Vancouver com crianças: chegada à cidade, transporte do aeroporto até Downtown e hospedagem no centro

Dando continuidade ao relato do nosso roteiro pelo Canadá e Estados Unidos, hoje vamos detalhar um pouco da nossa experiência inicial em Vancouver. Depois, vou fazer um post separado com dicas sobre o que fazer na cidade e o segundo hotel onde nos hospedamos. É que essa parte da “diversão” em Vancouver, nós deixamos para os últimos dias do roteiro, depois de termos feito todas as outras cidades da nossa rota Canadá + Estados Unidos.

Nesse post, vamos falar sobre transporte em Vancouver, a forma como decidimos nos deslocar do aeroporto ao hotel e depois do hotel até o ponto de retirada do nosso motorhome, na cidade de Delta. Contaremos sobre o aluguel do carro no aeroporto e o que nos motivou a escolher essa forma de deslocamento. Também vamos dar uma dica de hospedagem bacana e econômica em Vancouver Downtown.

Só para ficar mais claro para quem não acompanhou nossas postagens desde o início, boa parte dessa viagem foi feita de motorhome, mas em Vancouver nós nos hospedamos em dois hotéis diferentes – um logo quando chegamos do Brasil e outro no final da viagem, quando fomos curtir e conhecer Vancouver durante alguns dias. O nosso voo foi São Paulo – Toronto – Vancouver, depois, na volta, Vancouver – Toronto (onde fizemos stopover) – São Paulo. Foi em Vancouver que pegamos e devolvemos o motorhome, na Cruise Canada.

Para quem está acompanhando o nosso roteiro completo, este é o dia 2 da nossa viagem.

No dia em que chegamos ao Canadá, depois de dois voos longos da Air Canada (um de quase 10 horas de São Paulo a Toronto e outro de pouco mais de 5 horas de Toronto a Vancouver), nós não fizemos muito planos. Reservamos esse dia para chegar de viagem, descansar no hotel, fazer umas comprinhas no centro da cidade (precisávamos comprar baterias para uma GoPro nova que seria usada na viagem) e ter uma ideia geral de Vancouver Downtown. No dia seguinte, pegaríamos o motorhome na Cruise Canada em torno do horário do almoço e começaríamos a nossa longa jornada pelo Canadá e Estados Unidos. Assim, não compensava encher esse primeiro dia de programação.

Aguardando o embarque em Guarulhos
Aguardando o embarque em Guarulhos.

Que bom que reservamos esse dia para descanso, pois a saída do nosso voo no Brasil atrasou bastante e perdemos a nossa conexão em Toronto. Acabamos chegando a Vancouver quase 5 horas mais tarde que o esperado. A previsão era chegarmos às 8h54 e chegamos lá às 14h04.

Aguardando o voo em Toronto
Aguardando o voo em Toronto.

Alugando um carro de última hora

Enquanto esperávamos o voo em São Paulo, no dia anterior, ficamos bem preocupados com a logística de transporte do aeroporto em Vancouver até o nosso hotel no centro da cidade.

É que quando estávamos saindo de casa em São Paulo, pedimos um Uber Bags e a nossa bagagem não coube dentro de um carro, pois o Uber que apareceu era um veículo Sedan. Terminamos tendo que chamar mais um Uber e dividimos a família em dois carros para irmos até Guarulhos. Éramos quatro pessoas, com malas grandes, um carrinho de bebê duplo e um bebê conforto, o que demandaria um carro bem espaçoso em Vancouver.

As crianças no carrinho duplo, enquanto aguardávamos embarque em Guarulhos. Esse carrinho é uma mão na roda.
As crianças no carrinho duplo, enquanto aguardávamos embarque em Guarulhos. Esse carrinho é uma mão na roda.

Ir de SkyTrain até Vancouver Downtown estava fora de cogitação, por causa das malas e das crianças pequenas. Pesquisei em alguns fóruns na internet e descobri que em Vancouver eles têm alguns táxis espaçosos, adaptados para cadeirantes, que dariam conta da nossa bagagem. Porém, as pessoas falavam que às vezes esses táxis demoravam um pouco para chegar. Como já estávamos cansados e a viagem ia durar bem mais que o planejado (àquela altura já sabíamos que perderíamos a conexão em Toronto e que tínhamos sido realocados em outro voo), decidimos alugar um carro grande no aeroporto de Vancouver.

