Primeiras providências quando chegamos ao destino

“Estou em Miami! Obaaaaa!!! Primeira coisa a fazer: vestir a roupa de banho e me jogar no mar (ou #partiuoutlet)!”         Certo? Errado! Primeiro precisamos providenciar algumas coisinhas que fazem toda a diferença.

Quem viaja com crianças, sabe que o processo demanda um pouco mais de planejamento do que quando se viaja sozinho. Já escrevemos aqui no blog alguns posts específicos sobre esse assunto e sempre colocamos dicas especiais dentro dos próprios relatos das viagens.

No momento, estamos relatando a nossa última viagem à Flórida (você pode acompanhar o que já foi postado nesses três links – 1, 2, 3) e hoje detalhamos um pouquinho sobre as primeiras providências que tomamos, logo quando chegamos de viagem.

Uma vez em solo americano, focamos em resolver alguns detalhes importantes: providenciar cadeirinha veicular, chip para o celular e alguns comes e bebes.

Dependendo da situação, do destino e da família, podem ser incluídas outras coisas nesse check-list inicial: comprar uma câmera nova para registrar fotos da viagem, comprar um carrinho de bebê compacto que feche como guarda-chuva, comprar roupas de frio apropriadas para o destino e que serão usadas durante a viagem, comprar algum ingresso para alguma atração que só seja vendido in-loco… Enfim, verifique no seu roteiro o que precisa ser providenciado logo no início e faça uma listinha. Assim, você não esquece algo importante e termina lembrando só na hora que estiver precisando mais.

Sei que esses parecem apenas pequenos detalhes, mas decidi relatar esse processo inicial em um post especial porque nele estão as respostas para algumas perguntas que me fazem com frequência.

1 – Cadeirinha para o carro

As normas de segurança para transporte veicular de crianças são bem rigorosas nos Estados Unidos e variam um pouco de estado para estado. É sempre bom consultar quais as normas no estado de destino. Neste link, você encontra as normas para cada estado americano. Para o caso específico da Flórida, o governo estadual disponibiliza este panfleto com orientações.

car seat

Uma coisa é certa: se você vai viajar com crianças pequenas e o carro será seu meio de transporte, você precisará de uma cadeirinha (o tamanho e tipo variam de acordo com a idade e peso da criança).

Existem algumas formas de resolver essa questão:

Alugar a cadeirinha na locadora de veículos

Dá para alugar uma diretamente com a locadora, o que vai custar algo que varia entre US$ 8 e US$ 13 por dia (não é nada barato). Depois de um tempo, a grana investida já daria para comprar uma nova por lá.

Além do preço, outro inconveniente é que os car seats das locadoras não costumam ser modernos ou novos. Também não há a garantia de que ele seja realmente seguro. Não se sabe se ele já passou por algum acidente que possa comprometer sua segurança. Já vi relatos de pessoas que alugaram uma cadeirinha e ela veio suja, velha, em condições ruins.

Levar a cadeirinha que usa no Brasil

É perfeitamente possível levar a que seu filho já usa no Brasil, principalmente se você não quer gastar dinheiro com isso ou não pretende comprar uma nova nos Estados Unidos.

Os inconvenientes dessa opção são: o peso, afinal, carregar aquele trambolhão não é nada fácil e o risco de danificá-la, já que ela precisará ser despachada.

Se seu bebê ainda é bem pequeno e usa bebê conforto, algumas vezes é possível levá-lo dentro da aeronave e o bebê pode viajar dentro dele. Para entender melhor como funciona esse método, leia esse post.

Para minimizar os riscos, vale, no ato do check-in, pedir que embalem a sua cadeirinha em um saco plástico grande e coloquem o adesivo “Frágil” nela. Assim que pegá-la de volta na esteira, verifique se ela está em perfeitas condições. Se houver algum dano, abra um protocolo de reclamação imediatamente, antes mesmo de sair do salão de desembarque. Isso é muito importante! A partir do momento que você passa pela porta e já está no saguão do aeroporto, fica praticamente impossível registrar a reclamação.

