O que fazer em Seattle: dicas de passeios para curtir a cidade em 3 ou 4 dias

Pelo post anterior, já deu para vocês verem o quanto gostamos de Seattle. Nesse post, vamos dar dicas de passeios para fazer pela cidade.

Dividi os passeios em três partes: Seattle Waterfront, Seattle Center e outros passeios. Assim, facilita o planejamento do roteiro de vocês. Vale lembrar aqui que essas atrações ficam localizadas a uma pequena distância umas das outras, então dá para agrupá-las, fazendo um dia as que ficam na orla e no outro as que ficam no Seattle Center, por exemplo.

 

SEATTLE WATERFRONT

A orla de Seattle é uma graça e é uma delícia caminhar por ela. Os píeres ficam próximos uns dos outros e os principais atrativos ficam concentrados a uma pequena distância uns dos outros.

Há muitos bons restaurantes de frutos do mar, onde se pode provar caranguejos gigantes, lagostas, camarões e uma boa clam chowder (um tipo de creme/sopa de mariscos, bem tradicional nos Estados Unidos).

Orla de Seattle à noite

Muitos dos atrativos turísticos de Seattle ficam na Waterfront (orla). O aquário (Seattle Aquarium), a roda gigante (Seattle Great Wheel), os passeios de barco Argosy Cruises, o mercado público (Pike Place Market)…

Orla de Seattle à noite

Para visitar essa região, conseguimos estacionar o motorhome bem em frente ao aquário, na Alaskan Way, altura do número 1510. Lá tem um estacionamento coberto com elevadores para o Pike Place Market, mas deixamos na parte aberta (por causa da altura do motorhome), embaixo do viaduto. Paramos o estacionamento pelo aplicativo que é baixado no site paybyphone.com.

Seattle Aquarium

O Aquário de Seattle não é enorme como outros aquários americanos mais famosos, mas tem muitos atrativos para crianças. Possui uma boa variedade de espécies e uma área interativa bem bacana, onde as crianças podem tocar em alguns invertebrados como estrelas, ouriços, anêmonas e pepinos do mar.

Entrada do Seattle Aquarium

Entrada do Seattle Aquarium

Uma coisa bacana é que o aquário foca bastante na educação ambiental e nos ecossistemas de Puget Sound, o enorme estuário onde a cidade de Seattle está localizada, o que torna o passeio uma boa oportunidade para conhecer melhor a natureza daquela região.

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Além dos animais aquáticos, aves e mamíferos (focas e lontras) também fazem parte da exposição e encantam os pequenos.

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

O ingresso para visitar o Seattle Aquarium está incluído no Seattle CityPASS.

O Felipe e a Isabela amam aquários e ficaram super empolgados durante a visita. Nos vídeos que gravamos, é possível ouvir por diversas vezes os gritinhos do Felipe, que se empolgava bastante em cada sessão. Difícil era conseguir tirar ele de um ponto para levar para outro.

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

Seattle Aquarium

 

Seattle Great Wheel

A icônica roda gigante de Seattle fica no píer 57, bem ao lado do Aquário. O ingresso dá direito a três voltas completas na roda, o que deve levar em torno de 15 a 20 minutos. A vista que se tem de lá é linda! Fomos perto do pôr-do-sol e valeu super a pena.

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Seattle Great Wheel

Vista do alto da Seattle Great Wheel

Vista do alto da Seattle Great Wheel

Pike Place Market

O Pike Place Market é um mercado público que foi inaugurado em 1907. Atualmente é um dos mais antigos Farmer’s Markets em funcionamento nos Estados Unidos. Ele é super charmoso e tem muitas lojas de lembranças e artesanato, restaurantes pequenos e familiares e diversas lojas onde produtores e pescadores locais vendem seus produtos. Só pelo colorido das flores, frutas e legumes, já valeria a visita. Mas some-se a isso os homens lançando peixes uns para os outros nas peixarias, temos um espetáculo.

Cores do Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

Pike Place Market

É no mercado que fica a primeira Starbucks, um dos pontos turísticos de Seattle.

Do alto do mercado, tem-se uma linda vista da Elliott Bay e da orla de Seattle.

Argosy Cruises

A Argosy Cruises é uma empresa que oferece diferentes tipos de passeios de barco pela cidade de Seattle. O Harbour Cruise, que é um passeio de uma hora de duração onde se pode ter vistas panorâmicas da skyline de Seattle e do estuário Puget Sound, está incluído no Seattle CityPASS.

O passeio é guiado. Nele dá para conhecer um pouco mais sobre a história de Seattle e se impressionar com as belezas da Elliott Bay e das cadeias de montanha que circundam Seattle (Olympic e Cascade).

Infelizmente nós não conseguimos fazer esse passeio de barco, pois como alguns sabem, o Felipe teve um probleminha de saúde nessa viagem, o que acabou atrasando um pouco a nossa programação. No entanto, conhecemos inúmeras pessoas que fizeram e recomendam este passeio.

Para conhecer todos os passeios que a Argosy Cruises oferece, clique aqui.

Jogo dos Seattle Seahawks ou dos Seattle Mariners

A pouco mais de 20 minutos de caminhada do Aquário, ficam os estádios de futebol americano (CenturyLink Field) e de baseball (Safeco Field) de Seattle. Quem nos acompanha aqui no blog sabe bem o quanto curtimos assistir a alguma partida esportiva  (seja futebol americano, basquete, baseball ou hockey) quando estamos nos Estados Unidos.  Já vimos jogos dos New York Yankees, Boston Red Sox, Chicago Cubs, Anaheim Ducks, Los Angeles Lakers, Green Bay Packers… Claro que não podíamos perder a oportunidade de conhecer o estádio que é conhecido por ser o mais barulhento da NFL, o CenturyLink Field, casa dos Seattle Seahawks.

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Jogo dos Seattle Seahawks

Comendo hotdog no jogo dos Seattle Seahawks

Comendo hotdog no jogo dos Seattle Seahawks

Torcendo muito no jogo dos Seattle Seahawks

Torcendo muito no jogo dos Seattle Seahawks

É uma experiência que, sem sombra de dúvida, vale muito a pena. Vimos os Seahawks ganharem lindamente dos Indianapolis Colts de 46 a 18. Daquelas experiências para guardar pra sempre na memória…

SEATTLE CENTER

Construído para a Expo 62, também conhecida como Century 21 Exposition, o Seattle Center é um complexo de lazer que reúne atrativos relacionados a arte, cultura, educação, turismo e entretenimento. O atrativo mais famoso do lugar é a própria Space Needle, que deve ser atualmente o mais famoso atrativo da cidade.

