Bayside Marketplace: compras, restaurantes e lazer com vista para a Biscayne Bay (Miami)

Um programa gostoso de fazer em Miami Downtown é um passeio pelo Bayside Marketplace, uma espécie de shopping outdoor cheio de charme e localizado em frente à Biscayne Bay (a vista para a baía é linda).

Bayside Marketplace. Créditos: Averette, http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
Daqui saem vários passeios de barco

O Bayside, que vive lotado de turistas, tem diversas opções de lojas, restaurantes e cafés. De lá saem diversos passeios de barco e sightseeing tours. À noite tem shows com música ao vivo.

Vista do Bayside Marketplace e Miami Downtown à noite. Créditos: Xynn Tii – https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/ – https://www.flickr.com/photos/xynntii
Bayside lotado de turistas

Como chegamos a Miami cedinho, nosso apartamento ainda não estava liberado para check-in. Aproveitamos para resolver as primeiras questões de logística (compra do chip americano para o celular, troca da cadeirinha veicular da locadora pela nossa própria, compra de comes e bebes – do jeitinho que relatamos no post anterior). Quando acabamos de resolver tudo, já estava na hora do almoço.

Ainda estávamos com o carro carregado de bagagens, cansados da viagem, vestindo as mesmas roupas que usamos quando saímos de São Paulo no dia anterior. Mas era preciso esperar o apartamento ficar pronto, então paciência…

Assim, partimos para almoçar. Lembrei que precisávamos ir a algum lugar onde pudéssemos estacionar com alguma segurança, já que as nossas malas estavam no carro. Quando comentei isso, eu e o meu marido falamos ao mesmo tempo: “Bayside Marketplace!”. Bem, na verdade, ele falou “Aquele shopping que fica em frente ao mar e que tem um Hard Rock Cafe”, o que no fundo é a mesma coisa, certo? Estávamos em sintonia, então partimos para lá.

Vale destacar que não faço a mínima ideia de se o lugar é seguro para estacionar com bagagem no carro. Só pensamos que como o estacionamento é pago, fechado e fica em um lugar bastante movimentado, o risco de termos as malas roubadas seria ligeiramente menor. Então arriscamos e, quando voltamos, ainda estava tudo lá. Graças a Deus! [UPDATE: Parece que nem lá o estacionamento é seguro para quem está com compras no carro. Vejam nos comentários desse post o depoimento de uma pessoa que teve o carro arrombado nesse estacionamento. Que triste isso, gente! Esse tipo de ocorrência, infelizmente, tem se tornado cada vez mais frequente na Flórida].

Embora Miami tenha outras opções melhores para compras, como é o caso dos outlets, o Bayside tem boas lojas e os preços não são ruins. Se estiver rolando alguma liquidação, pode-se encontrar preços semelhantes aos dos outlets. Entre as lojas, algumas das favoritas dos turistas brasileiros, como Gap (Baby, Kids e adulto), Claire’s (os acessórios de lá são super fofos), Crocs, Disney Store (quando fomos nessa última viagem estava quase tudo em promoção e fizemos umas comprinhas por lá), Foot Locker (de artigos esportivos), Gamestop (o paraíso para quem curte videogame – marido faz a festa!), Guess, Sunglass Hut, Victoria’s Secret, entre outras. Lá também tem muitas lojinhas de souvenir e presentinhos em geral.

Bela colorindo na Disney Store
Fez questão de carregar ela mesma as comprinhas da Disney Store

Para ver a lista completa das lojas do Bayside Marketplace, clique aqui .

No quesito alimentação, o Bayside Market tem muitas boas opções de restaurantes, cafés, bares e sorveterias. Hard Rock Cafe, Hooters, Bubba Gump Shrimp Co. (vamos falar sobre ele no próximo post) e os bem avaliados no TripAdvisor, mas que ainda não testamos: Los Ranchos Stakehouse, Five Guys Burger (falam que hambúrguer de lá é divino) e Let’s Make a Daikiri (bar).

Para ver a lista completa dos restaurantes do Bayside Marketplace, clique aqui.

Os horários de funcionamento do Bayside são: de segunda a quinta, das 10h às 22h; sexta e sábado, das 10h às 23h; domingo, das 10 às 21h.

