos nos Estados Unidos. E olha que já fomos em muitos playgrounds incríveis por lá! Vale super a pena investir um tempo de qualidade em família nesse playground.

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Chihuly Garden and Glass

O Chihuly Garden and Glass foi um programa que me surpreendeu de forma muito positiva na cidade Seattle. A exposição reúne obras do artista Dale Chihuly, nascido em Tacoma, região metropolitana de Seattle.

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly é escultor de vidros e seu trabalho incrível me emocionou bastante. Não sei dizer o que aconteceu, mas o lugar me tocou de verdade e confesso que cheguei a chorar quando entrei no primeiro salão. Curtimos muito a exposição e a forma como ele mescla de forma tão harmoniosa o jardim de vidro ao jardim natural. O trabalho é belíssimo e muito original. Achei que valeu super a pena termos visitado.

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

O ingresso para conhecer a exposição está incluído no Seattle CityPASS. É uma boa opção de programa para dias mais chuvosos, embora uma parte da exposição esteja localizada em um jardim que fica na área externa.

Ride the Ducks of Seattle

Quando estiver batendo perna pela cidade de Seattle, sem dúvida você cruzará em algum momento com os “ducks” levando turistas para conhecerem a cidade em um citytour muito divertido. Os ducks são adaptações de veículos anfíbios que eram usados na Segunda Guerra Mundial (os DUKWs), o que significa que são veículos que transitam na terra e na água. E se é assim, o tour dos ducks inclui um passeio pela cidade e um pequeno cruzeiro pelo Lake Union.

Em frente a um dos Ducks of Seattle

Prontos para o passeio no duck. Observem o apito que faz som de pato pendurado no pescoço da Isabela

No Lake Union

No Lake Union

 

O grande diferencial desse tour é mesmo a diversão. Os guias são engraçadíssimos e os passeios têm até trilha sonora, “torcida organizada”, apitos que fazem som de pato… É muito animado e as crianças curtem bastante!

Todo mundo se diverte no duck

Nosso Duck dentro do Lake Union

A Isabela curtindo a vista no Lake Union

Como o passeio é guiado em inglês, eu diria que ele é bem melhor aproveitado por quem entende bem o idioma. Quem não fala inglês, vai perder boa parte da diversão, pois a narração do passeio é quase uma espécie de set de stand-up comedy. O nosso guia, o Capitão Chance O’Rayne (trocadilho com Risco de Chuva, já que estamos em Seattle)  era super talentoso, estudou artes cênicas na faculdade e é garantia de muitas risadas.

Nosso capitão Chance

Nosso capitão Chance

É bem interessante o momento em que o Duck sai da rua e entra na água. As crianças curtem bastante a ideia de um “carro que sabe nadar”.

Barco com uma banheira, no Lake Union

Barco com uma banheira, no Lake Union

Sem dúvida, curtimos muito o passeio Ride the Ducks of Seattle. Uma forma bem diferente e excêntrica de conhecer mais sobre a história, a atualidade e os pontos turísticos da cidade. Os passeios partem de um ponto super conveniente, bem ao lado do Seattle Center.

Ponto de onde saem os Duck Tours

O passeio é super recomendado.

O passeio é super recomendado.

OUTROS PASSEIOS

Além dos passeios que mencionamos nesse post, as pessoas falam muito bem do Museum of Flight, da Seattle Public Library e do Pacific Science Center, que ficaram para uma próxima visita nossa à cidade.

No entorno de Seattle, dois passeios que valem à pena são o das Snoqualmie Falls, sobre o qual já falamos nesse post: https://pezinhonaestrada.com/2018/06/11/roadtrip-na-i-90-onde-parar-na-estrada-de-idaho-washington-state-caminho-de-seattle/ e o Mount Ranier, que não chegamos a conhecer, mas que está cheinho de relatos interessantes de blogs pelo Google.