Fiz então a reserva de última hora pelo site da Expedia na Avis, que era a locadora dentro do terminal do aeroporto com o preço mais em conta naquele momento. O preço foi camarada, talvez pelo fato de ter sido de última hora e eles terem o veículo lá sobrando.

Quando fizemos as contas, percebemos que alugar o carro só por um dia seria a opção mais cômoda e que em termos de economia, era uma opção de valor similar a andar de táxi pela cidade. Percebemos que o valor do aluguel de uma mini-van (carro enorme, que daria conta de toda a nossa bagagem com folga) + o valor do estacionamento do hotel, dava quase o valor do táxi do aeroporto até Vancouver Downtown e depois de Vancouver Downtown até a Cruise Canada, que fica na cidade de Delta, perto de Vancouver, onde pegaríamos o motorhome no dia seguinte. Só assim teríamos como ir buscar o motorhome de carro, passar toda a bagagem para o motorhome e depois sairmos juntos, cada um dirigindo um veículo, a caminho do aeroporto para devolver o carro na locadora e seguirmos juntos a viagem no motorhome.

Nossa bagagem muito bem acomodada no porta-malas do Dodge Grand Caravan.
Nossa bagagem muito bem acomodada no porta-malas do Dodge Grand Caravan.

O atendimento na Avis foi eficiente e rápido. O veículo alugado foi um Dodge Grand Caravan novinho e super confortável. Maravilhoso! Fiquei sonhando em ter um desses para mim. Nossa bagagem coube com folga no carro. As crianças adoraram todo o espaço que tinham dentro e as portas que abriam para o lado com o toque de um botão. Muito legal!

Depois de dois longos voos, a Bela continua toda animada, aguardando o carro na Avis do terminal do aeroporto em Vancouver.
Depois de dois longos voos, a Bela continua toda animada, aguardando o carro na Avis do terminal do aeroporto em Vancouver.

Para quem não conhece, esse veículo acomoda sete pessoas. Neste caso, com todos os assentos ocupados, o porta-malas fica pequeno. Mas quando os assentos da última fileira não estão sendo usados (nosso caso), é só rebater o banco traseiro e o porta-malas fica imenso!

Dodge Grand Caravan
Dodge Grand Caravan
O Dodge Grand Caravan é super confortável.
O Dodge Grand Caravan é super confortável.

Nós nunca alugamos GPS nas locadoras, pois sempre levamos o nosso próprio, que atualizamos com os mapas novinhos da América do Norte. Para navegação, também usamos bastante o celular, com o aplicativo Waze, que também dá uma noção do trânsito. O chip da Easysim4u funcionou direitinho, a partir do momento em que pisamos no Canadá. Bastou colocar o chip no celular, ativar o pacote de dados e começar a usar. Então já saímos do aeroporto com internet nos dois celulares, já que tínhamos um plano que permitia que um celular funcionasse como roteador para o outro.

Quanto às cadeirinhas para as crianças, também não alugamos, pois levamos o bebê-conforto do Felipe e o booster (assento de elevação) da Bela.

Dirigir em Vancouver foi muito tranquilo. As ruas são bem lisinhas, os motoristas são educados e o trânsito é tranquilo. Nos horários de pico, a coisa fica um pouco mais carregada, mas nada que não possa ser suportado. Se bem que nesse ponto não somos muito referência, pois estamos acostumados com o trânsito caótico de São Paulo.

Dirigindo pelas ruas de Vancouver.
Dirigindo pelas ruas de Vancouver.

Como se deslocar pela cidade

Mas vejam só, pessoal… A nossa escolha pelo aluguel do carro no primeiro dia foi só por causa de todos os motivos que expus para vocês ali em cima. Nos últimos dias da nossa viagem, nós ficamos em Vancouver “a pé”. O centro da cidade e a área mais turística são pequenos. Se você se hospedar em Downtown, dá para fazer boa parte das coisas a pé, de transporte público, de táxi, de bike ou de ônibus hop-on/hop-off. Os atrativos turísticos mais afastados, como a Capilano Suspension Bridge e a Grouse Mountain têm shuttle grátis partindo de Canada Place e da frente de alguns hotéis de Downtown. Então, dá para se virar perfeitamente bem sem carro. Infelizmente, quando estivemos lá, ainda não existia Uber na cidade e as negociações para liberarem o funcionamento do Uber estavam bem enroladas.

