Roteiro de 15 dias pela Califórnia – Post Índice

A nossa viagem de 15 dias pela Califórnia foi maravilhosa e foi super legal poder dividir com vocês os momentos inesquecíveis que vivemos por lá.

Agora que concluímos a publicação de todos os posts, vamos deixar aqui esse post índice ;). Ele ajudará a encontrarmos com mais facilidade as informações que precisamos.

Para ler sobre cada post, é só clicar nos links sublinhados, ok?

🙂 Post 1
Califórnia / Pacific Highway (roteiro de 15 dias pela costa oeste americana – o começo de tudo)

Um resumão sobre o nosso roteiro, incluindo melhor época para ir, um quadro com a distribuição dos dias, cidades e atividades, informações sobre o voo, o carro alugado, a quilometragem total percorrida, os hotéis onde nos hospedamos, o nosso seguro-viagem e outras dicas.


 

🙂 Post 2
San Francisco, CA: roteiro de 5 dias na cidade que vai muito além da Golden Gate Bridge

Nosso hotel em San Francisco, compras na Union Square, cable car, Lombard Street, Fisherman’s Wharf e Pier 39. A experiência de cruzar a Golden Gate Bridge de bike, a cidade de Sausalito, a baía de San Francisco, o Ferry Building, Chinatown, The Haight, o Golden Gate Park e Muir Woods National Monument.


 

🙂 Post 3
Monterey, Carmel e Big Sur: paisagens exuberantes e lugares inesquecíveis ao longo da California 1

Falamos sobre a Cannery Row e o Monterey Bay Aquarium. No dia seguinte, fizemos a 17 Mile Drive, com as paisagens fantásticas de Pebble Beach. De lá, terminamos na charmosíssima Carmel, onde almoçamos e depois percorremos uma das estradas cênicas mais belas do mundo: a California 1, no trecho do Big Sur.


 

🙂 Post 4
Santa Barbara, CA: uma cidade que vale a parada (com bate-volta em Solvang e Santa Ynez Valley)

Nesse post, a nossa estrela é a belíssima Santa Barbara. Tentamos provar por A+B que vale a pena incluí-la em qualquer road trip californiana. Contamos sobre o bate-volta que fizemos até Solvang e as vinícolas do Vale de Santa Ynez.


 

🙂 Post 5
Camarillo Premium Outlets: uma parada para compras na Califórnia

Esse foi o nosso dia reservado para compras. Falamos sobre o outlet, o hotel onde ficamos, bem próximo ao shopping e demos dicas de descontos e restaurantes.


 

🙂 Post 6
San Diego, CA: paisagens lindas, diversão e história no extremo sul da Califórnia

A histórica e bela San Diego, com a encantadora praia de La Jolla e o San Diego Zoo. Passamos a dica do Phil’s BBQ, a melhor churrascaria da cidade, adorada pelo Adam do Man v. Food. Também falamos sobre coisas que queríamos ter feito e não fizemos (tipo… ficar um mês inteiro lá).


 

🙂 Post 7
Los Angeles, Anaheim e arredores: da capital mundial do cinema ao berço da Disney

Disneyland e Disney California Adventure, Hollywood, Los Angeles, Beverly Hills e Santa Monica. Jogo de basquete dos LA Lakers, no Staples Center, e de hóquei no gelo dos Anaheim Ducks, no Honda Center.


 

🙂 Post 8
21 coisas que você precisa saber antes de ir à Disneyland

Preparamos um post só com dicas especiais sobre a Disneyland e a Disney California Adventure. Muitas das dicas servem também para outros parques temáticos.


 

Além dos links, deixamos esse mapa com os nossos principais pontos de parada. Assim, você poderá visualizar espacialmente como fomos descendo pela costa oeste americana. Para quem não está familiarizado com a ferramenta Google Maps, vamos deixar um “mini tutorial”:

Clicando no quadradinho com tracinhos e pontinhos (no topo, lado esquerdo), aparecerá um menu. Nele, você poderá habilitar e desabilitar camadas. Assim, se quiser ver só os hotéis, é só deixar só as caminhas amarelas “acesas”. Se quiser ver só os principais pontos visitados, clique na camada da bolinha vermelha. Os aeroportos de chegada e partida são os aviõezinhos. Se quiser ver tudo ao mesmo, deixe tudo habilitado. Também é possível clicar no quadradinho de baixo, ao lado esquerdo e escolher como prefere ver o mapa (básico ou com imagem de satélite). Nos botões do topo, à direita, é possível compartilhar o mapa ou mesmo escolher a visualização de tela inteira.

