Hospedagem em Miami Beach de frente para o mar, com preço acessível e estacionamento grátis

Quem já foi para Miami sabe que à medida que vamos nos aproximando do mar, as diárias dos hotéis vão ficando cada vez mais caras. Em Miami Beach e Miami Downtown é praticamente impossível encontrar hotéis com estacionamento incluído no valor da diária. E alguns deles, em plena segunda década do século 21, ainda cobram uma taxinha para uso do wi-fi. What?!?

O fato de sermos de João Pessoa e morarmos em São Paulo, faz com que sintamos muita falta de ver o mar, sentir seu cheiro, ouvir as ondas, pisar na areia… Então uma coisa que meu marido me pediu com relação à escolha da nossa primeira parada, foi que eu escolhesse algum hotel de frente para o mar, em Miami Beach. Aí começou a minha luta. Quando o preço era razoável, a avaliação no TripAdvisor era ruim. Quando a avaliação era boa, o preço era estratosférico. Quando a avaliação era boa e o preço era pagável, o estacionamento era cobrado à parte e custava 30 dólares diários, o que encarecia consideravelmente o pacote…

Foi aí que decidi ver as opções de apartamento para alugar no Airbnb e gostei muito do que vi por lá. Essa foi a nossa segunda experiência com o Airbnb (leia aqui sobre a primeira, no Rio de Janeiro) e não podíamos ter feito uma escolha mais feliz.

Optamos por um apartamento muito bem avaliado na Collins Avenue, de frente para o mar. A anfitriã é uma brasileira muito simpática e atenciosa. A nossa comunicação com ela foi fácil e rápida, via Whatsapp.

Na nossa opinião a localização é muito boa, mas funciona melhor para quem está de carro. Aliás, a cidade de Miami e região de entorno são bem melhor aproveitados por turistas devidamente motorizados (e com GPS).

A cor do mar é tão linda, que dói nos olhos. Vista maravilhosa…
Tem coisa mais gostosa que acordar com o sol nascendo e esse mar maravilhoso?
Banheiro do apartamento. Tudo limpinho e organizado.

O apartamento é um estúdio com cozinha completa, duas camas de casal e um sofá-cama, tv a cabo, wi-fi grátis, ar-condicionado, secador de cabelo, ferro de passar, cortinas com black-out acionadas por controle remoto, roupa de cama e de banho limpinhas… No anúncio do Airbnb, consta que berço e cadeirão podem ser providenciados, se solicitados. Achei bem bacana para quem viaja em família e com crianças.

Cozinha completa
Sofá cama
Cozinha completa
Detalhes graciosos na área para refeições
Cozinha completa

O prédio é uma espécie de condomínio/hotel com restaurante, bar, piscina, loja de conveniência, lavanderia, salão de beleza, algumas lojas de roupas, academia, spa e estacionamento grátis com valet (é de bom tom deixar gorjeta para o moço que traz o carro).

No caminho entre a piscina e a praia há chuveirões de água doce privativos para os hóspedes.

A Bela e o papai curtindo um pouco a praia
As gaivotas fazem a festa em frente ao apartamento
Caminho do condomínio até a praia
O condomínio pé-na-areia
Bela, que ama praia, amou o apê

Como se tratava de um apartamento, o café da manhã não estava incluído, então tomamos café no Denny’s que fica no número 7140 da própria Collins Avenue. Primeira refeição do dia com direito a panquecas, maple syrup, bacon, ovos, torradas, hash brown e toda a parafernalha de um café da manhã tipicamente americano. E claro que o garçom fica vindo completar as nossas xícaras de café (me sinto em um filme). Delícia de lugar, bem família, as crianças são bem-vindas e ganham material para colorir e giz de cera.