Seattle Center

Seattle Center

O monotrilho de Seattle (Seattle Center Monorail) foi construído para conectar o Seattle Center à região de downtown. Hoje ele é  um dos marcos históricos da cidade.

Seattle Center

Seattle Center

No Seattle Center ficam vários atrativos importantes da cidade, além da Space Needle: o Chihuly Garden and Glass, o Museum of Pop Culture, o Seattle Chindren’s Museum, o Pacific Science Center, entre outros.

Seattle Center

Seattle Center

Comendo hotdog no Seattle Center

Comendo hotdog no Seattle Center

Space Needle

Talvez a Space Needle seja um dos cartões postais mais caricatos de Seattle. Pelo menos, sempre que eu pensava em Seattle, pensava imediatamente nela. Aquela torre enorme com uma espécie de espaçonave no topo.

Na fila para o elevador, uma exposição interativa apresenta curiosidades sobre a Space Needle

Na fila para o elevador, uma exposição interativa apresenta curiosidades sobre a Space Needle

O Museum of Pop Culture, com a Space Needle ao fundo

O Museum of Pop Culture, com a Space Needle ao fundo

Vista do alto da Space Needle

Vista do alto da Space Needle

A subida até o topo da Space Needle é um passeio indicado para quem deseja ter uma vista panorâmica de toda a cidade de Seattle e arredores. De preferência, faça a subida em um dia de céu azul, para tirar o máximo proveito do visual dessa cidade linda!

Vista do alto da Space Needle

Vista do alto da Space Needle

O ingresso para subir na Space Needle está incluído no Seattle CityPASS, mas atenção: é necessário agendar o horário da subida lá na recepção da Space Needle!

A Bela ama esses telescópios onde colocamos uma moedinha para ver melhor a paisagem

A Bela ama esses telescópios onde colocamos uma moedinha para ver melhor a paisagem

Museum of Pop Culture (antes conhecido como Experience Music Project Museum)

O Museum of Pop Culture é super legal por dentro e por fora.

Por fora, aquela construção moderna, colorida, projetada por Frank Gehry,  que chama a atenção e se destaca na paisagem. Por dentro, tudo para deixar os fãs da cultura Pop de queixo caído. Cinema, música, esporte, videogame… Muitas exposições interativas, objetos que pertenceram a grandes ídolos da música e do cinema, artefatos que estiveram em filmes que marcaram nossas vidas…

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Na área da música, as crianças se divertem aprendendo a tocar diversos tipos de instrumentos musicais. Tem até salas para as pessoas tocarem juntas. Tudo feito de forma lúdica e interativa. A Bela pirou e não queria mais sair das salinhas da bateria e da guitarra.

Skates do filme De volta para o futuro, no Museum of Pop Culture

Skates do filme De volta para o futuro, no Museum of Pop Culture

O ingresso para conhecer o Museum of Pop Culture está incluído no Seattle CityPASS.

Do filme Tropas Estrelares

Do filme Tropas Estrelares

Como é um passeio 100% coberto, o museu é uma ótima opção de passeio para quando está chovendo na cidade. Foi o que fizemos no único dia que amanheceu meio “feio” em Seattle. Visitamos o Museu do Pop e o Chihuly Garden and Glass.

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture

Bem ao lado do museu, o Artists At Play, um playground gratuito com pegada bem artística encanta a criançada e deve ser um dos playgrounds mais bacanas que já vimos nos Estados Unidos. E olha que já fomos em muitos playgrounds incríveis por lá! Vale super a pena investir um tempo de qualidade em família nesse playground.

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Playground em frente ao museu do pop

Chihuly Garden and Glass

O Chihuly Garden and Glass foi um programa que me surpreendeu de forma muito positiva na cidade Seattle. A exposição reúne obras do artista Dale Chihuly, nascido em Tacoma, região metropolitana de Seattle.

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly é escultor de vidros e seu trabalho incrível me emocionou bastante. Não sei dizer o que aconteceu, mas o lugar me tocou de verdade e confesso que cheguei a chorar quando entrei no primeiro salão. Curtimos muito a exposição e a forma como ele mescla de forma tão harmoniosa o jardim de vidro ao jardim natural. O trabalho é belíssimo e muito original. Achei que valeu super a pena termos visitado.

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

Chihuly Garden and Glass

O ingresso para conhecer a exposição está incluído no Seattle CityPASS. É uma boa opção de programa para dias mais chuvosos, embora uma parte da exposição esteja localizada em um jardim que fica na área externa.

Ride the Ducks of Seattle

Quando estiver batendo perna pela cidade de Seattle, sem dúvida você cruzará em algum momento com os “ducks” levando turistas para conhecerem a cidade em um citytour muito divertido. Os ducks são adaptações de veículos anfíbios que eram usados na Segunda Guerra Mundial (os DUKWs), o que significa que são veículos que transitam na terra e na água. E se é assim, o tour dos ducks inclui um passeio pela cidade e um pequeno cruzeiro pelo Lake Union.

Em frente a um dos Ducks of Seattle

Prontos para o passeio no duck. Observem o apito que faz som de pato pendurado no pescoço da Isabela

No Lake Union

No Lake Union

 

O grande diferencial desse tour é mesmo a diversão. Os guias são engraçadíssimos e os passeios têm até trilha sonora, “torcida organizada”, apitos que fazem som de pato… É muito animado e as crianças curtem bastante!

Todo mundo se diverte no duck

Nosso Duck dentro do Lake Union

A Isabela curtindo a vista no Lake Union

Como o passeio é guiado em inglês, eu diria que ele é bem melhor aproveitado por quem entende bem o idioma. Quem não fala inglês, vai perder boa parte da diversão, pois a narração do passeio é quase uma espécie de set de stand-up comedy. O nosso guia, o Capitão Chance O’Rayne (trocadilho com Risco de Chuva, já que estamos em Seattle)  era super talentoso, estudou artes cênicas na faculdade e é garantia de muitas risadas.

Nosso capitão Chance

Nosso capitão Chance

É bem interessante o momento em que o Duck sai da rua e entra na água. As crianças curtem bastante a ideia de um “carro que sabe nadar”.

Barco com uma banheira, no Lake Union

Barco com uma banheira, no Lake Union

Sem dúvida, curtimos muito o passeio Ride the Ducks of Seattle. Uma forma bem diferente e excêntrica de conhecer mais sobre a história, a atualidade e os pontos turísticos da cidade. Os passeios partem de um ponto super conveniente, bem ao lado do Seattle Center.

Ponto de onde saem os Duck Tours

O passeio é super recomendado.