Assim sendo, se a sua dúvida é se Vancouver dá para ser bem visitada sem carro, SUPER DÁ! Aliás… É super gostoso caminhar pelas ruas da cidade e o transporte público dá conta do recado.

O primeiro hotel

O hotel onde nos hospedamos quando chegamos à cidade foi o Century Plaza Hotel & Spa, na Burrard Street. Gostamos muito do atendimento, da estrutura e da localização. Os quartos são um pouco antigos, mas tudo estava limpinho e organizado.

Quarto do Century Plaza Hotel & Spa.
Quarto do Century Plaza Hotel & Spa.
Os dois chegaram ao hotel assim. Derrubados.
Os dois chegaram ao hotel assim. Derrubados.

O nosso quarto era espaçoso, com duas camas de casal e tinha uma vista bonita para o centro da cidade. Pedimos um berço e eles colocaram. No quarto tinha sofá, tv de tela plana com muitos canais (inclusive canais infantis), telefone, mesa com cadeiras, cozinha completa com geladeira, fogão, microondas, pia e máquina de café. Banheiro espaçoso e limpinho.

Cozinha completinha.
Cozinha completinha.

O hotel tem wi-fi grátis, piscina coberta e aquecida, estacionamento (pago à parte – CAD 17 por dia), spa, salão de beleza, restaurante (o café da manhã não estava incluído), academia, bar.

A localização, na Burrard Street, é muito boa. Dá para ir caminhando para os principais pontos de Vancouver. O shuttle para a Capilano Bridge passa pertinho de lá. Muitos restaurantes e lojas no entorno.

Vista da janela no nosso quarto.
Vista da janela no nosso quarto.

Como o café da manhã não estava incluído no hotel, no dia seguinte tomamos café no Breka Bakey & Café, na Davie Street, que fica a dois blocos do hotel. Comida muito gostosa. Sanduíches no croissant deliciosos e caprichados, doces muito saborosos.

Primeiro rolê pelo centro

Quando chegamos de viagem, fizemos check-in, tomamos um banho e depois fomos caminhando do hotel até a Best Buy, que fica na Robson Street, pois precisávamos comprar baterias extras para a GoPro. São só 10 minutinhos de caminhada até lá. Essa rua é super movimentadas e repleta daquelas lojas que amamos. No mesmo prédio da Best Buy tem uma Winners, que é a TJMaxx/Ross do Canadá. De lá, passamos em um mercadinho para comprar água, uns comes e bebes e detergente para lavar os copinhos e mamadeiras do Felipe.

Depois das compras, fomos jantar em um restaurante indiano (quem acompanha o blog sabe que amamos comida indiana), que fica em cima de uma loja da grife Hermès. Ficamos com medo de subir até lá e os preços serem absurdos como os da loja que fica abaixo, mas o restaurante não tem nenhuma relação com a loja. Ufa! A comida no restaurante estava muito saborosa e o atendimento foi muito bom. O nome do lugar é Salam Bombay. Terminado o jantar, corremos para o hotel para dormir. Estávamos exaustos. Nessa época do ano, a diferença de fuso entre São Paulo e Vancouver é de 5 horas, então era como se estivéssemos acordados e batendo perna pelo mundo depois de uma hora da manhã.

 

Transporte em São Paulo: de carro, de metrô, de ônibus, de táxi, de Uber, de bike, a pé… Como é melhor?

Vai visitar São Paulo e está em dúvida sobre qual a melhor forma de se deslocar na cidade? Como moramos em São Paulo, preparamos algumas dicas para te ajudar a tomar essa decisão.

Alugar um carro talvez NÃO seja uma boa opção e vamos apresentar alguns motivos

  • O trânsito em São Paulo às vezes pode ser um pouco caótico e estressante. Você não quer se estressar justo nas férias, quer?
Trânsito em São Paulo. Foto: Henrique Boney. Creative Commons 3.0
  • Mesmo com GPS e Waze, às vezes pode ser um pouco confuso dirigir por aqui, principalmente para quem não conhece bem a cidade. Você perde uma entradinha na Marginal e já tem que dar a volta no planeta para conseguir corrigir o seu erro e voltar à sua rota.
  • A cidade é enorme e tem algumas pegadinhas (rodízio veicular, faixas exclusivas para ônibus), com as quais muita gente não está acostumada.
  • Estacionar pela cidade é caríssimo e estacionar de graça pela rua é quase uma missão impossível, principalmente nas regiões próximas a pontos turísticos, restaurantes e áreas comerciais. Um valet em frente a algum restaurante custa (fácil) uns 20 a 25 reais. No Shopping, se você demorar um pouco mais, for a um teatro ou cinema e fizer uma refeição, o valor do estacionamento pode chegar a 20 ou 30 reais. Na Rua Vinte e Cinco de Março, em dia de sábado, os estacionamentos custam em torno de 35 reais e o trânsito é de enlouquecer. Some os valores dos estacionamentos ao valor de aluguel do carro e veja se não fica bem mais em conta andar de táxi ou Uber.
Valores do estacionamento no Shopping Pátio Higienópolis em agosto de 2017