Seattle CityPASS

Seattle é uma das cidades americanas que conta com o passe CityPASS. Com o Seattle CityPASS, você tem o direito de visitar 5 atrações da cidade, economizando até 50% no que gastaria no valor total dos ingressos comprados separadamente. O Seattle CityPASS custa atualmente (agosto de 2018) 89 dólares para adultos (pessoas a partir de 13 anos) e 69 dólares para crianças de 5 a 12 anos. Se o seu filho tem menos de 5 anos, a entrada em algumas das atrações incluídas no passe é gratuita e em outras é paga, se acordo com a faixa etária (saiba mais aqui).

As atrações que estão incluídas no Seattle CityPASS são:
1 – Space Needle
2 – Seattle Aquarium
3 – Argosy Cruises Harbor Tour
4 – Museum of Pop Culture (MoPOP) OU Woodland Park Zoo
5 – Chihuly Garden and Glass OU Pacific Science Center

COMPRAS

Como toda boa cidade americana, Seattle também é um bom local para fazer compras. Dentro da cidade e/ou em seu entorno, conta com as lojas favoritas dos brasileiros, como Target, TJMaxx, Dollar Tree, Walmart e outlets próximos à cidade. No dia do jogo dos Seahawks, nós fomos ao The Outlet Collection Seattle e achamos bem bacana. Eles também têm um outlet da famosa rede Premium o Seattle Premium Outlets.

 

No próximo post vamos falar como fizemos para sair dos Estados Unidos e voltar para o Canadá de ferryboat, partindo de Seattle.

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Seattle: uma introdução + dicas para conhecê-la de motorhome (onde dormir, estacionar e tomar café da manhã)

Nesse post vamos falar um pouquinho sobre algumas das coisas que fazem a cidade se Seattle ser absolutamente especial e daremos algumas dicas para quem pretende ir até lá de motorhome (onde dormir, campings, free camping, onde tomar café da manhã perto dos campings e onde estacionar o carro para explorar a cidade).

Seattle é conhecida como Rain City (“Cidade da Chuva”) e também como The Emerald City (“A Cidade Esmeralda”). Gosto mais do segundo nome, pois Seattle teve a imensa consideração de nos brindar com dias lindos, de sol brilhando e céu azul. Nos dias que passamos lá, só pegamos um comecinho de manhã chuvoso, que logo se converteu em dia de céu de brigadeiro.

Seattle nos recebeu com céu azul.

Ficamos em Seattle praticamente 4 dias inteiros (chegamos no 9º dia de viagem e fomos embora no 13º) e achamos que foi um bom tempo para termos uma ideia da cidade. Se eu tivesse mais tempo lá, para ir além das principais atrações turísticas da cidade, teria ficado ainda mais feliz. Seattle é uma cidade muito gostosa. Tem tudo o que uma cidade grande americana tem, mas não é grandalhona. Dá para fazer um monte de coisa legal a pé e as principais atrações turísticas estão concentradas praticamente na mesma região.

As principais atrações de Seattle ficam concentradas no Seattle Center e na orla.

As principais atrações de Seattle ficam concentradas no Seattle Center e na orla.

Seattle está localizada em Puget Sound, uma região estuarina do estado de Washington. Isso faz com que a paisagem sempre esteja marcada por água e pontes, o que particularmente me agrada bastante.

Quem tiver muita sorte e pegar um dia com o céu bem limpo, vai ser brindado com uma vista linda do Monte Rainier por trás da cidade. Trata-se da maior montanha do estado de Washington, que passa a maior parte do tempo com o topo branquinho, coberto de neve e é um vulcão ativo. Sua última erupção foi em 1894.

Mount Rainier despontando por trás de Seattle. Foto: Victoegrigas – CC BY-SA 3.0

Seattle também é uma “pequenina” que impressiona por sua produção artística, tecnológica e intelectual. Com menos de 700 mil habitantes (3,5 milhões na região metropolitana), a cidade é sede de multinacionais como a Boeing, Microsoft, Amazon e Starbucks.

Na música, Seatlle é a cidade natal de nada menos que o melhor e maior guitarrista da história do rock, Jimi Hendrix. Bandas como Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains e Soundgarden levaram o grunge para o mundo. Não é à toa que o estilo grunge também é conhecido como som de Seattle. Esse estilo de rock alternativo surgiu na cidade no final da década de 1980 e ainda hoje influencia bandas de rock do mundo inteiro.