Bela se diverte enquanto a comida não chega. Denny’s, Collins Ave

Um dos aspectos mais convenientes da nossa estada nesse apartamento da Collins, foi o fato de aceitarem encomendas para os hóspedes. Assim, pudemos antecipar boa parte das comprinhas pela internet e mandamos entregar tudo no endereço do apartamento. É importante consultar previamente o anfitrião a respeito disso, pois ele informará se é possível receber as encomendas e confirmará o endereço direitinho. No nosso caso, tínhamos que colocar o remetente exatamente como consta no nosso passaporte para que o pessoal da segurança do prédio pudesse confirmar que aquelas encomendas eram realmente nossas. Como o prédio é enorme, muita gente fica indo até a recepção para receber encomendas (muita gente mesmo), mas o sistema é bem organizado e seguro. Eles mantêm um cadastro de todas as encomendas que entraram com nome do remetente, número de rastreamento e tamanho do pacote. Então precisamos procurar as nossas encomendas na lista, identificamos todos com um marcador de texto e o pessoal da segurança vai até o depósito buscar os pacotes. Embora não seja um serviço cobrado à parte, acho simpático e educado deixar uma graninha com a turma que nos atende.

O pessoal da recepção foi tão bacana que até guardou um pacote do Walmart que chegou com um dia de atraso (quando já estávamos em outra cidade e já não éramos mais hóspedes de lá). Passamos lá para buscar quase uma semana depois, quando retornamos para Miami. Tudo muito tranquilo, sem estresse.

Outra vantagem de ficar em um apartamento é que geralmente os proprietários são um pouco mais flexíveis com relação ao horário de check-in e check-out (claro, desde que não haja hóspedes saindo/entrando no mesmo dia que você).

Detalhes que acolhem

Para saber mais sobre o imóvel onde nos hospedamos, clique aqui. Se alguém gostou dessa opção e quer reservar algum imóvel dessa proprietária (ela tem alguns outros, também em Miami), diga que viu sobre o apartamento dela em uma postagem da Anna Karla, no blog Pezinho na Estrada. Ter uma referência sempre pode ajudar na aprovação da solicitação de reserva pelo Airbnb e, de repente, pode até rolar um descontinho especial.

A anfitriã também tem duas páginas no Facebook onde apresenta seus imóveis: https://www.facebook.com/sweetretreatsfl?_rdr e https://www.facebook.com/summerbreezemiami .

Gostou da ideia de ficar em um apartamento? Se quiser ter R$ 76 de desconto na primeira vez que usar o Airbnb, use o código amoura17 ou clique neste link.

Em tempo:

Se seu objetivo em Miami é exclusivamente compras ou se não se importa de ficar um pouco mais afastado das áreas mais turísticas da cidade, há inúmeras opções de hospedagem na região do aeroporto ou mesmo próximo aos outlets. Afastando-se da praia e de Downtown, abre-se mão das paisagens mais belas, mas aumenta-se progressivamente a oferta de hotéis com estacionamento, café da manhã e wi-fi grátis.

O TripAdvisor é sempre uma ótima ferramenta na hora de escolher o hotel. Recomendamos que sempre, antes de fechar alguma reserva de hospedagem, deem uma olhadinha nos relatos de quem já se hospedou naquele lugar.

Nesse link, você vê informações sobre um Best Western bacana onde já ficamos, na região do aeroporto / Dolphin Mall.

Curiosidade:

Você sabia que a região que chamamos de “Miami” é, na verdade, um conjunto de várias cidades? A região de Downtown é uma cidade, Miami Beach é outra, Coral Gables, outra…  Juntas, essas cidades formam o condado de Miami-Dade. Para entender melhor como é isso, veja esse post do site Melhores Destinos, que também inclui algumas dicas de hospedagem.

 

 

 

Los Angeles, Anaheim e arredores: da capital mundial do cinema ao berço da Disney

Continuando a nossa jornada pela Califórnia, partimos para o nosso o último ponto de parada: a região metropolitana de Los Angeles.