Daqui saem os passeios de barco
Acho que a Bela quer sorvete
Frente do Bayside Marketplace. Créditos: http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/

Para chegar lá, digite no GPS: 401, Biscayne Boulevard. Quando chegar em frente ao shopping, siga as placas “Parking” ou “Parking Garage” (estacionamento). O estacionamento é pago e varia de acordo com o tempo que você passar lá. Para saber os valores, clique aqui. Você pode pagar o estacionamento em um dos terminais de autoatendimento situados entre o estacionamento e o shopping.

Para quem vai com crianças, é super tranquilo passear com carrinho, há banheiros com trocadores e restaurantes kid-friendly. Eles também oferecem o serviço de aluguel de cadeira de rodas e há um centro de informações ao visitante.

Bônus: American Airlines Arena

O shopping fica bem ao lado da American Airlines Arena, ginásio onde joga o time da NBA, Miami Heat, e onde há muitos shows musicais. Uma boa ideia de programa é casar passeio no Bayside + comidinha gostosa em algum restaurante de lá + jogo de basquete do Miami Heat. Sucesso garantido!

American Airlines Arena. Créditos: Edgar Serrano – http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
Jogo do Miami Heat. Créditos: Melanie Applegate – https://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/ – https://www.flickr.com/photos/melanietippsphotography/

Frequentar eventos esportivos é um dos nossos programas favoritos nos Estados Unidos. Eles transformam as partidas em verdadeiros espetáculos. Achamos que vale muito à pena viver essa experiência. Quem acompanha o blog, sabe que já assistimos jogos dos New York Yankees, Anaheim Ducks e Los Angeles Lakers.

É um programa divertido e super tranquilo para fazer com crianças. Uma dica importante é: lembre de comprar os ingressos com antecedência. Para saber mais, leia: http://pezinhonaestrada.com/2014/10/14/los-angeles-anaheim-e-arredores-da-capital-mundial-do-cinema-ao-berco-da-disney/ e http://pezinhonaestrada.com/2014/08/05/nova-york-com-bebe-de-um-ano-parte-4-go-yankees/ .

Los Angeles, Anaheim e arredores: da capital mundial do cinema ao berço da Disney

Continuando a nossa jornada pela Califórnia, partimos para o nosso o último ponto de parada: a região metropolitana de Los Angeles.

Ela é imensa! É a 2ª maior região metropolitana dos Estados Unidos e a 13ª do mundo. É formada por dois condados (counties): Los Angeles County e Orange County (da série The OC, lembram?). O Condado de Los Angeles é o mais populoso dos Estados Unidos e contava com quase 10 milhões de pessoas em 2010 (18,2 milhões em toda a região metropolitana).

Região Metropolitana de Los Angeles. Créditos: Raeky http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/

Essa área da porção sul da Califórnia consegue reunir tudo o que permeia o nosso imaginário quando fazemos referência a esse estado. Uma das mais poderosas indústrias cinematográficas do mundo, praias belíssimas e bem estruturadas repletas de surfistas e jovens praticando esportes, píeres com muitas opções gastronômicas e de entretenimento, o luxo e a riqueza das lojas de grife de Rodeo Drive e das mansões de Beverly Hills… Também é nessa região que ficam os principais parques temáticos da Califórnia, inclusive foi em Orange County que Walt Disney construiu seu primeiro parque temático, o Disneyland, que junto com Downtown Disney e o mais recente Disney California Adventure fazem de Anaheim um forte destino turístico.

Hospedagem

Preferimos escolher um só hotel para ficar na região de Anaheim e Los Angeles. Como a distância entre os dois pontos é de algo em torno de 40 minutos e a descida pela costa oeste já implica em um troca-troca frequente de hotéis, decidimos que não compensava mais um check-in/check-out no nosso roteiro.

Decidimos ficar no Hilton Anaheim, que reservamos por meio de uma promoção no Decolar. Ironicamente, como acontece nos hotéis mais caros dos Estados Unidos, quase nada está incluído na diária. Internet, estacionamento e café da manhã são pagos à parte. O estacionamento custava US$ 22 por dia com valet (não inclui gorjeta), ou US$ 16 por dia se você mesmo estacionar o carro. Se quiser usar a piscina, é cobrada uma taxa à parte. Também falaram que não têm o serviço de recebimento de encomendas para hóspedes e que se precisássemos receber algo teríamos que entrar em contato com o FEDEX, que tem uma agência dentro do hotel. No saguão também tem várias lojinhas e uma Starbucks.