Esperamos que tenham gostado e que nossos posts tenham sido úteis de alguma forma: seja despertando em você o desejo de conhecer a Califórnia (e se isso aconteceu, ficamos na torcida para que o desejo logo se torne realidade), seja auxiliando no planejamento da viagem que você já tinha decidido fazer.

Para nós, foi muito gostoso relembrar esses momentos. A vontade de voltar correndo para a Califórnia só aumenta (cada dia mais). 😉

Enxoval nos Estados Unidos

Muita gente vem me perguntando como foi a experiência da compra do enxoval nos Estados Unidos, se eu indico, se vale a pena, quais as dicas, o que não podem deixar de comprar lá… Essa é uma postagem longa, mas bastante informativa, então vamos lá!

Eu viajei para Miami com o meu marido em janeiro de 2012, quando estava grávida de 6 meses da minha filha. Tive que esperar até os seis meses porque só então o meu marido estaria de férias para poder me acompanhar na viagem. Não acho que seja o tipo de viagem que uma grávida possa fazer sozinha. Muitas coisas são pesadas para carregar e a bagagem no final é imensa.

Meu marido e nossa pequena bagagem
Meu marido e nossa pequena bagagem

Quanto mais cedo a grávida decidir viajar, melhor é, pois a barriga estará mais levinha, as pernas menos inchadas e ela se cansará menos. Mas é importante viajar depois que souber o sexo do bebê, pois as coisas neutras são mais difíceis de encontrar, principalmente roupinhas. Fiz o exame da sexagem fetal e descobri que Isabela era uma menininha na oitava semana de gestação. Indico muito esse exame para as mamães ansiosas como eu!

Em qual cidade fazer o enxoval?

Decidi ir para Miami porque foi a cidade que estava com as passagens mais em conta. Teria ido para qualquer outra cidade grande que tivesse outlets e as principais lojas de artigos para bebês. Além do preço das passagens, como era janeiro, era muito frio e tinha neve em boa parte dos Estados Unidos. Nova York naquela época, por exemplo, nem pensar para uma gestante. Precisávamos de um destino sem neve, pois lembro dos tombos e escorregões que eu tomava no inverno quando morava na Inglaterra. Grávida e chão escorregadio não combinam. Miami pareceu ser a escolha perfeita.

Eu e a Bela na Lincoln Road
Eu e a Bela na Lincoln Road

Quando estava fazendo planos para o enxoval, vi que muitos blogs indicavam Miami como o lugar ideal, mas acho que qualquer cidade nos Estados Unidos serve para isso, desde que você pesquise antes quais as lojas e outlets que existem por lá. Aquele lugar é o paraíso do consumo. E se você sempre sonhou em conhecer alguma outra cidade de lá, por que não aproveitar a oportunidade do enxoval, não é?

Converse com o seu médico

Durante os preparativos para a viagem, é necessário conversar com o obstetra, perguntar se pode viajar e pegar um atestado que diga a idade gestacional no período da viagem e que afirme que a gestante está autorizada por ele a viajar. Ninguém me pediu esse documento em momento algum, mas é bom tê-lo com você. Quando eu passava pelos postos de imigração, só me perguntavam quanto tempo de gestação eu tinha e me deixavam passar. Meu médico me falou para usar meias de média compressão próprias para gestante durante o voo, pois o único risco que eu correria no voo longo seria a possibilidade de trombose. Comprei e usei direitinho.

O Hotel

Decidimos ficar em um hotel próximo ao aeroporto por alguns motivos: (1) era mais barato que em Miami Beach; (2) era muito próximo ao aeroporto e ao Dolphin Mall, um dos shoppings mais legais de lá; (3) tinha acesso muito fácil para o Sawgrass Mills (o shopping mais legal para quem vai fazer enxoval); (4) tem todas as lojas que nós queremos por perto (Buy Buy Baby, Babies R Us, Bed Bath & Beyond…), (5) liguei antes para saber se eles aceitariam receber as coisas que eu fosse adiantando e comprando pela internet e eles falaram que sim. Obaaaa!!!