Metrô e ônibus

Embora o metrô cubra uma área relativamente pequena da cidade, boa parte dos pontos turísticos tem estações de metrô próximas (em breve faremos um post mostrando os principais pontos turísticos próximos ao metrô). Aliás, na hora de escolher o local da hospedagem, uma boa dica é escolher algum hotel que fique perto de alguma estação.

Mapa das estações de metrô e trem de São Paulo

Daí a dica é: some os valores das entradas do metrô (ou integração ônibus + metrô/trem) e veja se compensa ou não ir de Uber/táxi. Confira aqui as tarifas do metrô. Crianças de até 6 anos e idosos com mais de 60 anos viajam de graça. Muitas vezes, quando se está com um grupo grande, o Uber fica mais em conta, além de ser mais rápido e confortável.

A Isabela toda contente porque estava “passeando” de metrô

O metrô de São Paulo é muito bom. É limpo, é eficiente e bem organizado. Quem já andou de metrô em outros países (inclusive de primeiro mundo), vai ver que o metrô de São Paulo não fica devendo em nada (a não ser pela cobertura, que podia abranger uma área bem maior da cidade).

Estação Butantã – Linha Amarela. Foto: Surian. Creative Commons 3.0
  • Se você vai optar por usar o transporte público na sua viagem, compre o Bilhete Único, que permitirá que você use o combo ônibus + metrô/trem com desconto e até 4 viagens de ônibus em um intervalo de até 3 horas pagando apenas uma tarifa. Residentes de São Paulo precisam fazer um cadastro do Bilhete Único, mas turistas não. Para turistas, há a opção de adquirir o Bilhete Único Anônimo (sem cadastro) mediante o pagamento de R$ 3,80 referente ao cartão, acrescido da recarga mínima no valor de 5 tarifas vigentes. O Bilhete Único pode ser adquirido nos Postos Autorizados.
  • Se estiver com crianças pequenas, você pode usar o carrinho de bebê. Como você vai passear muito pela cidade e também fazer longas caminhadas dentro das estações, o carrinho ajuda bastante. Procure os elevadores dentro das estações. Há vagões prioritários para gestantes, pessoas com crianças de colo, idosos e pessoas com deficiência.
  • Evite os horários de pico (comecinho de manhã e fim da tarde), quando as pessoas estarão indo e vindo do trabalho. Nesses horários, a coisa pode ficar meio caótica nas estações.
  • Dá para andar de bike e levá-la dentro do metrô, mas há restrições de horários e dias da semana. Saiba mais aqui.
  • Todas as estações possuem bilheterias. Se você não tiver Bilhete Único, pode comprar o bilhete diretamente na estação.
  • O metrô é um lugar que pode ser considerado seguro, mas um pouco de cuidado extra nunca é demais. Fique atento com os seus pertences e não largue a mão das crianças pequenas. Sempre fique atrás da linha amarela e auxilie as crianças ao entrar no trem, tomando cuidado com o vão entre o trem e a plataforma.
  • Consulte o horário de funcionamento das estações e evite surpresas, principalmente se estiver planejando pegar o metrô muito cedo ou tarde da noite.
  • Se for pegar ônibus e não souber qual, consulte o site da SPTRANS (que tem um serviço de busca de linhas por trajeto) ou o Google Maps (opção transporte público). Uma conversinha com os locais (tipo o recepcionista do hotel) para saber qual a melhor opção de ônibus/metrô também ajuda.

Uber/Táxi

O Uber funciona super bem em São Paulo. Há muitos motoristas cadastrados e muitas vantagens. Uma delas é que você não precisa andar com dinheiro. Outra é o fato de ter uma estimativa do valor da corrida, antes mesmo de chamar o motorista. E uma coisa que considero super importante para quem não conhece a cidade é a garantia de que o motorista não vai ficar “rodando” e fazendo voltas para aumentar o valor da corrida, já que você pode acompanhar pelo próprio aplicativo o caminho correto para o seu destino.