Como tinha um Denny’s bem pertinho, optamos por ficar tomando café fora do hotel e foi muito bom.

O Hilton é imenso. O quarto é espaçoso, confortável e tinha um janelão que tomava a parede inteira e ia do chão ao teto. Bem localizado, tem várias opções de restaurantes nas redondezas e dá para ir andando de lá até a Disney. Nós fomos de carro, mas vários hóspedes iam e voltavam andando tranquilamente. O Hilton Anaheim faz parte do sistema Good Neighbor Hotels da Disney e tem serviço de shuttle para os parques.

Nosso janelão no Hilton Anaheim

Para saber quais os hotéis da Disney e quais os que levam o selo Good Neighbor, clique aqui.

Ouvi falar muito bem do Howard Johnson Anaheim, que tem quatro estrelinhas e meia no TripAdvisor e um parque aquático bem bacana para as crianças. Quando finalmente decidi por ele, já não tinha mais vaga. Fica a dica para quem quer ficar em um hotel bacana e bem família. Embora a rede Howard Johnson (HoJo) geralmente tenha diárias mais em conta, o de Anaheim não tem as diárias tão baratas, pois a localização é fantástica (mais próximo da entrada dos parques que os próprios hotéis da Disney).

Comecemos então o relato da última parte da nossa viagem de 15 dias pela Califórnia.

Dia 1

Saindo de San Diego, seguimos para Anaheim, rumo à Disneyland! Como esperei por esse momento…

O meu marido já tinha ido à Disneyland Paris, quando criança, mas para mim, era a primeira vez em um parque da Disney. Um grande sonho que sempre tive, desde criancinha, estava se tornando realidade. Me emocionei tanto! Chorei, chorei e chorei. Felicidade transbordando. Alegria plena. Foi mágico! Até ele se emocionou bastante. A Bela também ficou muito feliz. Via o “Kickey e a Minnie” em todos os lados. Apontava, pulava, dançava. Que dia legal para toda a família! Até hoje, quando a Bela vê a introdução dos filmes da Disney, ela grita: “É da ‘Djineys’. Eu já ‘foi’ lá!”.

Disneyland
Carro do Mickey
Casa do Mickey
Disneyland
Disneyland

Embora para muita gente Disney seja sinônimo de Orlando, foi na Califórnia que tudo começou. A Disneyland de Anaheim foi o primeiro parque da Disney. Ele é mais old school, com um charme retrô e alguns dos atrativos foram totalmente idealizados pelo próprio Walt Disney. O parque também é menor que os de Orlando e costuma ficar “menos lotado”, o que é muito bom para quem está com crianças pequenas. Veja no blog Aprendiz de Viajante, um comparativo que a Claudia Beatriz fez entre a Disney da Califórnia e a da Flórida .

Olhos vidrados na parada da Disney
Princesas na parada da Disneyland
Casa do Tarzan
Disneyland
Disneyland

Existem vários blogs especializados em Disney, com informações, dicas e novidades sobre os parques. De cara, já posso indicar dois: Para a Disney… e além! e Andreza Dica e Indica Disney. Outra ferramenta de planejamento super bacana é oferecida pela própria Disney, o Disney Parks Moms Panel, um fórum no qual mamães “especialistas” em Disney respondem as dúvidas de outras mães. É muito bacana e rolam muitas dicas legais!

Quando eu estava escrevendo esse post, tentei manter as dicas sobre a Disney aqui mesmo, no esquema tudo junto em um só lugar, mas percebi que o post estava ficando gigante e ainda tinha muita coisa para escrever sobre Los Angeles, Anaheim e arredores. Sendo assim, vou publicar umas dicas especiais sobre a Disneyland em um post separado, ok? Só por uma questão de organização e indexação mesmo.

Casa do Tarzan
Disneyland
Parada da Disneyland

O que já posso adiantar é que o nosso dia foi divertidíssimo e todos aproveitamos muito.

Antes de irmos, na fase de planejamento da viagem, pensei bastante se valeria a pena ir à Disneyland com uma criança pequena como a Bela (na época, com menos de dois anos). Li vários sites, várias opiniões de pais que levaram seus toddlers para a Disney e hoje posso dizer: vale a pena, sim! Pode levar seus pequeninos, sem medo de ser feliz. =)

Depois de um dia super puxado na Disney, fomos direto para o hotel, tomamos banho e jantamos no Denny’s, que fica lá pertinho.