Ficamos no Best Western Plus Miami Airport West Inn & Suites. Quarto grande e limpo, café da manhã bonzinho, estilo USA mesmo. Não espere encontrar cafés da manhã com variedade de hotel nordestino por lá, porque você não vai encontrar. Mas tinha todo o básico e necessário em um café: frutas, iogurte, sucos, café, leite, pães, torradas, waffles feitos na hora (cada um faz o seu), bacon e ovos alguns dias, outros dias linguiça. Depois percebemos que esse é o padrão da Best Western nos Estados Unidos.

O hotel não fica tão longe de Miami Downtown e Miami Beach e das badalações da parte turística. Se quiser curtir um pouco mais como turista, vale pegar uns dias em um hotel mais em conta e outros em Miami Beach. Ficamos todos os dias nesse, que é em Doral, e achamos que fizemos uma boa escolha.

A Bagagem

Quanto à bagagem que você vai levar para lá, seja muito racional e leve pouquíssima coisa, pois quanto menos coisa você precisar trazer de volta das que você vai levando do Brasil, melhor. Além disso, você pode comprar coisas para você e já ficar usando por lá. Leve calçados confortáveis, roupas leves (em Miami não costuma fazer frio, mas o ar-condicionado dentro das lojas e shoppings é geladinho, então vale levar um casaquinho ou cardigan, que pode ser o mesmo que você usou no avião).

Eu e o meu marido levamos apenas uma mala na ida. Era uma mala gigaaaaante, que serviria para trazer bastante coisa na volta, pois ela foi quase vazia na ida. Lá nós compramos uns sacolões gigantes de lona, que não pesam praticamente nada (importante) e servem para trazer muuuuita coisa dentro. Custam uns 25 ou 30 dólares e são vendidos em várias lojas de bagagem desses shoppings de outlet. No Sawgrass tem várias opções.

As sacolas são grandes. Dá para colocar tudo dentro: o carrinho, o bebê conforto, brinquedos maiores, berços portáteis, cadeira de alimentação…

E ainda tinha mais um sacolão no banco de trás!
E ainda tinha mais um sacolão no banco de trás!

Importante:

Se você despachar o carrinho na caixa em que ele veio, a caixa já conta como um volume despachado (mesmo não pesando os 32 kg aos quais você tem direito em cada volume), é difícil de carregar e não é aceita em algumas companhias aéreas, como a American Airlines. Colocando o carrinho na sacola, você pode ir preenchendo o entorno com roupinhas, toalhas, protetores de berço, cobertores e outras coisas fofinhas, o que protege o carrinho contra impactos e você ainda aproveita o espaço e os quilos que podem ser carregados naquele volume.

Lá em Miami

Ok, chegamos ao aeroporto em Miami. E agora? Pegamos o trenzinho do aeroporto até a área de aluguel de veículos. Fomos pegar o carro que havíamos deixado reservado na Álamo. Fizemos a reserva no site da Happy Tours, que tem os melhores preços que já vimos até agora para aluguel de veículos nos Estados Unidos. Já usamos o serviço várias vezes e nunca tivemos problema. Indicamos muito! Os preços são melhores que os das promoções nas próprias locadoras. Eles trabalham com Álamo, Hertz, entre outras.

Havíamos reservado um Corolla, mas na conversa com o atendente da locadora, no próprio aeroporto, ele nos aconselhou a pegar uma SUV, por causa do volume das bagagens para quem estava fazendo enxoval. A diferença de preço era pequena e foi a melhor coisa que fizemos, pois a mala da SUV sempre ficava cheia de compras e a bagagem no último dia era gigaaaante. Nunca teria cabido tudo dentro de um Corolla. Além disso, o carro era muito confortável, automático, super fácil de dirigir. Se não tiver um GPS com mapas americanos atualizados, alugue também o GPS, nem que seja para ficar com ele até você comprar o seu.