Se não quiser despachar o assento em um saco plástico, existem bolsas específicas para transportar esses objetos. Algumas têm até rodinhas, que facilitam bastante o processo: veja aqui. É só fazer uma busca por “car seat travel bag” na Amazon e você encontrará inúmeras opções. Fique atento às dimensões da bolsa, para não perder dinheiro.

Nas vezes que despachei cadeirinhas da Bela (sempre na volta dos Estados Unidos, já que deixamos para comprar lá), usei uma bolsa grande de lona (lá eles chamam de “duffle bag”) e sempre preenchi o entorno com as roupas sujas que usamos na viagem (devidamente guardadas em sacos plásticos, para não sujar a cadeirinha). Dessa forma, a roupa protege contra impactos e não desperdiçamos um volume despachado só com a cadeira. Ainda assim, pedimos que coloquem a etiqueta “FRÁGIL” e explicamos que é um car seat.

Quem viaja com crianças pequenas, tem direito de despachar de graça, fora da franquia da bagagem, um carrinho de bebê OU um car seat. Algumas companhias aceitam que despachem as duas coisas fora da franquia. A United já fez isso por nós, mas confesso que não sei se foi uma exceção ou se é a regra deles. De qualquer forma, é sempre bom verificar diretamente com a companhia aérea quais itens você consegue despachar sem contar já na franquia da bagagem.

Comprar uma cadeirinha nos Estados Unidos

A terceira opção é aproveitar a viagem para comprar uma. Como lá eles têm muito mais opções que aqui e as cadeirinhas são top, vale a pena comprar por lá.

Compramos uma para colocar no nosso segundo carro durante a nossa viagem à Califórnia. Trouxemos ao Brasil. Foi super tranquilo. Um mês depois, roubaram o nosso carro e levaram a cadeira junto. Que tristeza =(

Pensamos em comprar outra no Brasil, mas quando vimos os preços, decidimos ficar tirando a cadeirinha de um carro e colocando no outro (que trampo!) até a nossa próxima ida aos Estados Unidos.

Na nossa última viagem, a da Flórida, enfim recompramos outra.

Nas duas ocasiões, compramos pela internet e mandamos entregar no hotel (San Francisco) e no apartamento alugado pelo Airbnb (Miami). Elas chegaram em perfeito estado.

Um detalhe importante sobre essa opção é que, se estiver com criança, não é possível sair da locadora de veículos com o carro sem ter um child car seat. Eles não permitem e também não é prudente/seguro.

Na nossa primeira experiência foi tranquilo, pois a primeira etapa da viagem foi em San Francisco, onde só usávamos transporte público. Só alugamos o carro no último dia em que estávamos na cidade, para começar a descida pela Highway 1. Assim, quando fomos buscar o carro na locadora já estávamos com a cadeira em mãos.

Bela, em sua cadeirinha Maxi-Cosi, durante a viagem pela costa oeste americana. Essa foi a cadeirinha que o ladrão levou, junto com o nosso carro, furtado na Vila Madalena, em São Paulo.
Bela, em sua Maxi-Cosi, durante a viagem pela costa oeste americana. Essa foi a cadeirinha que o ladrão levou, junto com o nosso carro, furtado na Vila Madalena, em São Paulo.

Na experiência da Flórida, já pegamos o carro alugado dentro do aeroporto. Neste caso, falamos que queríamos alugar uma cadeirinha por um só dia, pois tínhamos uma nos aguardando no apartamento. Combinamos de devolver a alugada em alguma Álamo dentro da cidade (escolhemos a de Miami Beach) para não precisar voltar até o aeroporto. Quando fomos devolvê-la, o moço nem cobrou o aluguel. Disse que estava tudo bem e que ia só retirar da nossa conta. Perfeito!

Bela dorme sossegada em sua Britax - muito boa, por sinal!
Bela dorme sossegada em sua Britax – muito boa, por sinal!