O passeio é super recomendado.

OUTROS PASSEIOS

Além dos passeios que mencionamos nesse post, as pessoas falam muito bem do Museum of Flight, da Seattle Public Library e do Pacific Science Center, que ficaram para uma próxima visita nossa à cidade.

No entorno de Seattle, dois passeios que valem à pena são o das Snoqualmie Falls, sobre o qual já falamos nesse post: https://pezinhonaestrada.com/2018/06/11/roadtrip-na-i-90-onde-parar-na-estrada-de-idaho-washington-state-caminho-de-seattle/ e o Mount Ranier, que não chegamos a conhecer, mas que está cheinho de relatos interessantes de blogs pelo Google.

Seattle CityPASS

Seattle é uma das cidades americanas que conta com o passe CityPASS. Com o Seattle CityPASS, você tem o direito de visitar 5 atrações da cidade, economizando até 50% no que gastaria no valor total dos ingressos comprados separadamente. O Seattle CityPASS custa atualmente (agosto de 2018) 89 dólares para adultos (pessoas a partir de 13 anos) e 69 dólares para crianças de 5 a 12 anos. Se o seu filho tem menos de 5 anos, a entrada em algumas das atrações incluídas no passe é gratuita e em outras é paga, se acordo com a faixa etária (saiba mais aqui).

As atrações que estão incluídas no Seattle CityPASS são:
1 – Space Needle
2 – Seattle Aquarium
3 – Argosy Cruises Harbor Tour
4 – Museum of Pop Culture (MoPOP) OU Woodland Park Zoo
5 – Chihuly Garden and Glass OU Pacific Science Center

COMPRAS

Como toda boa cidade americana, Seattle também é um bom local para fazer compras. Dentro da cidade e/ou em seu entorno, conta com as lojas favoritas dos brasileiros, como Target, TJMaxx, Dollar Tree, Walmart e outlets próximos à cidade. No dia do jogo dos Seahawks, nós fomos ao The Outlet Collection Seattle e achamos bem bacana. Eles também têm um outlet da famosa rede Premium o Seattle Premium Outlets.

 

No próximo post vamos falar como fizemos para sair dos Estados Unidos e voltar para o Canadá de ferryboat, partindo de Seattle.

___________________________________________________________________________

Agradecemos aos parceiros do blog em Seattle:

Visit Seattle Seattle CityPASS por terem gentilmente cedido os Seattle para a nossa família.

Ride the Ducks of Seattle por terem gentilmente oferecido tours de cortesia para a nossa família.

___________________________________________________________________________

Nesta aventura, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.

Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do  nosso blog.

___________________________________________________________________________

Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!

___________________________________________________________________________

Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook Instagram.

___________________________________________________________________________

Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

 

 

Seattle: uma introdução + dicas para conhecê-la de motorhome (onde dormir, estacionar e tomar café da manhã)

Nesse post vamos falar um pouquinho sobre algumas das coisas que fazem a cidade se Seattle ser absolutamente especial e daremos algumas dicas para quem pretende ir até lá de motorhome (onde dormir, campings, free camping, onde tomar café da manhã perto dos campings e onde estacionar o carro para explorar a cidade).

Seattle é conhecida como Rain City (“Cidade da Chuva”) e também como The Emerald City (“A Cidade Esmeralda”). Gosto mais do segundo nome, pois Seattle teve a imensa consideração de nos brindar com dias lindos, de sol brilhando e céu azul. Nos dias que passamos lá, só pegamos um comecinho de manhã chuvoso, que logo se converteu em dia de céu de brigadeiro.

Seattle nos recebeu com céu azul.

Ficamos em Seattle praticamente 4 dias inteiros (chegamos no 9º dia de viagem e fomos embora no 13º) e achamos que foi um bom tempo para termos uma ideia da cidade. Se eu tivesse mais tempo lá, para ir além das principais atrações turísticas da cidade, teria ficado ainda mais feliz. Seattle é uma cidade muito gostosa. Tem tudo o que uma cidade grande americana tem, mas não é grandalhona. Dá para fazer um monte de coisa legal a pé e as principais atrações turísticas estão concentradas praticamente na mesma região.

As principais atrações de Seattle ficam concentradas no Seattle Center e na orla.

As principais atrações de Seattle ficam concentradas no Seattle Center e na orla.

Seattle está localizada em Puget Sound, uma região estuarina do estado de Washington. Isso faz com que a paisagem sempre esteja marcada por água e pontes, o que particularmente me agrada bastante.

Quem tiver muita sorte e pegar um dia com o céu bem limpo, vai ser brindado com uma vista linda do Monte Rainier por trás da cidade. Trata-se da maior montanha do estado de Washington, que passa a maior parte do tempo com o topo branquinho, coberto de neve e é um vulcão ativo. Sua última erupção foi em 1894.

Mount Rainier despontando por trás de Seattle. Foto: Victoegrigas – CC BY-SA 3.0

Seattle também é uma “pequenina” que impressiona por sua produção artística, tecnológica e intelectual. Com menos de 700 mil habitantes (3,5 milhões na região metropolitana), a cidade é sede de multinacionais como a Boeing, Microsoft, Amazon e Starbucks.

Na música, Seatlle é a cidade natal de nada menos que o melhor e maior guitarrista da história do rock, Jimi Hendrix. Bandas como Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains e Soundgarden levaram o grunge para o mundo. Não é à toa que o estilo grunge também é conhecido como som de Seattle. Esse estilo de rock alternativo surgiu na cidade no final da década de 1980 e ainda hoje influencia bandas de rock do mundo inteiro.

Seattle, Washington State

Seattle, Washington State

Também foi em Seattle que ficaram conhecidos grandes artistas do jazz, como Ray Charles (considerado um dos maiores gênios da música norte-americana), Quincy Jones e Ernestine Anderson. No hip hop, Seattle lançou nomes como Sir Mix-A-Lot e Macklemore (Thrift Shop tem mais de 1,2 bilhões de visualizações no Youtube). Ou seja, muito do que se escuta mundo afora está direta ou indiretamente ligado àquele cantinho da costa oeste americana.

Ah! Para os fãs de séries e cinema, é em Seattle que se passam as histórias de “Grey’s Anatomy”, “50 Tons de Cinza” e o absolutamente apaixonante “10 Coisas que eu Odeio em Você”.

Outra coisa muito legal de Seattle é que a cidade fica a pouco mais de duas horas de carro de Vancouver (Canadá) e tem acesso fácil a Victoria (capital da British Columbia) de ferry. Também saem de Seattle (e de Vancouver) muitos cruzeiros que vão para o Alasca. Então Seattle é uma cidade bem estratégica para servir de base para roteiros naquela região.