Ela é imensa! É a 2ª maior região metropolitana dos Estados Unidos e a 13ª do mundo. É formada por dois condados (counties): Los Angeles County e Orange County (da série The OC, lembram?). O Condado de Los Angeles é o mais populoso dos Estados Unidos e contava com quase 10 milhões de pessoas em 2010 (18,2 milhões em toda a região metropolitana).

Região Metropolitana de Los Angeles. Créditos: Raeky http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/

Essa área da porção sul da Califórnia consegue reunir tudo o que permeia o nosso imaginário quando fazemos referência a esse estado. Uma das mais poderosas indústrias cinematográficas do mundo, praias belíssimas e bem estruturadas repletas de surfistas e jovens praticando esportes, píeres com muitas opções gastronômicas e de entretenimento, o luxo e a riqueza das lojas de grife de Rodeo Drive e das mansões de Beverly Hills… Também é nessa região que ficam os principais parques temáticos da Califórnia, inclusive foi em Orange County que Walt Disney construiu seu primeiro parque temático, o Disneyland, que junto com Downtown Disney e o mais recente Disney California Adventure fazem de Anaheim um forte destino turístico.

Hospedagem

Preferimos escolher um só hotel para ficar na região de Anaheim e Los Angeles. Como a distância entre os dois pontos é de algo em torno de 40 minutos e a descida pela costa oeste já implica em um troca-troca frequente de hotéis, decidimos que não compensava mais um check-in/check-out no nosso roteiro.

Decidimos ficar no Hilton Anaheim, que reservamos por meio de uma promoção no Decolar. Ironicamente, como acontece nos hotéis mais caros dos Estados Unidos, quase nada está incluído na diária. Internet, estacionamento e café da manhã são pagos à parte. O estacionamento custava US$ 22 por dia com valet (não inclui gorjeta), ou US$ 16 por dia se você mesmo estacionar o carro. Se quiser usar a piscina, é cobrada uma taxa à parte. Também falaram que não têm o serviço de recebimento de encomendas para hóspedes e que se precisássemos receber algo teríamos que entrar em contato com o FEDEX, que tem uma agência dentro do hotel. No saguão também tem várias lojinhas e uma Starbucks.

Como tinha um Denny’s bem pertinho, optamos por ficar tomando café fora do hotel e foi muito bom.

O Hilton é imenso. O quarto é espaçoso, confortável e tinha um janelão que tomava a parede inteira e ia do chão ao teto. Bem localizado, tem várias opções de restaurantes nas redondezas e dá para ir andando de lá até a Disney. Nós fomos de carro, mas vários hóspedes iam e voltavam andando tranquilamente. O Hilton Anaheim faz parte do sistema Good Neighbor Hotels da Disney e tem serviço de shuttle para os parques.

Nosso janelão no Hilton Anaheim

Para saber quais os hotéis da Disney e quais os que levam o selo Good Neighbor, clique aqui.

Ouvi falar muito bem do Howard Johnson Anaheim, que tem quatro estrelinhas e meia no TripAdvisor e um parque aquático bem bacana para as crianças. Quando finalmente decidi por ele, já não tinha mais vaga. Fica a dica para quem quer ficar em um hotel bacana e bem família. Embora a rede Howard Johnson (HoJo) geralmente tenha diárias mais em conta, o de Anaheim não tem as diárias tão baratas, pois a localização é fantástica (mais próximo da entrada dos parques que os próprios hotéis da Disney).

Comecemos então o relato da última parte da nossa viagem de 15 dias pela Califórnia.

Dia 1

Saindo de San Diego, seguimos para Anaheim, rumo à Disneyland! Como esperei por esse momento…

O meu marido já tinha ido à Disneyland Paris, quando criança, mas para mim, era a primeira vez em um parque da Disney. Um grande sonho que sempre tive, desde criancinha, estava se tornando realidade. Me emocionei tanto! Chorei, chorei e chorei. Felicidade transbordando. Alegria plena. Foi mágico! Até ele se emocionou bastante. A Bela também ficou muito feliz. Via o “Kickey e a Minnie” em todos os lados. Apontava, pulava, dançava. Que dia legal para toda a família! Até hoje, quando a Bela vê a introdução dos filmes da Disney, ela grita: “É da ‘Djineys’. Eu já ‘foi’ lá!”.