Esse caso dos car seats é muito semelhante ao do GPS. Para aproveitar melhor a sua viagem, você precisará de um. Dá para alugar na locadora de veículos ou comprar um e ficar levando de volta todas as vezes que você for aos Estados Unidos. Compramos o nosso há algum tempo e levamos nas viagens. Se faz tempo que foi feita a última atualização dos dados no seu GPS, vale a pena perder uns minutinhos fazendo isso antes de viajar.

2 – Chip do celular

Acho extremamente importante que a família que vai pegar estrada tenha alguma forma prática de comunicação, em caso de emergência. Usar o celular com o chip de operadora brasileira nos Estados Unidos custa um verdadeiro absurdo. A saída mais econômica e conveniente, em nossa opinião, é adquirir algum chip de operadora dos Estados Unidos.

Além de ser útil em situações de emergência, é super prático ter um celular em mãos com acesso à internet, sem depender exclusivamente do wi-fi nos restaurantes e hotéis. Podemos sempre consultar alguma indicação de lugar para comer, horário de funcionamento de alguma atração, valor de ingressos, ou qualquer outro detalhe que não tenha sido pré-planejado.

Obviamente, também tem o lado divertido e útil de poder ir postando algumas fotos da viagem no Instagram e Facebook, o que mantem a família que ficou no Brasil despreocupada e ciente de que estão todos bem.

Consultar Google Maps, enviar e receber e-mails, ligar para pizzaria e solicitar uma entrega naquele dia em que o cansaço bate forte, fazer uma reserva em algum restaurante, ligar para o hotel para informar que chegará depois do previsto, comunicar-se com o anfitrião do apartamento alugado pelo Airbnb, comunicar-se pelo Whatsapp, fazer uma ligação pelo Facetime, ter um número de telefone no qual podem te encontrar… Depois que passamos a comprar chips no local de destino, percebi o quanto é mais prático e melhor aproveitado o tempo quando estamos conectados.

Fonte da imagem: iMore.com
Fonte da imagem: iMore.com

Além de todos os benefícios, a compra de um chip nos Estados Unidos é feita de forma rápida e totalmente desburocratizada. Apresente o seu passaporte e o vendedor rapidamente imprimirá o seu contrato e instalará o chip no seu aparelho. Você já sai da loja usando o celular.

Temos optado por usar os serviços da T-Mobile, que tem uma cobertura muito boa, mas existem inúmeras outras (é só dar uns googles aí). O plano, que vale para um mês, saiu por algo em torno de 50 dólares (não lembro o valor exato), com direito a internet 4G, ligações e mensagens de texto ilimitadas em território americano. Pagando um pouco mais, o plano dá direito a ligações para o exterior, mas nunca escolhemos essa opção, pois quando queremos nos comunicar com o Brasil, usamos Facetime e Whatsapp.

Sempre passamos o nosso número americano para a família ter como nos encontrar, caso necessitem.

É isso: viajar sem chip gringo, nunca mais!

Assim sendo, uma das primeiras providências que tomamos quando chegamos a Miami, foi dar uma paradinha na primeira T-Mobile que apareceu na nossa frente. E olha que não é difícil encontrar uma não. Eu tinha digitado no GPS o endereço de uma que fica em Miami Downtown, mas no meio do caminho até lá apareceu uma outra e entramos lá mesmo.

3 – Comes e bebes

Quem tem filhos, sabe que inesperadamente surgem as demandas: “quero água”, “tô com fome”, “quero bolacha/biscoito”… Então é importante ter sempre em mãos alguns comes e bebes para quebrar o galho. Uma paradinha em algum supermercado ou farmácia (sim, as farmácias americanas vendem de tudo!) ajuda a resolver essa questão e a evitar de ter que pagar 5 dólares em uma água pequena do frigobar do hotel. Walmart, Publix, Target, CVS, Walgreens são bons lugares para isso.