Se ainda não consegui te convencer a querer visitar Seattle, me acompanha nos próximos posts, que vou mostrar os lugares mais legais para visitar na cidade. É impossível não curtir muito esse lugar!

Seattle de motorhome

Na fase de planejamento desta viagem, uma coisa que me preocupou bastante foi como faríamos para visitar Seattle de motorhome. Afinal, dirigir em um cidade grande com um trambolhão não é a coisa mais prática do mundo. E quanto mais eu pesquisava, mais encontrava pessoas em fóruns falando que não se atreveriam a dirigir um motorhome dentro de Seattle.

Dirigindo o motorhome em Seattle

Continuei na pesquisa e descobri que a família do blog Felipe, o Pequeno Viajante, tinha visitado Seattle com motorhome, sim. Eles até deram uma dica preciosa de um local super bacana (e barato, se compararmos com o resto da cidade) para estacionar o motorhome bem ao lado da Space Needle e do burburinho turístico de Seattle.

Esse se tornou o nosso ponto favorito para parar o motorhome e desbravar a cidade (o lugar onde parávamos era na Taylor Avenue N, mais ou menos na altura do número 303, um pouco antes do Best Western), por trás do Ride the Ducks os Seattle e da Space Needle. Acho que o estacionamento ali custava 9 dólares e podia deixar o carro por um período de até 10 horas. O pagamento podia ser feito por um aplicativo que é baixado no site paybyphone.com. Também encontramos lugar fácil para estacionar na região do aquário e da roda gigante. Lá, nós deixamos o carro no Public Parking que fica na própria Alaskan Way, altura do número 1510. Lá tem um estacionamento coberto com elevadores para o Pike Place Market, mas deixamos na parte aberta (por causa da altura do motorhome), embaixo do viaduto.

Nossa vaga favorita, bem ao lado da Space Needle.

Nossa vaga favorita, bem ao lado da Space Needle.

Ou seja, com um pouquinho de paciência e sabendo dirigir bem, não vejo nenhum problema em circular de motorhome dentro de Seattle.

O único dia que decidimos deixar o motorhome em casa e ir para a cidade de Uber foi no dia do jogo dos Seattle Seahawks, pois estacionamento próximo a estádio em dia de jogo costuma ser muito caro e difícil de encontrar. Chegamos a tentar reservar uma vaga em frente ao estádio para participar da tailgate party, mas não encontramos vagas disponíveis que custassem preços pagáveis (rsrsrs). No post sobre o jogo vou explicar melhor o que é tailgate, quem sabe alguém um dia tem oportunidade de participar…

Onde pernoitar com o motorhome em Seattle

Com relação ao pernoite, dormimos em dois campings diferentes em Seattle. Os dois ficam fora da cidade, mas ambos dentro da região metropolitana e com acesso rápido e fácil para os principais pontos turísticos.

Uma coisa que vale destacar é que campings que ficam em regiões muito urbanas costumam ter as vagas bem mais apertadinhas que aqueles que ficam em parques nacionais. Então não estranhe se seu motorhome ficar encostadinho em outro e se você chegar no camping e não tiver uma mesa exclusiva para fazer suas refeições.

O primeiro camping que ficamos foi o Trailler Inns of Bellevue, que conta com vagas full hookup (com água encanada, rede de esgoto, eletricidade) e até cabos de TV para os motorhomes que têm a sorte de ter televisão. O camping tem piscina (só liberada para crianças acima de três anos que já tenham passado pelo desfralde), playground pequenininho (mas que quebra o galho) e banheiros limpinhos. Só não ficamos todos os dias nesse camping porque em um dos dias não tinha vaga. Ia rolar um show de rock na cidade e tinha muito motorhome circulando. Como não tínhamos feito reserva, tivemos que procurar outro camping para pernoitar na noite do show.

Trailler Inns of Bellevue

Playground do camping

Trailler Inns of Bellevue

Se você se hospedar na região de Bellevue como nós fizemos, um lugar legal para tomar café da manhã é o Lil’ Jon Restaurant, uma diner com estilo bem tradicional, que é operada pela mesma família há três gerações. Café da manhã delicinha.

Café da manhã no Lil’ Jon

Café da manhã no Lil’ Jon

Cardápio do Lil’ Jon

O outro camping onde nos hospedamos foi o Seattle/Tacoma KOA. A KOA (Kampgrounds of America) é uma rede com quase 500 campings espalhados em todo o território americano). Nessa unidade onde nos hospedamos, eles têm vagas com full hookup, tv a cabo, wi-fi, playgroung, piscina outdoor aquecida, sessões de cinema e de jogos dos Seattle Seahawks, área para pesca, aluguel de bicicletas, serviços de shuttle… É um camping bem estruturado e bem focado no segmento da família.

KOA Seattle/Tacoma

Playground no KOA Seattle/Tacoma

KOA Seattle/Tacoma

No dia que dormimos no KOA, tomamos café da manhã na charmosa cidadezinha de Kent, a 10 minutinhos de carro do camping. O lugar escolhido foi o Maggie’s on Meeker, que tem um jeito todo especial de lidar com as crianças. Amamos!

Panquecas no Maggie’s on Meeker

Café da manhã no Maggie’s on Meeker

Para quem procura free camping, uma dica da Claudia Rodrigues, do blog Felipe, o Pequeno Viajante, e que também vi em alguns fóruns pela internet é a ilhota Mercer Island, que fica entre Bellevue e Seattle. Falam que naquela região há a possibilidade de parar o motorhome na proximidade dos parques urbanos.

 

No próximo post vamos falar sobre as coisas que você não pode deixar de fazer em Seattle. Aguardem! =)

___________________________________________________________________________

Agradecemos aos parceiros do blog em Seattle: Visit Seattle, Seattle CityPASS e Ride the Ducks of Seattle pelo apoio à nossa viagem.

___________________________________________________________________________

Nesta aventura, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.

Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do  nosso blog.

___________________________________________________________________________

Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!

___________________________________________________________________________

Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook Instagram.

___________________________________________________________________________

Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

 

 

 

 

Roadtrip na I-90: onde parar na estrada de Idaho a Washington State, a caminho de Seattle

No nosso 9º dia de viagem, saímos de Coeur d’Alene, no estado do Idaho, rumo a Seattle, em Washington State. Eram 500 quilômetros de estrada a serem percorridos de motorhome pela rodovia interestadual 90 (I-90). Como íamos cruzar quase todo o estado de Washington, de leste a oeste, levantamos alguns pontos interessantes e que não saíssem muito das proximidades da rodovia principal, assim podíamos parar, dar uma esticada nas pernas e conhecer ainda mais lugares lindos pelo caminho. Nesse post, damos as dicas de alguns lugares legais, que valem a parada a caminho de Seattle.