Seattle, Washington State

Seattle, Washington State

Também foi em Seattle que ficaram conhecidos grandes artistas do jazz, como Ray Charles (considerado um dos maiores gênios da música norte-americana), Quincy Jones e Ernestine Anderson. No hip hop, Seattle lançou nomes como Sir Mix-A-Lot e Macklemore (Thrift Shop tem mais de 1,2 bilhões de visualizações no Youtube). Ou seja, muito do que se escuta mundo afora está direta ou indiretamente ligado àquele cantinho da costa oeste americana.

Ah! Para os fãs de séries e cinema, é em Seattle que se passam as histórias de “Grey’s Anatomy”, “50 Tons de Cinza” e o absolutamente apaixonante “10 Coisas que eu Odeio em Você”.

Outra coisa muito legal de Seattle é que a cidade fica a pouco mais de duas horas de carro de Vancouver (Canadá) e tem acesso fácil a Victoria (capital da British Columbia) de ferry. Também saem de Seattle (e de Vancouver) muitos cruzeiros que vão para o Alasca. Então Seattle é uma cidade bem estratégica para servir de base para roteiros naquela região.

Se ainda não consegui te convencer a querer visitar Seattle, me acompanha nos próximos posts, que vou mostrar os lugares mais legais para visitar na cidade. É impossível não curtir muito esse lugar!

Seattle de motorhome

Na fase de planejamento desta viagem, uma coisa que me preocupou bastante foi como faríamos para visitar Seattle de motorhome. Afinal, dirigir em um cidade grande com um trambolhão não é a coisa mais prática do mundo. E quanto mais eu pesquisava, mais encontrava pessoas em fóruns falando que não se atreveriam a dirigir um motorhome dentro de Seattle.

Dirigindo o motorhome em Seattle

Continuei na pesquisa e descobri que a família do blog Felipe, o Pequeno Viajante, tinha visitado Seattle com motorhome, sim. Eles até deram uma dica preciosa de um local super bacana (e barato, se compararmos com o resto da cidade) para estacionar o motorhome bem ao lado da Space Needle e do burburinho turístico de Seattle.

Esse se tornou o nosso ponto favorito para parar o motorhome e desbravar a cidade (o lugar onde parávamos era na Taylor Avenue N, mais ou menos na altura do número 303, um pouco antes do Best Western), por trás do Ride the Ducks os Seattle e da Space Needle. Acho que o estacionamento ali custava 9 dólares e podia deixar o carro por um período de até 10 horas. O pagamento podia ser feito por um aplicativo que é baixado no site paybyphone.com. Também encontramos lugar fácil para estacionar na região do aquário e da roda gigante. Lá, nós deixamos o carro no Public Parking que fica na própria Alaskan Way, altura do número 1510. Lá tem um estacionamento coberto com elevadores para o Pike Place Market, mas deixamos na parte aberta (por causa da altura do motorhome), embaixo do viaduto.

Nossa vaga favorita, bem ao lado da Space Needle.

Nossa vaga favorita, bem ao lado da Space Needle.

Ou seja, com um pouquinho de paciência e sabendo dirigir bem, não vejo nenhum problema em circular de motorhome dentro de Seattle.

O único dia que decidimos deixar o motorhome em casa e ir para a cidade de Uber foi no dia do jogo dos Seattle Seahawks, pois estacionamento próximo a estádio em dia de jogo costuma ser muito caro e difícil de encontrar. Chegamos a tentar reservar uma vaga em frente ao estádio para participar da tailgate party, mas não encontramos vagas disponíveis que custassem preços pagáveis (rsrsrs). No post sobre o jogo vou explicar melhor o que é tailgate, quem sabe alguém um dia tem oportunidade de participar…

Onde pernoitar com o motorhome em Seattle

Com relação ao pernoite, dormimos em dois campings diferentes em Seattle. Os dois ficam fora da cidade, mas ambos dentro da região metropolitana e com acesso rápido e fácil para os principais pontos turísticos.