Nos próximos posts, vamos falar um pouco sobre os passeios que fizemos pela região de Miami. Para saber mais sobre planejamento de viagens com crianças, clique nos links:

Viajando com bebê

Documentos necessários para viajar com crianças

Check-list para viajar com bebê

Dicas especiais sobre comidinhas para bebês nos EUA

 

 

Califórnia / Pacific Highway (roteiro de 15 dias pela costa oeste americana – o começo de tudo)

Estávamos com dois roteiros na cabeça para as férias 2014: um envolvia alguns estados do sul dos Estados Unidos que sempre quis conhecer (Alabama, Tennessee e Georgia) e outro era o estado da Califórnia, descendo de carro pela Highway 1, também conhecida como Pacific Highway, de San Francisco a San Diego.

Meu marido, apaixonado por videogames e pelo jogo GTA (Grand Theft Auto), acabou com o nosso dilema e decidiu pela Califórnia. Explico a relação entre as duas coisas: o último jogo dessa série de games acontece em “Los Santos”, uma reprodução de Los Angeles, e ele falou que simplesmente precisava dirigir de verdade naquelas estradas e passar por aquela região. Foi a melhor decisão que podíamos ter tomado: “California, here we come!”

Hollywood Walk of Fame
Jogo de basquete dos Los Angeles Lakers
Radiator Springs, Disney California Adventure
Prestes a cruzar a Golden Gate Bridge de bike
Letreiro de Hollywood

A Califórnia é um estado incrível, com cidades belíssimas, a Pacific Highway é uma das estradas cênicas mais bonitas do mundo. A comida, a paisagem, o estilo de vida, as praias, os píeres, os parques (tanto os temáticos como as áreas protegidas), os atrativos, as pessoas, os serviços turísticos… Tudo é sensacional. Nos apaixonamos pela Califórnia de tal forma, que queremos voltar lá o mais rápido possível. Até porque, embora tenhamos aproveitado muito a viagem, ficou um monte de coisa para vermos depois, como vocês verão ao longo dos posts dessa série. É que o estado é imenso e a quantidade de atrativos também. Conforme você vai planejando (e executando), você percebe que muita coisa vai ter que ser deixada para depois e que vai ter que priorizar os programas que julga indispensáveis. O problema é que quase tudo parece indispensável por ali. Não é exagero. Tem muito o que fazer naquele lugar.

Disney California Adventure
Monterey Bay Aquarium
Golden Gate Park

Ah! E antes que perguntem, é um estado perfeito para viajar com crianças. Acho que quem mais aproveitou nessa aventura californiana foi a Bela, que na época estava com quase dois anos.

Qual a melhor época pra ir?

Quando pensamos na Califórnia, logo vem à mente aquele estado litorâneo, cheio de surfistas e gente bronzeada. Praia e sol combinam com calor, certo? Cuidado! Na Califórnia pode fazer muito frio também (não é à toa que as pessoas muitas vezes precisam usar roupas de borracha para entrar na água gelada do Pacífico). Em San Francisco, por exemplo, a temperatura varia ao longo do ano de algo em torno de 7oC a 23 oC  (os recordes históricos são mínima de -7oC e máxima de 43 oC!) . Fonte: http://weather.sg.msn.com/monthly_averages.aspx?&wealocations=wc%3aUSCA0987&q=San+Francisco%2c+USA&setunit=C

A paisagem e o clima no estado da Califórnia variam muito. Eles têm de deserto a montanha coberta de gelo. Algumas cidades são bem frias, outras nem tanto. Na nossa viagem, em abril, pegamos mínima de 6 oC (com muito vento, umidade e sensação térmica de temperaturas bem mais baixas) e máxima de 15 oC em San Francisco e calorão de 30 oC em San Diego (à noite baixava para 12 oC).

Friozinho no Muir Woods National Monument
Solzinho gostoso em La Jolla
Calorão no San Diego Zoo

Dependendo das suas preferências com relação ao clima, escolha a estação que julga mais agradável. Observe a época menos chuvosa, que, pelo que vimos no link acima, é de abril a outubro. Também é bom observar os dias de fog (para o caso de San Francisco) e aproveitar os dias com clima bom para fazer os passeios ao ar livre.

Aqui você pode encontrar mais informações sobre o clima na Califórnia.