Disneyland
Carro do Mickey
Casa do Mickey
Disneyland
Disneyland

Embora para muita gente Disney seja sinônimo de Orlando, foi na Califórnia que tudo começou. A Disneyland de Anaheim foi o primeiro parque da Disney. Ele é mais old school, com um charme retrô e alguns dos atrativos foram totalmente idealizados pelo próprio Walt Disney. O parque também é menor que os de Orlando e costuma ficar “menos lotado”, o que é muito bom para quem está com crianças pequenas. Veja no blog Aprendiz de Viajante, um comparativo que a Claudia Beatriz fez entre a Disney da Califórnia e a da Flórida .

Olhos vidrados na parada da Disney
Princesas na parada da Disneyland
Casa do Tarzan
Disneyland
Disneyland

Existem vários blogs especializados em Disney, com informações, dicas e novidades sobre os parques. De cara, já posso indicar dois: Para a Disney… e além! e Andreza Dica e Indica Disney. Outra ferramenta de planejamento super bacana é oferecida pela própria Disney, o Disney Parks Moms Panel, um fórum no qual mamães “especialistas” em Disney respondem as dúvidas de outras mães. É muito bacana e rolam muitas dicas legais!

Quando eu estava escrevendo esse post, tentei manter as dicas sobre a Disney aqui mesmo, no esquema tudo junto em um só lugar, mas percebi que o post estava ficando gigante e ainda tinha muita coisa para escrever sobre Los Angeles, Anaheim e arredores. Sendo assim, vou publicar umas dicas especiais sobre a Disneyland em um post separado, ok? Só por uma questão de organização e indexação mesmo.

Casa do Tarzan
Disneyland
Parada da Disneyland

O que já posso adiantar é que o nosso dia foi divertidíssimo e todos aproveitamos muito.

Antes de irmos, na fase de planejamento da viagem, pensei bastante se valeria a pena ir à Disneyland com uma criança pequena como a Bela (na época, com menos de dois anos). Li vários sites, várias opiniões de pais que levaram seus toddlers para a Disney e hoje posso dizer: vale a pena, sim! Pode levar seus pequeninos, sem medo de ser feliz. =)

Depois de um dia super puxado na Disney, fomos direto para o hotel, tomamos banho e jantamos no Denny’s, que fica lá pertinho.

Denny’s

O Denny’s faz parte de uma rede de diners naquele estilo bem americano. Funciona do café da manhã ao jantar e costuma ficar aberto até bem tarde. Tem menu infantil, cadeirão, presenteia as crianças com giz de cera e material para colorir. É rápido, prático, gostoso e o preço é acessível. Servem desde saladas com grelhados e sopas a massas, hambúrgueres e outros sanduíches. É um restaurante super família e eu ficaria muito feliz se existisse aqui no Brasil.

Dia 2

No segundo dia, tomamos café da manhã no Denny’s e partimos para um dia em Los Angeles.

Café da manhã no Denny’s – suco de maçã!
Café da manhã no Denny’s

Chegando lá, pegamos um tour para conhecer LA, Hollywood e Beverly Hills, passando por pontos turísticos, pelas casas das celebridades e pelos pontos que elas curtem frequentar (bares, restaurantes, lojas, Rodeo Drive). Foi bacana, mas tem uma hora que cansa aquele blablabla de “essa é a casa do Fulano”, “foi nesse portão que a Fulana fez isso e isso e aquilo e virou notícia”. Mas essa vida voltada para as celebridades é a cara da cidade e acho que valeu o passeio. Ah! De acordo com o nosso guia, o pessoal que foi no grupo anterior ao nosso viu o Harrison Ford em pessoa passando por perto.