Uma coisa que vale destacar é que campings que ficam em regiões muito urbanas costumam ter as vagas bem mais apertadinhas que aqueles que ficam em parques nacionais. Então não estranhe se seu motorhome ficar encostadinho em outro e se você chegar no camping e não tiver uma mesa exclusiva para fazer suas refeições.

O primeiro camping que ficamos foi o Trailler Inns of Bellevue, que conta com vagas full hookup (com água encanada, rede de esgoto, eletricidade) e até cabos de TV para os motorhomes que têm a sorte de ter televisão. O camping tem piscina (só liberada para crianças acima de três anos que já tenham passado pelo desfralde), playground pequenininho (mas que quebra o galho) e banheiros limpinhos. Só não ficamos todos os dias nesse camping porque em um dos dias não tinha vaga. Ia rolar um show de rock na cidade e tinha muito motorhome circulando. Como não tínhamos feito reserva, tivemos que procurar outro camping para pernoitar na noite do show.

Trailler Inns of Bellevue

Playground do camping

Trailler Inns of Bellevue

Se você se hospedar na região de Bellevue como nós fizemos, um lugar legal para tomar café da manhã é o Lil’ Jon Restaurant, uma diner com estilo bem tradicional, que é operada pela mesma família há três gerações. Café da manhã delicinha.

Café da manhã no Lil’ Jon

Café da manhã no Lil’ Jon

Cardápio do Lil’ Jon

O outro camping onde nos hospedamos foi o Seattle/Tacoma KOA. A KOA (Kampgrounds of America) é uma rede com quase 500 campings espalhados em todo o território americano). Nessa unidade onde nos hospedamos, eles têm vagas com full hookup, tv a cabo, wi-fi, playgroung, piscina outdoor aquecida, sessões de cinema e de jogos dos Seattle Seahawks, área para pesca, aluguel de bicicletas, serviços de shuttle… É um camping bem estruturado e bem focado no segmento da família.

KOA Seattle/Tacoma

Playground no KOA Seattle/Tacoma

KOA Seattle/Tacoma

No dia que dormimos no KOA, tomamos café da manhã na charmosa cidadezinha de Kent, a 10 minutinhos de carro do camping. O lugar escolhido foi o Maggie’s on Meeker, que tem um jeito todo especial de lidar com as crianças. Amamos!

Panquecas no Maggie’s on Meeker

Café da manhã no Maggie’s on Meeker

Para quem procura free camping, uma dica da Claudia Rodrigues, do blog Felipe, o Pequeno Viajante, e que também vi em alguns fóruns pela internet é a ilhota Mercer Island, que fica entre Bellevue e Seattle. Falam que naquela região há a possibilidade de parar o motorhome na proximidade dos parques urbanos.

 

No próximo post vamos falar sobre as coisas que você não pode deixar de fazer em Seattle. Aguardem! =)

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Agradecemos aos parceiros do blog em Seattle: Visit Seattle, Seattle CityPASS e Ride the Ducks of Seattle pelo apoio à nossa viagem.

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Roadtrip na I-90: onde parar na estrada de Idaho a Washington State, a caminho de Seattle

No nosso 9º dia de viagem, saímos de Coeur d’Alene, no estado do Idaho, rumo a Seattle, em Washington State. Eram 500 quilômetros de estrada a serem percorridos de motorhome pela rodovia interestadual 90 (I-90). Como íamos cruzar quase todo o estado de Washington, de leste a oeste, levantamos alguns pontos interessantes e que não saíssem muito das proximidades da rodovia principal, assim podíamos parar, dar uma esticada nas pernas e conhecer ainda mais lugares lindos pelo caminho. Nesse post, damos as dicas de alguns lugares legais, que valem a parada a caminho de Seattle.

Sinalizamos os locais de parada no mapa abaixo.

Uma dica que damos é colocar no GPS sempre o endereço do próximo ponto de parada, para não passar batido por nenhum desses lugares.