No nosso caso, escolhemos fim de março e começo de abril porque já não é mais tão frio e chove menos e principalmente por uma razão econômica: a Bela ia completar dois anos no final de abril e queríamos aproveitar a última oportunidade para viajar sem ter que comprar um assento para ela no avião.

O nosso roteiro

Foi muito difícil fechar o roteiro para essa viagem, principalmente porque não podíamos passar mais de 15 dias de férias. Optar por uma cidade significava abrir mão de tantas outras possibilidades. Um dia a mais de parque temático significava um dia a menos de praia ou de reserva natural. Como é difícil decidir! Por fim, fechamos um roteiro que achamos mais a nossa cara, com as coisas que a gente curte fazer.

Disneyland!
Lombard Street, em San Francisco
Pôr-do-sol lindo em La Jolla

A primeira coisa que decidimos foi que queríamos descer pela California 1 (também conhecida como Highway 1, Pacific Highway), no sentido San Francisco – San Diego, pois principalmente no trecho do Big Sur, queríamos ficar mais próximos do mar e do lado certo das paradas e mirantes.

Ao todo, foram 1196 milhas (quase dois mil quilômetros!), isso sem contar os deslocamentos com transporte público e bicicleta em San Francisco. Ou seja, é uma road trip mesmo!

Detalhamos abaixo os 15 dias da nossa viagem. Claro que nesse quadro não estão descritas TODAS as coisas que fizemos. Rolaram alguns outros programinhas tipo passeios de carro para ter uma noção geral das cidades, comemos em alguns outros lugares, Target, Walmart, TJMaxx, Ross, Gamestop, e todas aquelas coisas que a gente ama fazer nos Estados Unidos. Mas para ter uma ideia de como dividimos os dias, segue o roteiro (as cidades em negrito são os locais de dormida):

Domingo

 

30/03

21:00 –> Voo Guarulhos (GRU) – San Francisco (SFO) pela United Airlines, com escala em Houston (IAH)
Segunda

 

31/03

 

San Francisco

05:15 –> Chegada no Aeroporto de Houston (IAH)

 

 

07:30 –> Escala para San Francisco (SFO)Obs.: Chegar cedinho a San Francisco era o que estava planejado. O voo saiu duas horas atrasado de Guarulhos porque teve um mini incêndio na máquina de café do avião. Chegamos tarde em Houston e perdemos a conexão para San Francisco. O próximo voo era bem mais tarde. Chegamos ao hotel só depois de meio-dia, super cansados =(

 

Check-in no Hotel Fusion

 

Almoço em um restaurante indiano pertinho do hotel.

 

Aproveitar a tarde para comprar: casacos adequados para a temperatura em San Francisco (Uniqlo, perto do hotel), 3 day visitor passport (Walgreens, perto do hotel), chip americano para o celular (T-Mobile, perto do hotel), GoPro + acessórios e GPS (Best Buy, ir de ônibus)

 

Union Square, Market Street e arredores

Terça

 

01/04

San Francisco

Cable car

 

Powell Station

 

Lombard Street

 

Fisherman’s Wharf

 

Boudin Bakery (almoço)

 

Pier 39

Quarta

 

02/04

 

San Francisco

Cable car

 

Golden Gate Bridge de bike

 

Sausalito, almoço no Scoma’s

 

Ferry para San Francisco

Quinta

 

03/04

 

San Francisco

Chinatown

 

Passada por Haight-Ashbury (The Haight, o bairro hippie)

 

Golden Gate Park

Sexta

 

04/04

 

San Francisco – Monterey

Pegar o carro na locadora (Hertz pertinho do hotel)

 

Check-out no Hotel FusionMuir Woods National Monument

 

Monterey

 

Check-in no Pacific Inn Monterey

 

Passeio e jantar na Cannery Row (The Fish Hopper)

Sábado

 

05/04

 

Monterey – Carmel  – Big SurSanta Barbara

Check-out no Pacific Inn Monterey

 

Monterey Bay Aquarium

 

17 Mile Drive

 

Carmel, almoço no Nico

 

Big Sur =)

 

Santa Barbara

 

Check-in no Brisas del Mar Inn at the Beach

 

Pizza no hotel (cansados!)