Nosso carro
Nosso carro

Chegando ao hotel, deixamos a bagagem, conferimos se os pedidos que havíamos feito pela Internet haviam chegado direitinho ao hotel (chegaram!) e partimos para a primeira rodada de compras, no Sawgrass Mills.

 O Sawgrass Mills

Indico o Sawgrass como primeiro shopping a ser visitado, pois é um outlet, o que faz com que tenha os preços melhores. Você não quer chegar nele depois de ter feito um monte de compras e pensar “tudo aqui é mais barato”. Ele é gigaaaante, do tipo que leva alguns dias para ser conhecido, por isso, mantenha o foco, pegue um mapa do shopping e visite somente as lojas que realmente interessam. Lembre que está lá para fazer o enxoval! Foco!

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Primeira coisa: estacionamos o carro em frente ao Target, um super-hiper-mega-mercado/loja de departamento. Pegamos um carrinho de compras, a lista do enxoval e saímos comprando as coisinhas da Bela. Resolvemos mais da metade da lista lá. Pagamos e voltamos ao carro para deixar as coisas e continuar as compras nas outras lojas do shopping.

Acreditem: vale a pena estacionar lá perto e deixar as coisas no carro antes de partir para as outras lojas. [Update! Gente, como muuuuita gente fazia isso de comprar e deixar as compras no carro, infelizmente, passaram a acontecer alguns casos de arrombamento de veículos para furtar as compras das pessoas. Que triste, que chato, quanta gente ruim! Então, nada de guardar as compras no carro. O mais indicado passa a ser alugar o carrinho do shopping ou levar uma mala grande e ir colocando tudo dentro (não tire o olho das suas compras nem um segundo). Não é mico não! Muita gente leca a própria mala. E, assim que sair do outlet, parta direto para o hotel para guardar as compras. Nem uma paradinha para comer antes. É uma pena, mas não é mais seguro manter as compras no porta-malas do carro =( Fiquei pensando no quanto tivemos sorte, pois sempre guardamos as coisas no carro e nunca aconteceu nada de ruim com a gente. Graças a Deus. A partir de agora, cuidado redobrado. ] 

Caso prefira, também pode alugar um carrinho de compras do próprio shopping, que tem um banquinho onde você pode sentar e descansar um pouco as pernas e um espaço para ir colocando as compras. Nós não alugamos esse carrinho nenhuma vez. Eu preferia comprar, comprar, comprar e colocar o meu marido para voltar até o carro e deixar as coisas. Achei melhor ficar mais livre, que ter que ficar de olho no carrinho o tempo todo, cheio de compras já pagas. Já pensou se você se distrai um pouco e levam as coisinhas que você escolheu com o maior carinho?

Update! Lembrei, porque uma amiga comentou: Tem muita gente que leva uma mala grande de rodinhas para o outlet e vai colocando as compras dentro. No nosso caso, não rolava fazer isso no primeiro dia, pois foi o dia em que compramos a maior parte das coisas, entre elas, coisas muito pesadas e volumosas que encheriam a mala rápido (caixas grandes, protegidas por isopor). Funcionou melhor ir levando aos poucos para o carro e vez ou outra mudar o carro para uma vaga mais próxima da área que estávamos “desbravando”. É que o Sawgrass é gigante mesmo. Mas já usamos a tática da mala em outra ocasião. Em Nova York estávamos sem carro e aproveitamos para comprar uma mala no outlet e fomos guardando tudo dentro. Como estávamos de ônibus, seria muito mais fácil e prático voltar para o hotel com uma mala do que com um montão de sacolas. Nessa ocasião, as compras eram basicamente roupas, o que tornou mais fácil acomodá-las em uma mala.

Não tem fila preferencial…

Uma coisinha chata sobre os Estados Unidos: lá, na maioria dos lugares, eles não têm fila preferencial para gestantes, idosos e tal… Ou seja… Para quem já está acostumada a não enfrentar filas no Brasil, é meio chato voltar a se comportar como uma pessoa “normal”. Neste caso, aconselharia as mamães a não viajarem para lá em alta temporada ou feriados prolongados, pois a cidade fica ainda mais cheia e você enfrentará filas maiores nas lojas.