Sprague Lake

O Sprague Lake fica a pouco mais de uma hora de Coeur d’Alene e é um lago muito bacana para quem curte pescar. Aliás, para quem viaja com este intuito, talvez possa até valer a pena pernoitar na região para aproveitar o lago.

Na nossa viagem, nós não paramos no Sprague Lake, pois saímos mais tarde do Idaho, encantados com o lago do camping e tínhamos outras prioridades de paradas ao longo da rodovia.

John Wayne Pioneer Trail

Para quem curte caminhar, pedalar ou cavalgar, a John Wayne Pionner Trail é uma rail trail (trilha que fica sobre uma ferrovia desativada), que abrange Washington State desde as encostas ocidentais das montanhas Cascade até a fronteira com o estado do Idaho. Possui 285 milhas de extensão (mais de 458 quilômetros). Também não chegamos a percorrer a trilha, mas se você ficou interessado,  pode encontrar mais informações neste link.

John Wayne Pioneer Trail no trecho do Keechelus Lake. Foto de: Gene Bisbee, CC BY 2.0

John Wayne Pioneer Trail no trecho do Keechelus Lake. Foto de: Gene Bisbee, CC BY 2.0

Parque Estadual da Floresta Petrificada Gingko, Wanapum Vista Point e Rio Columbia

Uma das paradas que consideramos imperdíveis ao longo dessa estrada é essa, pois os atrativos estão bem ao lado da rodovia e a vista que se tem nesse lugar é de tirar o fôlego. O Gingko Petrified Forest State Park fica na Wanapum Recreation Area, na cidadezinha de Vantage. Do Wanapum Vista Point, se consegue uma vista incrível do Rio Columbia.

Wanapum Vista Point

Wanapum Vista Point

O nome do parque se deve ao fato de terem descoberto madeira petrificada na região, na década de 1930. A floresta petrificada Ginkgo é um marco natural nacional registrado e é considerada uma das florestas fossilizadas mais incomuns do mundo.

Ginkgo Petrified Forest State Park

Carros estacionados em frente ao Wanapum Vista Point. Olha lá no nosso motorhome à esquerda.

Ginkgo Petrified Forest State Park

Para quem pretende pernoitar, o local conta com acampamento para tendas e motorhomes.

Ellensburg

Para quem gosta de cidadezinhas pequenas e charmosas, Ellensburg fica logo após a floresta petrificada e tem muitos antiquários e lojinhas de arte e artesanato. Não chegamos a parar nela, pois estávamos ansiosos para chegar às Snoqualmie Falls e depois a Seattle.

Davidson Building, Ellensburg. Foto: Bobak Ha'Eri, CC-By-SA-3.0

Davidson Building, Ellensburg. Foto: Bobak Ha’Eri, CC-By-SA-3.0

Snoqualmie Falls

As Snoqualmie Falls são uma das atrações mais populares do estado de Washington. Por ano, mais de 1 milhão e meio de pessoas visitam a cacheira, que é mais famosa por aparecer na série de TV norte-americana Twin Peaks. A queda d’água tem 82 metros de altura e fica em um parque localizado entre as cidadezinhas de Snoqualmie e Falls City.

Snoqualmie Falls

Snoqualmie Falls

Snoqualmie Falls

No parque há deck de observação, loja de presentes, placas informativas sobre o atrativo, estacionamento e entrada gratuitos.

No dia em que visitamos o parque, as cores do outono deixavam a caminhada do estacionamento até a cachoeira ainda mais encantadora.

A caminho das Snoqualmie Falls

Passarela para cruzar a rodovia até as Snoqualmie Falls

Fizemos almo-janta na cidadezinha de Snoqualmie, em um restaurante mexicano chamado Caadxi Oaxaca. A comida estava muito saborosa e o Felipe e a Isabela comeram super bem. O tempero lembrava muito o da comida brasileira. Até pedimos para eles prepararem um pratinho extra de arroz e feijão para eles comerem no motorhome, caso sentissem fome mais tarde.

Motorhome estacionado em frente ao restaurante mexicano.

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