Domingo

 

06/04

 

Santa Barbara (Solvang + Vale de Santa Ynez)

Solvang

 

Vale de Santa Ynez (vinícola Kalyra)

 

Passeio pela orla

 

State Street

 

Almoço na Santa Barbara Brewing Company

Segunda

 

07/04

 

Santa Barbara – Camarillo

Check-out no Brisas del Mar Inn at the Beach

 

Camarillo Premium Outlets

 

Check-in no Best Western Camarillo Inn

Terça

 

08/04

 

CamarilloSan Diego

Check-out no Best Western Camarillo Inn

 

Check-in no Holiday Inn Express San Diego South – National City

 

Almoço no Phil’s BBQ

 

La Jolla (tarde + pôr-do-dol)

 

Jantar no In-n-Out

Quarta

 

09/04

 

San Diego

San Diego Zoo

 

Balboa Park

 

Jantar no Phil’s BBQ

Quinta

 

10/04

 

San Diego – Anaheim

Check-out no Holiday Inn Express San Diego South – National City

 

Check-in no Hilton Anaheim (http://www3.hilton.com/en/hotels/california/hilton-anaheim-SNAAHHH/index.html)Disneyland

 

Jantar no Denny’s, pertinho do hotel

Sexta

 

11/04

 

Anaheim

(Los Angeles)

Café da manhã no Denny’s

 

Los Angeles e HollywoodTour por LA, Beverly Hills e mansões dos famosos

 

Almoço no Hooters, em frente ao Staples Center

 

Jogo dos LA Lakers contra os Golden State Warriors no Staples Center

Sábado

 

12/04

 

Anaheim

(Santa Monica)

Café da manhã no Denny’s

 

Disney California Adventure

 

Fim de tarde com pôr-do-sol no píer de Santa Monica

 

Jantar no píer, no The Albright

Domingo

 

13/04

 

Anaheim

(Los Angeles)

Café da manhã no Denny’s

 

Calçada da fama, Chinese Theater

 

Almoço no Hard Rock Cafe

 

Griffith Observatory, letreiro de Hollywood

 

Jogo dos Anaheim Ducks x Colorado Avalanche, no Honda Center

Segunda

 

14/04

Arrumar as malas, fazer check-out e devolver o carro até meio-dia no aeroporto de Orange County

 

14:15 –> Voo do John Wayne Airport, Santa Ana, Orange County (SNA) para Guarulhos (GRU), com escala em Houston (IAH) – chegada prevista para 9 horas da manhã do dia seguinte em Guarulhos.

 

As passagens

Compramos as passagens pela United Airlines. A escolha foi pelo melhor custo x benefício no dia da compra. A ideia era chegar por San Francisco e voltar por Los Angeles ou San Diego (e, dependendo de qual fosse a cidade, mudaríamos a ordem do roteiro). Como eu fazia a busca sempre procurando por aeroportos próximos, apareceu a opção da volta pelo aeroporto John Wayne, em Santa Ana, Orange County, pertinho do hotel onde estaríamos hospedados em Anaheim. Na ocasião, os voos saindo desse aeroporto estavam com uma promoção especial. Não pensamos duas vezes e compramos!

A Bela brincando enquanto esperávamos o voo em Houston

Os detalhes sobre o voo estão na figura abaixo.

Detalhes dos voos.

Como íamos fazer compras e pegar muita estrada, escolhemos um carro grande. Sempre fizemos reserva de veículo pela agência Happy Tours USA. Por algum motivo, os preços que encontramos no site deles sempre são melhores que os que encontramos em outros sites. Sempre foi muito tranquilo e nunca tivemos problema.

O carro

Escolhemos uma Standard SUV pela Hertz, pegando o carro no nosso último dia em San Francisco (lá só usamos transporte público) em uma agência que ficava pertinho do nosso hotel e devolvendo no aeroporto de Santa Ana. O atendimento na Hertz da Ellis Street foi bem tranquilo. Demorou um pouquinho porque não avisamos que queríamos pegar o carro com tanque cheio e eles tiveram que sair para abastecer. Mas a fila para o atendimento estava pequena (duas pessoas na nossa frente) e os atendentes foram muito simpáticos e solícitos. O carro que nos deram foi um Chevrolet Tahoe, grandão, muito bem conservado, bom de dirigir e até que não é tão beberrão se considerarmos as dimensões do veículo e a quilometragem viajada.