Sinalizamos os locais de parada no mapa abaixo.

Uma dica que damos é colocar no GPS sempre o endereço do próximo ponto de parada, para não passar batido por nenhum desses lugares.

Sprague Lake

O Sprague Lake fica a pouco mais de uma hora de Coeur d’Alene e é um lago muito bacana para quem curte pescar. Aliás, para quem viaja com este intuito, talvez possa até valer a pena pernoitar na região para aproveitar o lago.

Na nossa viagem, nós não paramos no Sprague Lake, pois saímos mais tarde do Idaho, encantados com o lago do camping e tínhamos outras prioridades de paradas ao longo da rodovia.

John Wayne Pioneer Trail

Para quem curte caminhar, pedalar ou cavalgar, a John Wayne Pionner Trail é uma rail trail (trilha que fica sobre uma ferrovia desativada), que abrange Washington State desde as encostas ocidentais das montanhas Cascade até a fronteira com o estado do Idaho. Possui 285 milhas de extensão (mais de 458 quilômetros). Também não chegamos a percorrer a trilha, mas se você ficou interessado,  pode encontrar mais informações neste link.

John Wayne Pioneer Trail no trecho do Keechelus Lake. Foto de: Gene Bisbee, CC BY 2.0

John Wayne Pioneer Trail no trecho do Keechelus Lake. Foto de: Gene Bisbee, CC BY 2.0

Parque Estadual da Floresta Petrificada Gingko, Wanapum Vista Point e Rio Columbia

Uma das paradas que consideramos imperdíveis ao longo dessa estrada é essa, pois os atrativos estão bem ao lado da rodovia e a vista que se tem nesse lugar é de tirar o fôlego. O Gingko Petrified Forest State Park fica na Wanapum Recreation Area, na cidadezinha de Vantage. Do Wanapum Vista Point, se consegue uma vista incrível do Rio Columbia.

Wanapum Vista Point

Wanapum Vista Point

O nome do parque se deve ao fato de terem descoberto madeira petrificada na região, na década de 1930. A floresta petrificada Ginkgo é um marco natural nacional registrado e é considerada uma das florestas fossilizadas mais incomuns do mundo.

Ginkgo Petrified Forest State Park

Carros estacionados em frente ao Wanapum Vista Point. Olha lá no nosso motorhome à esquerda.

Ginkgo Petrified Forest State Park

Para quem pretende pernoitar, o local conta com acampamento para tendas e motorhomes.

Ellensburg

Para quem gosta de cidadezinhas pequenas e charmosas, Ellensburg fica logo após a floresta petrificada e tem muitos antiquários e lojinhas de arte e artesanato. Não chegamos a parar nela, pois estávamos ansiosos para chegar às Snoqualmie Falls e depois a Seattle.

Davidson Building, Ellensburg. Foto: Bobak Ha'Eri, CC-By-SA-3.0

Davidson Building, Ellensburg. Foto: Bobak Ha’Eri, CC-By-SA-3.0

Snoqualmie Falls

As Snoqualmie Falls são uma das atrações mais populares do estado de Washington. Por ano, mais de 1 milhão e meio de pessoas visitam a cacheira, que é mais famosa por aparecer na série de TV norte-americana Twin Peaks. A queda d’água tem 82 metros de altura e fica em um parque localizado entre as cidadezinhas de Snoqualmie e Falls City.

Snoqualmie Falls

Snoqualmie Falls

Snoqualmie Falls

No parque há deck de observação, loja de presentes, placas informativas sobre o atrativo, estacionamento e entrada gratuitos.

No dia em que visitamos o parque, as cores do outono deixavam a caminhada do estacionamento até a cachoeira ainda mais encantadora.

A caminho das Snoqualmie Falls

Passarela para cruzar a rodovia até as Snoqualmie Falls

Fizemos almo-janta na cidadezinha de Snoqualmie, em um restaurante mexicano chamado Caadxi Oaxaca. A comida estava muito saborosa e o Felipe e a Isabela comeram super bem. O tempero lembrava muito o da comida brasileira. Até pedimos para eles prepararem um pratinho extra de arroz e feijão para eles comerem no motorhome, caso sentissem fome mais tarde.

Motorhome estacionado em frente ao restaurante mexicano.

___________________________________________________________________________

Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!

___________________________________________________________________________

Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook Instagram.

___________________________________________________________________________

Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

__________________________________________________________________________

Nesta viagem, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.

Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do  nosso blog.

 

Idaho, EUA, de motorhome

Dando continuidade ao nosso roteiro pelos Estados Unidos e Canadá de motorhome, com duas crianças, no post de hoje vou falar sobre a nossa passagem pelo estado do Idaho, na região noroeste dos Estados Unidos.

O Idaho é mais um daqueles estados norte-americanos pouco conhecidos e fora das rotas tradicionais dos turistas brasileiros. Mas assim como Montana, estado sobre o qual falamos no post anterior, o Idaho tem paisagens belíssimas e que valem a viagem. Escolhemos fazer um dos nossos pernoites na cidade de Coeur d’Alene, por ela ser considerada uma das cidades mais bonitas e com melhor infraestrutura turística no norte do estado.

Coeur d’Alene, Idaho

Trata-se de uma cidade com pouco mais de 50 mil habitantes, que é rodeada por dezenas de lagos formados por água de degelo. O site do Convention and Visitor Bureau de Coeur d’Alene afirma que há pelo menos 55 lagos fáceis de acessar de carro, partindo da cidade, mas que nenhum deles é mais bonito que o próprio Lago Coeur d’Alene, que fica rodeado pela cidade.

Chegamos em Coeur d’Alene à noite e não tínhamos reserva em nenhum camping. Procuramos ali na hora, no Google, um camping com espaço para motorhomes e encontramos o Blackwell Island RV Park, um camping que fica em uma ilha com marina, bem dentro do Lago Coeur d’Alene.

Blackwell Island RV Resort

Blackwell Island RV Resort

Blackwell Island RV Park

Nossa vaguinha no camping Blackwell Island RV Park é uma delícia e tem vistas incríveis. Conta com wi-fi grátis e 16 canais de TV a cabo (caso tenha a sorte de ter um motorhome com TV). O camping tem uma boa praia às margens do lago, onde se pode nadar e pescar, área para piquenique em frente à água, uma pequena marina, aluguel de canoas, barcos, pedalinhos e outros equipamentos/brinquedos para curtir na água.