Denny’s

O Denny’s faz parte de uma rede de diners naquele estilo bem americano. Funciona do café da manhã ao jantar e costuma ficar aberto até bem tarde. Tem menu infantil, cadeirão, presenteia as crianças com giz de cera e material para colorir. É rápido, prático, gostoso e o preço é acessível. Servem desde saladas com grelhados e sopas a massas, hambúrgueres e outros sanduíches. É um restaurante super família e eu ficaria muito feliz se existisse aqui no Brasil.

Dia 2

No segundo dia, tomamos café da manhã no Denny’s e partimos para um dia em Los Angeles.

Café da manhã no Denny’s – suco de maçã!
Café da manhã no Denny’s

Chegando lá, pegamos um tour para conhecer LA, Hollywood e Beverly Hills, passando por pontos turísticos, pelas casas das celebridades e pelos pontos que elas curtem frequentar (bares, restaurantes, lojas, Rodeo Drive). Foi bacana, mas tem uma hora que cansa aquele blablabla de “essa é a casa do Fulano”, “foi nesse portão que a Fulana fez isso e isso e aquilo e virou notícia”. Mas essa vida voltada para as celebridades é a cara da cidade e acho que valeu o passeio. Ah! De acordo com o nosso guia, o pessoal que foi no grupo anterior ao nosso viu o Harrison Ford em pessoa passando por perto.

Whisky a Gogo, Hollywood
Rodeo Drive, Beverly Hills
Rodeo Drive, Beverly Hills
Rodeo Drive, Beverly Hills
Tour pelas mansões das celebridades, Beverly Hills
Rodeo Drive, Beverly Hills

De lá, fomos direto para a região do Staples Center, pois tínhamos ingressos para o jogo dos Los Angeles Lakers. Como tínhamos medo de pegar trânsito, decidimos almoçar lá pelo entorno do estádio mesmo.

Comemos no Hooters, um restaurante de rede, estilo sports bar, que é bem mais “família” do que muita gente imagina. Explico. É que quando falamos em Hooters, logo pensamos nas garçonetes bonitas e “gostosonas”, circulando com peitões siliconados, regatas decotadas e shorts curtíssimos. Isso existe mesmo e é daquele jeitinho que vemos nos filmes americanos. Mas, fora isso, é um restaurante normal, com comida gostosa, várias telas de LCD ligadas em canais esportivos, menu infantil, giz de cera e material para colorir para as crianças, cadeirão, tudo como uma diner americana normal.

É verdade que há bem mais homens que mulheres no restaurante. Mas fiquei prestando atenção no movimento e percebi que na maior parte do tempo eles estão ligados nos jogos que estão acontecendo e parecem já estar acostumados com o vai-e-vem de decotadas pelo bar, então, no geral, não rola um clima que poderíamos imaginar de “um monte de homem passando cantadas nas garçonetes”.

Lá dentro do restaurante vi várias famílias almoçando tranquilamente e uma delas, com dois meninos que deviam ter entre 8 e 12 anos, pediu que a garçonete tirasse uma foto com eles. Tudo sossegado.

No final, se não fosse por um coração desenhado com caneta e um “Thank you” no valor total da nossa conta, pertinho de onde escrevemos a tip, até teríamos pensado que estávamos em um restaurante “normal”.

Saindo do Hooters, cruzamos a rua para o Staples Center. Uma fila enorme de torcedores já havia se formado e de maneira muito organizada ia entrando no estádio. Na entrada, todas as bolsas e mochilas passam por um raio x, assim como quando embarcamos nos aeroportos. O segurança logo percebeu que tínhamos uma filmadora GoPro e falou que era proibido entrar com ela. Meu marido teve que voltar para o estacionamento e guardá-la no carro. A outra câmera da Sony e o Iphone entraram normalmente.

Staples Center

Então fica uma dica importante, caso queira assistir a algum jogo no Staples Center: é proibida a entrada com action cameras (tipo a GoPro), laptops e tablets. Já pensou se estivéssemos sem carro? Onde íamos guardar a câmera? E o pior é que no site deles, na época, eles nem informavam sobre as action cameras, só falavam dos laptops e tablets.

Entrando no ginásio, ganhamos uma camiseta preta, com a logo dos Lakers, que fazia parte de uma campanha para divulgar o novo uniforme do time, preto, batizado de “Hollywood Nights”. Até a Bela ganhou camiseta! Adoramos o presentinho e já fomos para a torcida a caráter.