Comprar antes pela internet

Uma dica importante… Compramos muita coisa pela internet ainda aqui no Brasil e mandamos entregar no hotel, pois fomos alertados que às vezes não conseguiríamos encontrar nas lojas as coisas que encontramos nos sites (nos mesmos tamanhos, cores, modelos…). As roupinhas, que precisavam de mais planejamento (tamanho, idade, quantidade por idade, quantidade para inverno, verão, com que idade ela estaria no inverno ou no verão, etc…), compramos grande parte no site da Carters, Osh Kosh B’Gosh e mandamos entregar no hotel. Já pensou ter que pensar em tudo isso dentro da loja? E as lojas físicas da Carters são suuuuper apertadas. E eles nem sempre têm os mesmos modelos na loja física. Encomendamos na Internet, com tempo sobrando e muita paciência. Chegou tudo certinho. É claro que passeando nas lojas lá compramos um montão de outras roupas, mas de uma forma mais livre, já tendo cumprido com a obrigação de comprar o básico para ela até completar um ano.

Conferindo se todas as roupas que compramos pela internet chegaram. Separamos por grupos de tamanho e fotografamos. Isso também ajudava a tirar dúvidas nas lojas para não comprarmos roupas repetidas.
Conferindo se todas as roupas que compramos pela internet chegaram. Separamos por grupos de tamanho e fotografamos. Isso também ajudava a tirar dúvidas nas lojas para não comprarmos roupas repetidas.

O carrinho e o bebê conforto nós também compramos na internet e entregamos no hotel. Isso é muito bom, pois poupa tempo lá e garante que vc vai encontrar o modelo que quer. Deixamos para comprar lá nas lojas as coisas que queríamos pegar, ver, saber como é, escolher pessoalmente.

Lojas

Outras lojas legais para comprar roupinhas e artigos para bebês, além da Carters e da Osh Kosk B’Gosh são: Gymboree, Gap, Ralph Lauren, Babies R Us/Toys R Us, Buy Buy Baby, Burligtons, Target, Walmart, Janie and Jack, Tommy Hilfiger, Pottery Barn Kids (tanta coisa linda lá), T.J. Maxx e Ross (essas duas últimas são aqueles outlets gigantes com coisas de grife de todos os tipos a preços inacreditáveis – você precisará de um pouco de paciência, mas vale muito a pena) entre outras lojas que nem lembro agora.

Basta dizer que na T.J. Maxx e Ross, compramos calça social para o meu marido da Calvin Klein por cerca de 20 dólares, roupinhas para bebê da Ralph Lauren por 12 dólares, tapete lindo de EVA para a bebê brincar em cima (com qualidade e design top, bem melhor que os do Brasil)  por 11 dólares, vestido para mim da Calvin Klein por 15 dólares e por aí vai… Tem que prestar atenção, ver se a peça tem imperfeições, procurar no meio daquela bagunça toda, mas termina achando!

 Dicas das boas!

(1) Compramos uma balança portátil por 12 dólares na Bed Bath & Beyond para pesar as malas e distribuir os pesos de forma a fazer com que cada mala não ultrapassasse 32 kg. Como sabem, cada passageiro tem direito a dois volumes de 32 kg. Se passar um quilo em uma, mesmo que na outra mala você só esteja levando dois quilos e esteja com um crédito de trinta quilos, paga pelo excesso da anterior. O peso de uma mala não compensa o da outra. Ter que abrir a mala no meio do aeroporto para redistribuir o peso nas malas é um estresse desnecessário. Pese tudo no hotel e com paciência distribua tudo de forma a não exceder o peso em nenhum dos volumes.

(2) Compramos cadeados especiais padrão TSA. É um tipo de cadeado que a polícia americana consegue abrir para inspecionar a sua mala (é… eles têm essa mania desagradável). Se a mala não estiver com esse tipo de cadeado, eles simplesmente quebram o cadeado que estiver lá e olham o conteúdo da mala. Sua mala vai ficar desprotegida o restante do trajeto, o que facilita o roubo de alguma coisa que você comprou!

O cadeado precisa ter esse símbolo
O cadeado precisa ter esse símbolo

(3) A terceira dica sobre bagagem é a das sacolas grandes, pretas, leves e que cabem todas as coisas do planeta dentro, sobre as quais já falei lá em cima.