Blackwell Island RV Park

Blackwell Island RV Park

Blackwell Island RV Park

Blackwell Island RV Park

Família curtindo a vista do lago, no Blackwell Island RV Park

Família curtindo a vista do lago, no Blackwell Island RV Park

O Felipe e a Isabela amaram os gansos que ficavam passeando pela praia e pelo lago do camping. Passamos uma manhã deliciosa admirando o lago e curtindo aquele lugar delicioso. A energia do ambiente ali é fantástica. Tomamos café da manhã no motorhome, apreciando aquela vista encantadora.

Blackwell Island RV Park

As crianças se divertindo com os gansos no Blackwell Island RV Park

Uma coisa que nos chamou a atenção em Coeur d’Alene foi a quantidade e variedade de hoteis. Tem hotel para todos os gostosos e bolsos. Desde resorts mais luxuosos em frente ao lago até hoteis de rede e bed & breakfasts mais econômicos.

Lake Coeur d'Alene, Idaho

Lake Coeur d’Alene, Idaho

Entre as atividades para se fazer na cidade, muita coisa gira em torno do lago. O pôr-do-sol e nascer-da-lua perto da água são considerados espetaculares. Praticar alguma atividade ou esporte aquático, jogar golfe (inclusive com um campo flutuante super famoso), passear de barco, correr, caminhar, pedalar e curtir as praias nas margens do lago… Observar as águias (bald eagles) que se alimentam de kokanees (uma espécie endêmica de salmão) no lago é uma das atividades favoritas dos moradores locais.

Gustavo e Felipe tomando um solzinho em frente ao Coeur d’Alene Lake

O centro da cidade é charmoso e tem bons restaurantes, cafés, lojinhas e antiquários. Infelizmente não tivemos tempo para curtir muito essa parte da cidade. Este site é dedicado aos atrativos de Downtown Coeur d’Alene: http://www.cdadowntown.com/.

É uma pena que o Idaho tenha sido apenas um ponto de descanso e de passagem no nosso roteiro. Sem dúvida alguma, gostaríamos de ter ficado ali mais alguns dias, curtindo o estado, a cidade de Coeur d’Alene, o lago, em uma pegada mais slow travel. Sem dúvida, vai para a lista dos lugares que queremos voltar.

 

Depois de curtirmos uma manhã deliciosa às margens do lago Coeur d’Alene, pegamos estrada rumo a Seattle. Até chegar lá, ainda teríamos mais 500 quilômetros de estrada, com direito a alguns pontos de parada pelo caminho.

___________________________________________________________________________

Créditos da imagem em destaque, no topo do texto: Sol nascendo em Coeur D’Alene, Idaho. Foto: D.Taylor in Idaho, https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/

___________________________________________________________________________

Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!

___________________________________________________________________________

Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook Instagram.

___________________________________________________________________________

Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

__________________________________________________________________________

Nesta viagem, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.

Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do  nosso blog.

Montana de motorhome

Nossa passagem pelo estado de Montana, nos Estados Unidos, foi breve e deixou uma certeza: vamos voltar lá um dia! Esse foi o oitavo dia da nossa viagem. O roteiro completo você confere neste link.

Montana entrou no nosso roteiro porque depois de visitarmos as Montanhas Rochosas Canadenses, queríamos voltar para a região de Vancouver e Seattle por um caminho diferente do que usamos par ir até os parques de Alberta. Então decidimos voltar fazendo um trajeto circular, passando pelos Estados Unidos e não mais pelo Canadá. Veja abaixo o mapa do nosso trajeto.

 

Montana é um estado remoto e um pouco fora dos roteiros tradicionais dos brasileiros nos Estados Unidos. Por outro lado, é um estado belíssimo. Dois dos parques norte-americanos mais bonitos estão localizados lá: boa parte do Yellowstone National Park e o Glacier National Park. A área rural também é encantadora. Muitos ranchos, cidades pequeninas e charmosas, estradas beirando lagos…

Montana, Estados Unidos

Montana, Estados Unidos

Nesse post vou contar como foi cruzar a fronteira Canadá – Estados Unidos de madrugada de motorhome, o motivo de não termos conseguido fazer a Going to the Sun Road (estrada que corta o Glacier National Park) e o que decidimos fazer ao invés da visita ao parque. De brinde, ainda conto do nosso perrengue quando fomos esvaziar a fossa do motorhome em um posto de gasolina e a mangueira toda ressecada simplesmente estourou e nem preciso dizer que foi número um e número dois para todo lado, né?

Cruzando a fronteira Canadá – Estados Unidos de motorhome

Quem viu o nosso post anterior, sabe que quando saímos de Banff (Canadá) com destino aos Estados Unidos, decidimos dirigir até onde conseguíssemos. Quando estivéssemos cansados, pararíamos o motorhome em algum lugar para dormir.

O Gustavo dirige super bem e gosta de dirigir. Então seguimos conversando, olhando a lua subir por trás das montanhas… Quando nos demos conta, estávamos chegando à fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá.

Eu nem tinha percebido, mas já passava de meia-noite! No entanto, estava tudo bem, eu já tinha checado o horário de funcionamento da fronteira no Roosville Border Crossing (Grasmere – Eureka) e no site constava que ela funcionava todos os dias da semana, 24 horas por dia (Dica: sempre confira informações atualizadas sobre os horários de funcionamento, endereços, regras e valores dos serviços que vai utilizar, pois tudo isso é sujeito a alteração).

Só que àquela altura da madrugada, não tinha nenhum carro circulando pela estrada. Só o nosso motorhome. Quando chegamos à froteira, todos os displays luminosos das filas de veículos estavam com um “x” vermelho bem grande, como se estivessem fechados. Diminuímos a velocidade e fomos nos aproximando. Não havia ninguém por ali para dar alguma informação pra gente. Do nada, um dos displays trocou o x vermelho por uma setinha verde e nós seguimos para aquele local e paramos o motorhome.

Um oficial da fronteira se aproximou e começou com o interrogatório. As perguntas eram similares às que são feitas quando entramos no país por via aérea, com exceção de uma: “Por que vocês estão cruzando a fronteira dos Estados Unidos tão tarde da noite?”. Ele falava de maneira muito ríspida. Não sei se estava bravo por ter que atender alguém naquele horário, se o acordamos e ele ficou de mau humor ou se aquela é a postura que ele tem que assumir e faz parte do trabalho dele.