Nossa torcedora no jogo dos Lakers
Os torcedores mais animados dos Lakers com a camiseta-brinde “Hollywood Nights”
Jogo dos Lakers no Staples Center
Na saída do Staples Center, com as camisetas que ganhamos de presente

O jogo era contra os Golden State Warriors e, como de costume, foi um verdadeiro espetáculo. Quem já teve o prazer de assistir a algum jogo nos Estados Unidos sabe do que estou falando. A torcida é animada, tem banda tocando ao vivo e muitas brincadeiras e atividades de interação com o público (distribuição de brindes, música, desafios) nos intervalos do jogo. Mesmo quem não gosta de esportes, tem tudo para se divertir muito na ocasião.

A nossa família curte muito esse tipo de programa. Já falamos sobre isso nesse link.

Se tem interesse em assistir a algum jogo nos Estados Unidos, a dica que deixamos é que compre os ingressos com antecedência, pois eles costumam esgotar rápido e, quanto mais a data se aproxima, mais caro vai ficando.

Dia 3

Nesse dia, fomos ao Disney California Adventure, que fica bem ao lado da Disneyland. O parque é uma delícia, mais vazio que o vizinho e tem uma área inspirada nas praias e píeres californianos.

Disney California Adventure, lá vamos nós!
Disney California Adventure
Disney California Adventure
Disney California Adventure
Disney California Adventure
Disney California Adventure

Eles também têm uma parte destinada ao filme “Carros”, da Pixar, com uma reprodução perfeita da cidade fictícia de Radiator Springs. Lindo e bem emocionante. Vez ou outra você encontrará a grande estrela Relâmpago McQueen ou o seu amigo Tom Mate passeando pelo parque. A criançada fica enlouquecida!

Radiator Springs, Disney California Adventure
Radiator Springs, Disney California Adventure
Radiator Springs, Disney California Adventure
Radiator Springs, Disney California Adventure
Radiator Springs, Disney California Adventure
O McQueen passeando pela Radiator Springs, Disney California Adventure

A área em homenagem ao filme Vida de Inseto também é uma graça. A escala gigante das plantas e objetos faz com que nos vejamos como pequeninas formigas transitando pelo lugar.

Disney California Adventure
Disney California Adventure
Disney California Adventure

Como falei logo acima, as dicas especiais sobre a Disney virão em um post separado.

Saímos do Disney California Adventure um pouco mais cedo, pois tínhamos ingressos para assistir a um jogo de hockey no gelo dos Anaheim Ducks. Chegando ao Honda Center, achamos estranhíssimo o fato de quase não haver movimento de torcedores. “Nossa! Eu esperava que a cidade ficasse mais animada com um jogo do time local”. Quando perguntamos a um segurança qual portão devíamos usar para entrar no ginásio, descobrimos que estávamos no lugar certo, mas no dia errado. O jogo só era no dia seguinte! Que mancada! Hahahahaha. Rimos muito das nossas caras de perdidos e fomos embora dali. Até conseguimos pegar de volta os 15 dólares que pagamos no estacionamento.

No Honda Center, no dia que não tinha jogo!

“É… Já que não tem jogo hoje e já vimos tudo o que dava para ver no Disney California Adventure, vamos para o píer de Santa Monica. Se formos agora, chegamos em tempo de curtir e ainda assistir o sol se pondo no Pacífico”.

E lá fomos nós.

O píer de Santa Monica é uma delícia. Tem um parque de diversões tradicional, com um charme meio retrô, vários restaurantes, lojinhas de souvenir e muita gente de bem com a vida curtindo o espaço. É ali que termina a famosíssima Route 66, que começa em Chicago (Illinois) e passa por 8 estados em seus quase 4 mil quilômetros.

Santa Monica Pier
Santa Monica Pier
Pôr-do-sol no Santa Monica Pier
Santa Monica Pier
Estacionamento do pier de Santa Monica. Olha só quem está ali em cima do carro!
Pier de Santa Monica, fim da Route 66

Passeamos, curtimos o pôr-do-sol e jantamos lá. A fila do Bubba Gump estava imensa, nos levando a uma agradável surpresa, o restaurante The Albright. O restaurante não tem menu infantil, nem lugar para troca de fraldas, mas com um jeitinho, dá para se adaptar. Para a Bela, pedimos um franguinho empanado com batatas e milho na espiga, mas quando o caranguejo chegou à mesa, o franguinho foi esquecido e ela só quis saber de caranguejar! Tem a quem puxar, essa pequena!