Whisky a Gogo, Hollywood
Rodeo Drive, Beverly Hills
Rodeo Drive, Beverly Hills
Rodeo Drive, Beverly Hills
Tour pelas mansões das celebridades, Beverly Hills
Rodeo Drive, Beverly Hills

De lá, fomos direto para a região do Staples Center, pois tínhamos ingressos para o jogo dos Los Angeles Lakers. Como tínhamos medo de pegar trânsito, decidimos almoçar lá pelo entorno do estádio mesmo.

Comemos no Hooters, um restaurante de rede, estilo sports bar, que é bem mais “família” do que muita gente imagina. Explico. É que quando falamos em Hooters, logo pensamos nas garçonetes bonitas e “gostosonas”, circulando com peitões siliconados, regatas decotadas e shorts curtíssimos. Isso existe mesmo e é daquele jeitinho que vemos nos filmes americanos. Mas, fora isso, é um restaurante normal, com comida gostosa, várias telas de LCD ligadas em canais esportivos, menu infantil, giz de cera e material para colorir para as crianças, cadeirão, tudo como uma diner americana normal.

É verdade que há bem mais homens que mulheres no restaurante. Mas fiquei prestando atenção no movimento e percebi que na maior parte do tempo eles estão ligados nos jogos que estão acontecendo e parecem já estar acostumados com o vai-e-vem de decotadas pelo bar, então, no geral, não rola um clima que poderíamos imaginar de “um monte de homem passando cantadas nas garçonetes”.

Lá dentro do restaurante vi várias famílias almoçando tranquilamente e uma delas, com dois meninos que deviam ter entre 8 e 12 anos, pediu que a garçonete tirasse uma foto com eles. Tudo sossegado.

No final, se não fosse por um coração desenhado com caneta e um “Thank you” no valor total da nossa conta, pertinho de onde escrevemos a tip, até teríamos pensado que estávamos em um restaurante “normal”.

Saindo do Hooters, cruzamos a rua para o Staples Center. Uma fila enorme de torcedores já havia se formado e de maneira muito organizada ia entrando no estádio. Na entrada, todas as bolsas e mochilas passam por um raio x, assim como quando embarcamos nos aeroportos. O segurança logo percebeu que tínhamos uma filmadora GoPro e falou que era proibido entrar com ela. Meu marido teve que voltar para o estacionamento e guardá-la no carro. A outra câmera da Sony e o Iphone entraram normalmente.

Staples Center

Então fica uma dica importante, caso queira assistir a algum jogo no Staples Center: é proibida a entrada com action cameras (tipo a GoPro), laptops e tablets. Já pensou se estivéssemos sem carro? Onde íamos guardar a câmera? E o pior é que no site deles, na época, eles nem informavam sobre as action cameras, só falavam dos laptops e tablets.

Entrando no ginásio, ganhamos uma camiseta preta, com a logo dos Lakers, que fazia parte de uma campanha para divulgar o novo uniforme do time, preto, batizado de “Hollywood Nights”. Até a Bela ganhou camiseta! Adoramos o presentinho e já fomos para a torcida a caráter.

Nossa torcedora no jogo dos Lakers
Os torcedores mais animados dos Lakers com a camiseta-brinde “Hollywood Nights”
Jogo dos Lakers no Staples Center
Na saída do Staples Center, com as camisetas que ganhamos de presente

O jogo era contra os Golden State Warriors e, como de costume, foi um verdadeiro espetáculo. Quem já teve o prazer de assistir a algum jogo nos Estados Unidos sabe do que estou falando. A torcida é animada, tem banda tocando ao vivo e muitas brincadeiras e atividades de interação com o público (distribuição de brindes, música, desafios) nos intervalos do jogo. Mesmo quem não gosta de esportes, tem tudo para se divertir muito na ocasião.

A nossa família curte muito esse tipo de programa. Já falamos sobre isso nesse link.