Ele pediu os nossos passaportes e eu rapidamente os entreguei, mas esqueci que o do Felipe não estava junto com os demais, pois eu tinha tirado o dele no dia que o levamos ao hospital em Vancouver. Fui procurar o passaporte na outra bolsa, enquanto o Gustavo se encarregava de responder às perguntas do oficial. Em determinado momento, não sei o que deu no Gustavo, que se enrolou no inglês e não soube se expressar direito com relação a alguma coisa que ele perguntou. Eu fui ajudar na resposta e o oficial-mais-bravo-do-planeta-Terra me cortou: “ELE RESPONDE! A senhora trate de continuar com o trabalho de encontrar o passaporte que está faltando!”. Meu Deus, que homem grosso!

Achei o passaporte e entreguei para o oficial. Ele olhou os passaportes, olhou pra gente e falou: “Todo mundo desce do carro e me acompanha, inclusive as crianças”. Falei que elas estavam dormindo e ele me falou para acordar todo mundo e levar lá para dentro da salinha. Pensei: “Pra que isso, meu Deus?”. Por um lado, estava tranquila, porque sabia que todos os nossos documentos estavam certinhos e não tínhamos nada a temer. Por outro, vinha uma insegurança por não saber se aquele procedimento era padrão e também não entender por que aquele homem era tão irritado.

Acordamos a Isabela e levamos o Felipe dormindo no bebê-conforto. Entramos no escritório. Quando o oficial viu o Felipe bebezinho dentro do bebê-conforto e a cara de sono da Bela, ele ficou super constrangido. Do nada, o bad cop virou o good cop. “É um bebê! Me desculpem. Não sabia que ele era tão pequeno (detalhe… eu já tinha falado as idades dos dois). Por favor, pode levá-lo para dormir de novo no carro”. Olhou para a Isabela e perguntou: “Você quer colorir?”. E entregou um kit infantil “Crossing Borders” com livro para colorir e giz de cera. Então ele fez a cobrança de uma taxinha que precisamos pagar para cruzar a fronteira (confesso que não lembro quanto foi, quando eu descobrir, atualizo aqui) e que é válida por seis meses.

Para ganhar o prêmio de good cop de vez, ele perguntou se já tínhamos um lugar certo para dormir e falamos que íamos procurar algum lugar em Eureka. Daí ele sugeriu um posto de gasolina no segundo cruzamento da cidade, em frente a um Subway. Falou que lá era seguro e que ninguém nos perturbaria. Perfeito! Saímos da fronteira direto para o posto e pernoitamos ali. Então fica aqui a nossa dica de free camping em Eureka.

Eureka

Para quem não conhece, Eureka é uma cidadezinha de 1.086 habitantes, que fica grudada na fronteira Estados Unidos – Canadá. O lugar onde pernoitamos (free camping), que foi dica do oficial da fronteira, está sinalizado no mapa abaixo:

Como o oficial explicou, é em frente ao Subway que fica no posto de gasolina do segundo cruzamento da cidade. Lá dá para fazer free camping, mas infelizmente não tem dumping (estrutura para esvaziarmos o esgoto do motorhome e completarmos o tanque com água limpa).

Prefeitura de Eureka, Montana

Então, fizemos dumping em um outro posto de gasolina na mesma cidade. Nesse posto, quem compra alguma coisa na loja de conveniência não precisa pagar pelo dumping. E não é que quando o Gustavo estava esvaziando justo o tanque do banheiro, a mangueira do nosso motorhome decidiu estourar? Sim! Foi aquela lambança. Number one and number two pra todo lado. Que desespero para nós, meros viajantes de motorhome de primeira viagem. O funcionário que estava no posto, limpando as bombas de combustível, observava tudo de longe e ria. Ah, danado! Nem para ajudar a gente…

Esse é o posto onde fizemos o dumping:

Mas parece que esse é um problema bem comum para quem viaja de motorhome, pois no vídeo da Cruise Canada eles já deixam claro que se algo assim acontecer na estrada, é só comprar uma mangueira nova e manter o recibo, que eles reembolsam. Por sorte, praticamente ao lado do posto de gasolina tinha uma loja que vendia a tal mangueira específica para fazer dumping de motorhome? Isso às 7 horas da manhã! Só nos Estados Unidos mesmo… O Gustavo comprou, manteve o recibo e foi reembolsado muito tranquilamente no momento em que devolvemos o carro no fim da viagem.

E essa é a loja onde ele comprou a mangueira nova para o motorhome, bem ao lado do posto:

Quanto à sujeira que ficou espalhada pelo chão do posto, pusemos as nossas luvinhas descartáveis de procedimento e limpamos tudo ali, com ajuda da mangueira de água limpa. É… Foi trampo… Mas nunca esqueceremos do dia em que “cag*mos a cidade de Eureka”. Depois de tudo resolvido, não conseguíamos parar de rir da situação. A gente se mete em cada uma…

Outra coisa engraçada dessa experiência é que eu não vi o Gustavo saindo para comprar a mangueira, pois estava com as crianças dentro do motorhome. Quando saí do carro e ele não estava lá fora, perguntei ao tal funcionário que limpava as bombas se ele tinha visto o meu marido e ele respondeu: “Deve ter ido ao cassino”. Hahahahahahahahah. O posto de gasolina tinha um cassino e o cara achava que o Gustavo estava lá, jogando, relaxando depois de ter espalhado aquela melequeira lá pelo chão. Poucos minutos depois, aparece o meu herói com uma mangueira novinha em folha. Cena que fica para a nossa história…

A cara do Gustavo quando saímos do posto, depois de resolvida toda a lambança

Whitefish

Depois de resolvido o problema do dumping, estávamos morrendo de fome e decidimos partir rumo à cidadezinha de Whitefish, para tomarmos café da manhã. A cidade fica a menos de uma hora de Eureka e é um pouco maior (tem pouco mais de 7 mil habitantes). Seguimos na estrada, margeando o Dickey Lake. Cenário lindo de morrer.

A caminho de Whitefish, Montana.

A caminho de Whitefish, Montana.

Whitefish é uma cidadezinha linda! Super charmosa. E que céu azul é aquele? É lindo demais o céu de Montana. Talvez por isso o estado seja conhecido como “Big Sky Country”?

Whitefish, Montana

Whitefish, Montana

Whitefish, Montana

Whitefish, Montana

Whitefish, Montana

Whitefish, Montana

Tomamos café em uma das diners mais gostosas que já tivemos o prazer de visitar nos Estados Unidos. O lugar se chama Swift Creek Cafe. Recomendamos muito um café da manhã nesse lugar. O Glacier Scramble com pimentões, cogumelos e presunto é uma delícia!