The Albright, Santa Monica Pier

Dia 4

No quarto dia, partimos outra vez para LA, onde curtimos a Calçada da Fama e o Chinese Theater. Dá para passar um dia inteiro curtindo aquelas redondezas.

Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame

Almoçamos no Hard Rock Café que fica na Hollywood Boulevard. Meu marido é fã do sanduíche “The Texan” e tínhamos um voucher que dava direito a sobremesa grátis. Delícia!

Hard Rock Cafe – Hollywood Blvd.
Hard Rock Cafe – Hollywood Blvd.

De lá, fomos para o Griffith Observatory, olhar o letreiro de Hollywood “de perto” (ainda longe pra caramba). O observatório é lindo e de lá tem-se uma vista belíssima da cidade.

Griffith Observatory
Hollywood Sign
Hollywood Sign

Hoje sim, é dia de jogo dos Ducks! Então, depois de fazermos as fotos do letreiro, voltamos para Anaheim, rumo ao Honda Center.

O jogo dos Ducks contra o Colorado Avalanche foi inesquecível. Primeiro, porque era a despedida oficial do grande ídolo do time, o finlandês Teemu Selänne. O ginásio estava lotado de torcedores com a camisa dele e a despedida foi espetacular daquele jeito que só americano sabe fazer. Show de luzes, música, brilho e efeitos especiais. Antes da partida, um vídeo sobre a trajetória do herói no time. Espírito de gratidão entre os torcedores, com bandeirinhas finlandesas e cartazes de agradecimento. Tudo aquilo, por si só, já pagava o ingresso. Então, o que poderia acontecer para que a coisa toda se tornasse ainda mais empolgante? Os Ducks ganharem de virada, com gol do Teemu Selänne. E foi exatamente o que aconteceu! O público foi ao delírio! Momento absolutamente inesquecível. Àquela altura do campeonato, já éramos Ducks desde pequenininhos!

Jogo dos Anaheim Ducks!
Mascote dos Ducks
Go Ducks!

Apesar de ser um time relativamente jovem (de 1993), o Anaheim Ducks é um time que conta com uma torcida envolvida e apaixonada. É uma coisa bem bonita de se ver. Um fato curioso, é que sua história está ligada à Walt Disney Company (clique aqui para ver um pouco da história em português).

Saindo do estádio, fomos fazer a despedida das compras, pois no dia seguinte, precisaríamos partir relativamente cedo para o aeroporto. Então foi uma noite de Target e Walmart e, depois, de dar um jeito de fazer tudo caber nas malas e deixá-las pesando menos de 32 quilos cada. Depois de fazer esse milagre, tivemos a nossa última noite de sono na nossa linda suíte no Hilton Anaheim.

 

Há muito mais para fazer na região de Los Angeles

Temos muitos bons motivos para voltar a Los Angeles um dia. Claro que em 4 dias não conseguiríamos fazer tudo o que há de legal naquela região.

Ir a um estúdio de verdade, por exemplo, é uma das prioridades em uma próxima visita. Eu já tenho até o meu tour preferido: o da Warner, porque eu amo Friends e Harry Potter. Infelizmente, eles só aceitam crianças acima de 8 anos nesse, então tivemos que deixar essa atração imperdível para uma próxima oportunidade.

Também há a possibilidade de assistir a uma gravação de algum episódio de seriado ao vivo. Para ter uma ideia de como é, veja esse post da Cinthia Ferreira, do Spicy Vanilla.

Praia legal e com estrutura bacana é o que não falta. Na região metropolitana de Los Angeles há várias praias interessantes. Veja algumas dicas nesse link e nesse aqui.  Aqui tem dicas de praias kid friendly  e aqui uma lista das 10 melhores praias do sul da Califórnia (incluídas na lista algumas na região de San Diego) .

O Getty Center também é um passeio top de LA (cinco estrelinhas no TripAdvisor!).

Há ainda uma porção de outros parques temáticos, como o Universal Studios, o Knott’s Berry Farm e o Six Flags.

Esse relato faz parte de um roteiro maior, de 15 dias, pela costa oeste americana. Para ver o relato completo da viagem, clique aqui.