Se tem interesse em assistir a algum jogo nos Estados Unidos, a dica que deixamos é que compre os ingressos com antecedência, pois eles costumam esgotar rápido e, quanto mais a data se aproxima, mais caro vai ficando.

Dia 3

Nesse dia, fomos ao Disney California Adventure, que fica bem ao lado da Disneyland. O parque é uma delícia, mais vazio que o vizinho e tem uma área inspirada nas praias e píeres californianos.

Disney California Adventure, lá vamos nós!
Disney California Adventure
Disney California Adventure
Disney California Adventure
Disney California Adventure
Disney California Adventure

Eles também têm uma parte destinada ao filme “Carros”, da Pixar, com uma reprodução perfeita da cidade fictícia de Radiator Springs. Lindo e bem emocionante. Vez ou outra você encontrará a grande estrela Relâmpago McQueen ou o seu amigo Tom Mate passeando pelo parque. A criançada fica enlouquecida!

Radiator Springs, Disney California Adventure
Radiator Springs, Disney California Adventure
Radiator Springs, Disney California Adventure
Radiator Springs, Disney California Adventure
Radiator Springs, Disney California Adventure
O McQueen passeando pela Radiator Springs, Disney California Adventure

A área em homenagem ao filme Vida de Inseto também é uma graça. A escala gigante das plantas e objetos faz com que nos vejamos como pequeninas formigas transitando pelo lugar.

Disney California Adventure
Disney California Adventure
Disney California Adventure

Como falei logo acima, as dicas especiais sobre a Disney virão em um post separado.

Saímos do Disney California Adventure um pouco mais cedo, pois tínhamos ingressos para assistir a um jogo de hockey no gelo dos Anaheim Ducks. Chegando ao Honda Center, achamos estranhíssimo o fato de quase não haver movimento de torcedores. “Nossa! Eu esperava que a cidade ficasse mais animada com um jogo do time local”. Quando perguntamos a um segurança qual portão devíamos usar para entrar no ginásio, descobrimos que estávamos no lugar certo, mas no dia errado. O jogo só era no dia seguinte! Que mancada! Hahahahaha. Rimos muito das nossas caras de perdidos e fomos embora dali. Até conseguimos pegar de volta os 15 dólares que pagamos no estacionamento.

No Honda Center, no dia que não tinha jogo!

“É… Já que não tem jogo hoje e já vimos tudo o que dava para ver no Disney California Adventure, vamos para o píer de Santa Monica. Se formos agora, chegamos em tempo de curtir e ainda assistir o sol se pondo no Pacífico”.

E lá fomos nós.

O píer de Santa Monica é uma delícia. Tem um parque de diversões tradicional, com um charme meio retrô, vários restaurantes, lojinhas de souvenir e muita gente de bem com a vida curtindo o espaço. É ali que termina a famosíssima Route 66, que começa em Chicago (Illinois) e passa por 8 estados em seus quase 4 mil quilômetros.

Santa Monica Pier
Santa Monica Pier
Pôr-do-sol no Santa Monica Pier
Santa Monica Pier
Estacionamento do pier de Santa Monica. Olha só quem está ali em cima do carro!
Pier de Santa Monica, fim da Route 66

Passeamos, curtimos o pôr-do-sol e jantamos lá. A fila do Bubba Gump estava imensa, nos levando a uma agradável surpresa, o restaurante The Albright. O restaurante não tem menu infantil, nem lugar para troca de fraldas, mas com um jeitinho, dá para se adaptar. Para a Bela, pedimos um franguinho empanado com batatas e milho na espiga, mas quando o caranguejo chegou à mesa, o franguinho foi esquecido e ela só quis saber de caranguejar! Tem a quem puxar, essa pequena!

The Albright, Santa Monica Pier

Dia 4

No quarto dia, partimos outra vez para LA, onde curtimos a Calçada da Fama e o Chinese Theater. Dá para passar um dia inteiro curtindo aquelas redondezas.

Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame
Hollywood Walk of Fame

Almoçamos no Hard Rock Café que fica na Hollywood Boulevard. Meu marido é fã do sanduíche “The Texan” e tínhamos um voucher que dava direito a sobremesa grátis. Delícia!

Hard Rock Cafe – Hollywood Blvd.
Hard Rock Cafe – Hollywood Blvd.

De lá, fomos para o Griffith Observatory, olhar o letreiro de Hollywood “de perto” (ainda longe pra caramba). O observatório é lindo e de lá tem-se uma vista belíssima da cidade.

Griffith Observatory
Hollywood Sign
Hollywood Sign

Hoje sim, é dia de jogo dos Ducks! Então, depois de fazermos as fotos do letreiro, voltamos para Anaheim, rumo ao Honda Center.

O jogo dos Ducks contra o Colorado Avalanche foi inesquecível. Primeiro, porque era a despedida oficial do grande ídolo do time, o finlandês Teemu Selänne. O ginásio estava lotado de torcedores com a camisa dele e a despedida foi espetacular daquele jeito que só americano sabe fazer. Show de luzes, música, brilho e efeitos especiais. Antes da partida, um vídeo sobre a trajetória do herói no time. Espírito de gratidão entre os torcedores, com bandeirinhas finlandesas e cartazes de agradecimento. Tudo aquilo, por si só, já pagava o ingresso. Então, o que poderia acontecer para que a coisa toda se tornasse ainda mais empolgante? Os Ducks ganharem de virada, com gol do Teemu Selänne. E foi exatamente o que aconteceu! O público foi ao delírio! Momento absolutamente inesquecível. Àquela altura do campeonato, já éramos Ducks desde pequenininhos!

Jogo dos Anaheim Ducks!
Mascote dos Ducks
Go Ducks!

Apesar de ser um time relativamente jovem (de 1993), o Anaheim Ducks é um time que conta com uma torcida envolvida e apaixonada. É uma coisa bem bonita de se ver. Um fato curioso, é que sua história está ligada à Walt Disney Company (clique aqui para ver um pouco da história em português).

Saindo do estádio, fomos fazer a despedida das compras, pois no dia seguinte, precisaríamos partir relativamente cedo para o aeroporto. Então foi uma noite de Target e Walmart e, depois, de dar um jeito de fazer tudo caber nas malas e deixá-las pesando menos de 32 quilos cada. Depois de fazer esse milagre, tivemos a nossa última noite de sono na nossa linda suíte no Hilton Anaheim.

 

Há muito mais para fazer na região de Los Angeles

Temos muitos bons motivos para voltar a Los Angeles um dia. Claro que em 4 dias não conseguiríamos fazer tudo o que há de legal naquela região.

Ir a um estúdio de verdade, por exemplo, é uma das prioridades em uma próxima visita. Eu já tenho até o meu tour preferido: o da Warner, porque eu amo Friends e Harry Potter. Infelizmente, eles só aceitam crianças acima de 8 anos nesse, então tivemos que deixar essa atração imperdível para uma próxima oportunidade.

Também há a possibilidade de assistir a uma gravação de algum episódio de seriado ao vivo. Para ter uma ideia de como é, veja esse post da Cinthia Ferreira, do Spicy Vanilla.

Praia legal e com estrutura bacana é o que não falta. Na região metropolitana de Los Angeles há várias praias interessantes. Veja algumas dicas nesse link e nesse aqui.  Aqui tem dicas de praias kid friendly  e aqui uma lista das 10 melhores praias do sul da Califórnia (incluídas na lista algumas na região de San Diego) .

O Getty Center também é um passeio top de LA (cinco estrelinhas no TripAdvisor!).

Há ainda uma porção de outros parques temáticos, como o Universal Studios, o Knott’s Berry Farm e o Six Flags.

Esse relato faz parte de um roteiro maior, de 15 dias, pela costa oeste americana. Para ver o relato completo da viagem, clique aqui.