Café da manhã no Swift Creek Cafe

Café da manhã no Swift Creek Cafe

Café da manhã no Swift Creek Cafe

Café da manhã no Swift Creek Cafe

Café da manhã no Swift Creek Cafe

Café da manhã no Swift Creek Cafe

Tem cadeirão no Swift Creek Cafe

Tem cadeirão no Swift Creek Cafe

Going to the Sun Road

Quando pesquisava os atrativos de Montana, descobri uma estrada incrível, que cruza o Glacier National Park: a lendária Going to the Sun Road. Decidi que precisava conhecê-la. Quanto mais eu lia sobre a estrada, mais percebia que esse seria um dos pontos altos do nosso roteiro.

Trata-se de uma rodovia que passa a maior parte do ano bloqueada, debaixo de neve. Até as máquinas mais potentes levam meses para remover toda a neve que se acumula em cima dela. O processo de remoção da neve só é finalizado em pleno verão, quando ela é reaberta para os visitantes.

Às vezes, em decorrência dos incêndios (wild fires), a estrada fecha novamente no período do outono. Foi justamente isso que aconteceu conosco. Nossos planos de conhecer a Going to the Sun Road foram por água abaixo quando, ainda no Brasil, recebemos um e-mail da agência de turismo que ia nos levar a um passeio, informando que o parque estava passando por um incêndio há alguns meses e todos os tours da temporada estavam cancelados. Só para vocês terem uma ideia, o incêndio começou em 10 de agosto de 2017 e em outubro, quando passamos por lá, ainda não tinha sido controlado. Saiba mais aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/Sprague_Fire . Foi uma pena… Não conseguimos conhecer a estrada dessa vez, mas sabemos que um dia voltaremos lá. De qualquer forma, fica aqui a dica para quem tiver a oportunidade de conhecer esse parque incrível e percorrer a Going to the Sun Road.

Para os fãs de Forest Gump, o Lake McDonald, que fica ao longo dessa estrada, aparece nessa cena super emocionante do filme: https://www.youtube.com/watch?v=ISJ0VsnCvDo .

Kalispell

Sem termos como ir à Going to the Sun Road, seguimos dirigindo e descobrindo Montana. Um conjunto de “atrativos” chamou a nossa atenção. Um grupo de lojas que mexe com o coração de muito brasileiro: Target, TJMaxx, Ross, Best Buy, Bed Bath and Beyond, Dollar Tree, tudo junto em um só lugar. Vamos de compra-terapia, então. Afogaremos as mágoas por não podermos ir ao Glacier National Park. E fomos…

Nosso motorhome estacionado em frente às lojas do comércio de Kalispell, Montana

Nosso motorhome estacionado em frente às lojas do comércio de Kalispell, Montana

O comércio ali na cidadezinha de Kalispell é bem animado. E conforme você vai ampliando o seu raio, mais lojas vão surgindo. As lojas estavam uma graça. Todas decoradas e com bastante coisa de outono e do Halloween. Enquanto fiquei garimpando junto com as crianças na TJMaxx, o Gustavo cruzou a rua e foi bater perna na Cabela’s, uma loja de equipamentos para esportes e vida ao ar livre, que vende inclusive equipamentos para caça (leia armas).

O carrinho de compras que você respeita... Com espaço para guardar seu carrinho de bebê dobrado, cadeiras com cinto de segurança para as crianças e bastante espaço para colocar as compras

O carrinho de compras que você respeita… Com espaço para guardar seu carrinho de bebê dobrado, cadeiras com cinto de segurança para as crianças e bastante espaço para colocar as compras

Lojas com produtos outonais

Lojas com produtos outonais

Muitas fantasias para o Halloween

Depois da sessão compras, almoçamos no outro lado da rua, no Famous Dave’s. Esse restaurante é uma churrascaria de rede bem kid friendly, com menu infantil, material para colorir e giz de cera, cadeirão… Do jeitinho que a gente gosta. Pedimos uma Feast for Two, que dá conta de alimentar muito bem a família inteira e vem com opções variadas de carnes e acompanhamentos.

Almoço no Famous Dave's

Almoço no Famous Dave’s

Almoço no Famous Dave's

Almoço no Famous Dave’s

Menu infantil no Famous Dave's

Menu infantil no Famous Dave’s

Cardápio do Famous Dave's

Cardápio do Famous Dave’s

Detalhe na decoração do Famous Dave’s

Almoço no Famous Dave’s

Flathead Lake

Saindo de Kalispell, devíamos começar uma jornada rumo ao oeste, a caminho de Seattle. Decidimos que íamos dirigir até o estado do Idaho, pois queríamos dormir em uma cidadezinha chamada Coeur d’Alene. Escolhemos percorrer um caminho com maior apelo cênico, que definimos ali na hora, pelo Google Maps. Colocamos o GPS para nos levar primeiro até a cidade de Elmo, beirando o Flathead Lake, no estado de Montana.

Esse lago é uma coisa linda de se ver… Vale muito a pena fazer um caminho um pouquinho mais longo e seguir a estrada que margeia o lago.

Dirigindo ao longo do Flathead Lake

Flathead Lake

Flathead Lake

Flathead Lake

O Flathead Lake é o maior lago natural do oeste dos Estados Unidos. Tem uma área de mais de 500 quilômetros quadrados.

Dali, seguimos rumo a Coeur d’Alene, no Idaho. Jantamos no motorhome, no camping Blackwell Island RV Park, onde pernoitamos.

Na estrada, a caminho de Coeur d'Alene, Idaho.

Na estrada, a caminho de Coeur d’Alene, Idaho.

Chegando ao estado do Idaho.

___________________________________________________________________________

Usou alguma dica do nosso blog? Conta como foi! Gostamos muito de receber o retorno dos nossos leitores. Ficamos felizes quando sabemos que nossas dicas foram úteis nas viagens de outras famílias!

___________________________________________________________________________

Siga o Pezinho na Estrada nas redes sociais: Facebook Instagram.

___________________________________________________________________________

Já reservou o seu hotel? Nós somos parceiros do Booking. Quando você faz a sua reserva usando o nosso link, nós ganhamos uma pequena comissão que nos ajuda na manutenção do blog e você não paga nada a mais por isso.
Booking.com

__________________________________________________________________________

Nesta viagem, nós ficamos o tempo todo conectados na internet porque usamos o chip Easysim4u, que tem internet ilimitada nos Estados Unidos, Canadá e mais de 140 outros países. O chip é enviado para a sua residência no Brasil antes da viagem e, quando você chega ao destino, basta colocar o chip no celular e começar a usar. Você já sai do aeroporto conectado e usando o Waze e a internet à vontade.

Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do  nosso blog.