(4) Fique de olho nos cupons de desconto! Muitas lojas oferecem descontos, inclusive em cima de produtos que já estão em liquidação. São descontos em cima de descontos. Ai, como eu amo… Vale se cadastrar nos sites dos shoppings e das lojas e se inscrever no mailing deles para receber os cupons via e-mail. É bom fazer uma busca em sites como o http://www.retailmenot.com/ e o http://www.coupons.com/ para ver se as lojas/restaurantes/lanchonetes que você pretende visitar estão com algum tipo de desconto. Esses sites também têm aplicativo para celular. Genial! A Carters e a Osh Kosh sempre têm cupons de desconto, geralmente para compras acima de 40 dólares, inclusive para compras feitas pela Internet. Todos os outlets têm um livrinho de descontos, que você pode pegar de graça, assim que chegar ao outlet, se tiver um cupom que pode ser impresso no site deles.

 Lista de compras

Sobre o que comprar… Cada mãe faz uma lista de compras do jeito que quer, de acordo com as marcas que prefere, com o que quer que o filho use ou não. Aqui vocês podem encontrar a minha lista de compras com alguns updates (a senha para acessar a lista é miami), com todas as coisas que escolhi e que achei que seriam legais para a minha filha e para mim. Fiquem à vontade para usar essa lista e fazerem suas adaptações nela.

 Em quanto tempo dá para resolver tudo?

Agendamos uma viagem de uma semana. Nos 5 primeiros dias nos concentramos mais no enxoval, mas comprando tudo sem pressa, de vez em quando fazendo umas comprinhas para a gente e fazendo pesquisas de preços, voltando no shopping x ou y porque nos arrependemos de não ter comprado alguma coisa. Nos últimos dias, descansamos, passeamos, curtimos a cidade e o entorno.

Dá para fazer em menos tempo? Dá. Mas acho que fica corrido e não é legal fazer uma viagem que seja muito cansativa para quem está esperando um bebê.

Vale a pena fazer enxoval nos Estados Unidos? Vale. Quando fui, o dólar era R$ 1,70 e boa parte das coisas que encontramos lá, simplesmente não existem aqui ou as que existem custam muito caro. Vale a pena principalmente se você puder aproveitar um pouco da viagem para fazer turismo também. Daí, a economia que você faz paga a viagem. No meu caso, foi a última viagem que fizemos juntos, enquanto ainda éramos só eu e o meu marido. A partir dali, todas as viagens seriam a três (no mínimo).

As desvantagens

Existem algumas desvantagens: uma delas é o fato de as compras precisarem ser feitas a vista ou no cartão para o vencimento, então tem que juntar uma grana boa para ir. Para quem é brasileiro e está acostumado a parcelar as compras mais caras, isso é um transtorno. Outra é para quem tem que pegar vôos domésticos, nos quais o limite de bagagem é bem menor que nos vôos internacionais, então provavelmente precisarão pagar pelo excesso de bagagem. Mais uma coisa chata: a alfândega na chegada ao Brasil. Por esse motivo, tiramos as etiquetas de todas as roupinhas, tiramos boa parte das coisinhas dela de dentro das caixas, para deixar bem claro que o objetivo das compras era uso pessoal e não para revenda. Não fomos parados/taxados.

Concluindo…

Fazer as compras da Isabela nos Estados Unidos foi uma experiência muito divertida e ficamos muito felizes por podermos oferecer à nossa filhinha coisas tão bacanas, lindas e fofas. Já fomos mais duas vezes para comprar coisas para ela (e pra gente também): roupinhas de 1 a 2 anos (Nova York) e roupinhas de 2 a 3 anos (Califórnia), além de fantasias, coisinhas de escola, brinquedos, carrinho para crianças maiores, cadeirinha para o carro e um montão de outras coisas.

Em algum outro post vou falar sobre os passeios que fizemos em Miami.

Se tiverem alguma dúvida em relação a algum produto, sobre compras, sobre a cidade, ou qualquer coisa que seja, estamos aqui! Fiquem à vontade para perguntar. Será um prazer ajudá-los. Ah! Se tiverem dicas ou se quiserem compartilhar suas experiências por lá, também vamos adorar saber como foi.