Nosso carro, um Chevrolet Tahoe
Cruzando uma ponte na Pacific Highway
Usando o Car Pool
Quilometragem rodada no final da viagem

Compramos uma cadeirinha da Maxi-Cosi no site da Albee Baby e mandamos entregar no hotel de San Francisco. Foi lá que encontramos o melhor preço para o modelo que queríamos. Com o carrinho da MacLaren foi a mesma coisa (eles tinham o melhor preço e mandaram direitinho para o nosso hotel em Nova York). Estávamos precisando mesmo de uma cadeirinha para o outro carro, então optamos por comprar uma ao invés de alugar. O GPS, nós compramos no primeiro dia em San Francisco, na Best Buy. Agora, sempre que formos aos Estados Unidos, usaremos o nosso próprio.

Bela na cadeirinha nova

Os hotéis

Nosso hotel super charmoso em Santa Barbara

 

Nos posts específicos sobre as cidades, falaremos um pouco sobre cada hotel. Gostamos de todos. O quarto do Fusion, de San Francisco, era um pouco apertado, mas a culpa também foi nossa, pois no Hotwire, fizemos a busca de um quarto para casal e não para um casal + um bebê. Eles não tinham berço e a Bela dormiu com a gente na cama. A localização do hotel compensava qualquer aperto no quarto.

Todos os outros tinham o quarto mais espaçoso (isso quando não era beeeem espaçoso, com duas camas king size).

Nessa viagem, como vamos descendo a costa, passando por várias cidades, obviamente o troca-troca de hotel é grande. Em Los Angeles / Anaheim, optamos por não trocar o hotel e ficar o tempo todo em Anaheim, fazendo mini-viagens a Los Angeles. Valeu a pena, pois o nosso voo saía de Orange County (região onde está situada Anaheim) e, na nossa opinião, a distância entre as duas cidades não é tão grande a ponto de compensar mais uma troca de hotéis (check-in, check-out, arruma mala, desfaz a mala, ai, ai…).

Seguro-viagem

Nunca viajamos sem contratar um serviço de seguro para a viagem. Temos o do cartão de crédito, mas nunca nos sentimos tranquilos para viajar só com ele. Sempre contratamos o recomendadíssimo na blogosfera World Nomads. Sempre fechamos o plano família categoria Explorer, pois a diferença de preço para o plano Standard é pequena e a cobertura é bem melhor. Eles sempre têm cupom de desconto. Para ver o código mais atual, consulte o RetailMeNot, sobre o qual já falamos aqui.

Píer de Santa Monica

Nos próximos posts, contaremos mais sobre essa viagem incrível. No final, pretendo fazer um post índice, reunindo todos os posts sobre a Califórnia e concluindo com um mapinha dar uma noção melhor do que é esse roteiro. Está sendo uma delícia relembrar os momentos que vivemos por lá.

“We’ve been on the run, driving in the sun, looking out for number one. California here we come right back where we started from” (Phantom Planet)

 

Veja aqui os demais posts publicados sobre essa viagem:

San Francisco, CA: roteiro de 5 dias na cidade que vai muito além da Golden Gate Bridge

 

Monterey, Carmel e Big Sur: paisagens exuberantes e lugares inesquecíveis ao longo da California 1

 

Santa Barbara, CA: uma cidade que vale a parada (com bate-volta em Solvang e Santa Ynez Valley)

 

Camarillo Premium Outlets: uma parada para compras na Califórnia

 

San Diego, CA: paisagens lindas, diversão e história no extremo sul da Califórnia

 

Los Angeles, Anaheim e arredores: da capital mundial do cinema ao berço da Disney

 

21 coisas que você precisa saber antes de ir à Disneyland