Em São Paulo, temos UberX (o que eu mais uso, com carros “normais” e não compartilhados), UberPool (com carro compartilhado com outros passageiros),  UberBlack (a modalidade mais cara de Uber, com carros de luxo) e UberSelect (uma modalidade intermediária entre o X e o Black).

Se estiver na fase de planejamento da sua viagem, você pode fazer o cálculo da estimativa dos valores dos seus deslocamentos no site da Uber: https://www.uber.com/pt-BR/cities/sao-paulo/ .

Outra opção são os táxis convencionais. São Paulo conta com uma grande disponibilidade de táxis e o serviço aqui costuma ser muito bom. Há aplicativos como o 99Táxis e o EasyTaxi.

Provavelmente o Uber ficará mais em conta que o táxi, daí cabe a você decidir qual prefere.

Para quem viaja com crianças, acho o Uber uma mão na roda. Dá para contar com um bom serviço, com conforto, conveniência, praticidade e preço acessível. Para famílias, muitas vezes compensa o Uber ao invés do próprio transporte público.

A pé / de bike

Muitos lugares da cidade serão melhor explorados e curtidos a pé ou de bicicleta. Para famílias mais chegadas atléticas (rsrsrsrs), chegadas em atividades físicas, um passeio de bicicleta pela cidade pode ser uma delícia e gerar momentos inesquecíveis.

A cidade conta com muitas ciclofaixas, ciclorrotas, ciclovias e ciclofaixas de lazer (entenda a diferença entre elas).

  • O Projeto Bike Sampa, da Prefeitura de São Paulo em parceria com o Banco Itaú, oferece bicicletas gratuitas (e aluguel) em pontos estratégicos da cidade. A bike sai de graça por um período de até 60 minutos. Você pode usar gratuitamente várias vezes ao dia, desde que haja um intervalo de pelo menos 15 minutos entre as viagens. Viagens com duração de mais de uma hora são tarifadas pelo valor de R$ 5,00 por hora.
Bicicletas do projeto Bike Sampa. Foto: Elisa Rodrigues – Secretaria de Transportes da Cidade de São Paulo

No aplicativo Bike Sampa, no site e no telefone 40036055, o usuário pode consultar as bicicletas disponíveis e as vagas para devolução.

Para usar as bikes é necessário efetuar um cadastro e o pagamento pode ser feito com o seu Bilhete Único. Saiba mais aqui: https://bikesampa.tembici.com.br/ .

Para quem está com crianças pequenas, um fator complicador pode ser o fato de as bicicletas não terem cadeirinha. Neste caso, se quiser fazer passeios de bike, pode valer a pena alugar uma.

  • Uma opção similar ao Bike Sampa é o Projeto Ciclo Sampa, parceria entre a Prefeitura e o Bradesco. Só que neste caso, só os primeiros 30 minutos são gratuitos. Saiba mais aqui: http://www.ciclosampa.com.br/index.php .
  • Nos parques Villa-Lobos e Ibirapuera é possível alugar bikes com cadeirinha para crianças.
Passeio de bike no Parque Villa-Lobos
  • Saiba mais sobre bike em São Paulo, roteiros de bike e dicas de segurança no link: http://www.cidadedesaopaulo.com/spdebike/index-desktop/ .
  • O projeto BikeTourSP oferece passeios culturais gratuitos (eles pedem a doação de 2kg de alimento não perecível) e guiados pela cidade de São Paulo. São vários passeios diferentes disponíveis na cidade e o pessoal oferece a bike, cadeirinha e capacete. É necessário fazer inscrição no site https://www.eventbrite.com.br/o/bike-tour-sp-8505300239 . A rota da Vila Madalena, que conta com muitas subidas, é feita com bikes elétricas. Nós já fizemos esse tour e curtimos muito. Nunca tínhamos pedalado uma bicicleta elétrica antes. Foi uma experiência muito gostosa. Para quem não sabe pedalar, o roteiro da Avenida Paulista conta com Triciclo Família. No passeio da Avenida Paulista também há uma bike especial adaptada para pessoas com mobilidade reduzida.
Passeio BikeTour SP – Vila Madalena – Beco do Batman
Passeio BikeTour SP – Vila Madalena