Dos Estados Unidos para o Canadá de ferry e de motorhome: como é a travessia de Port Angeles a Victoria

Depois de 4 dias incríveis em Seattle, era hora de voltar para o Canadá, onde ficaríamos mais uns dias em Victoria, depois em Vancouver e enfim voltaríamos para o Brasil, com uma paradinha em Toronto para conhecer as Cataratas. Saiba mais sobre o nosso roteiro completo pelos Estados Unidos e Canadá de motorhome neste link: http://pezinhonaestrada.com/2017/12/12/roteiro-pelo-canada-e-estados-unidos-de-motorhome-british-columbia-alberta-montana-idaho-e-washington-state/ .
Para voltar de Seattle para o Canadá, decidimos pegar o ferry que leva de Port Angeles, cidade que fica a umas três horas de Seattle, no estado de Washington, até Victoria, capital da British Columbia.
Essa linha do ferry é operada pela Black Ball Ferry Line e as tarifas para veículos estão detalhadas neste link: https://www.cohoferry.com/Fares .
A travessia dura 90 minutos e a quantidade de horários disponíveis por dia depende da época do ano. No verão, há pelo menos três horários disponíveis. No inverno, são dois horários.
No dia em que fizemos a travessia, nós perdemos o horário do ferry no qual tínhamos feito a reserva (12h45), então tivemos que esperar o ferry seguinte, que só partiria de Port Angeles às 17h15.

Se você for fazer esta travessia em alta estação, é recomendável fazer uma reserva antecipada para o seu veículo no site da Black Ball Ferry Line.

Se você estiver com tempo de sobra, no caminho de Seattle até Port Angeles há alguns locais interessantes para parada. Passamos por uma região indígena bem interessante e também nas proximidades de fazendas com campos de lavanda e da cidade de Forks (quem é fã da saga Crepúsculo, sabe bem o que isso significa).
Como perdemos o ferry, tivemos um tempinho para curtir Port Angeles.

Jamestown S'Klallam Tribe, em Washington State
Jamestown S’Klallam Tribe, em Washington State
Jamestown S'Klallam Tribe, em Washington State
Jamestown S’Klallam Tribe, em Washington State

Almoçamos na cidade e depois as crianças foram brincar em um playground na praia. Para os fãs de Crepúsculo, Port Angeles é a cidade maiorzinha onde Bella foi comprar vestido para o baile.

Local onde almoçamos, em Port Angeles.
Local onde almoçamos, em Port Angeles.
Tinha giz de cera e material para as crianças colorirem
Tinha giz de cera e material para as crianças colorirem
Cardápio do restaurante em Port Angeles
Cardápio do restaurante em Port Angeles
Cardápio do restaurante em Port Angeles
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry
Curtindo Port Angeles, enquanto aguardávamos o horário do nosso ferry

O ferry que conecta os Estados Unidos ao Canadá é muito limpo e organizado. Durante o percurso, quem está com veículo tem que sair do carro e subir para a área de passageiros. Tem restaurante e café a bordo e muitas áreas para sentar e apreciar a vista. A travessia é belíssima.

Motorhome devidamente estacionado no ferry
Motorhome devidamente estacionado no ferry
Ferry que faz a travessia Port Angeles (Estados Unidos) - Victoria (Canadá).
Ferry que faz a travessia Port Angeles (Estados Unidos) – Victoria (Canadá).
A Bela fazendo amigos no ferry
A Bela fazendo amigos no ferry
A travessia é linda
A travessia é linda
No ferry
No ferry
No ferry
Pôr-do-sol

Um pouquinho antes de chegar a Victoria, as pessoas que estão com carro precisam descer para o estacionamento dos veículos e esperar dentro do carro enquanto o ferry atraca, pois logo em seguida, os veículos já vão saindo, de forma bem dinâmica. O procedimento de imigração é realizado na saída do terminal de ferry, onde o oficial canadense da imigração pede os passaportes e vistos e faz aquelas perguntas de sempre nas fronteiras (para onde vamos, quantos somos, o que estamos trazendo no carro, quantos dias vamos ficar, esse tipo de informação)… Nem precisamos descer do motorhome.
O lado super positivo de termos perdido o ferry de meio-dia é que fomos brindados com um pôr-do-sol sensacional, apreciado de dentro do ferry. Momento inesquecível!
Enfim, estávamos em Victoria, capital da British Columbia, mas isso já é assunto para o próximo post.
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Agradecemos pela gentileza da Easysim4u, parceira da RBBV, por ter nos enviado como cortesia o chip e o plano (USA + Canadá) para que pudéssemos permanecer conectados, compartilhando todos os momentos desta roadtrip com os leitores do nosso blog.
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Pegando o motorhome em Vancouver e iniciando a rota rumo às montanhas rochosas canadenses (de Vancouver a Kamloops)

Para quem está acompanhando o roteiro completo da nossa viagem pelo Canadá e Estados Unidos de motorhome, esse post é referente ao terceiro dia de viagem. Neste dia, nós acordamos em Vancouver, no Century Plaza Hotel & Spa. Tomamos café da manhã na Breka Bakery, na Davie Street, pertinho do hotel. [Falei sobre o hotel e o café no post anterior.] Em seguida, levamos o Felipe ao pronto-socorro do hospital que ficava ao lado do nosso hotel (mas esse assunto merece um post à parte). De lá, seguimos para o hotel, fizemos check-out e partimos para Delta, uma cidade que fica na região metropolitana de Vancouver, para buscar o nosso motorhome na Cruise Canada.

Só para dar uma noção da distância, a Cruise Canada fica a mais ou menos 30 km do hotel onde estávamos, em Downtown Vancouver.

Quando chegamos à Cruise Canada, descobrimos que precisávamos ter agendado horário para fazer a retirada do motorhome. Mas o dia estava tranquilo lá e eles nos atenderam mesmo sem agendamento e quase de imediato. O atendimento lá foi frio, mas eficiente.

Cruise Canada
Fomos buscar o motorhome com a nossa mini-van alugada

Preenchemos a papelada, recebemos diversas orientações, assistimos a um vídeo que explica como funciona tudo dentro do motorhome (vídeo disponível em inglês, holandês, alemão, francês, espanhol e dinamarquês) e fomos, enfim, levados ao nosso veículo. Inclusive, quem quiser assistir ao vídeo antes no Youtube, pode assistir em casa e lá, na hora, “economizar tempo” e falar que já viu o vídeo. Nós já tínhamos assistido em casa, mas preferimos ver lá na salinha deles mais uma vez para relembrar como as coisas funcionam.

Gustavo vendo o filme da Cruise Canada

No motorhome, um funcionário fez um “tour”, explicou como tudo funciona, tirou nossas dúvidas e enfim recebemos a chave do que seria nosso carro e casa pelos próximos dias.

É bom sempre dar uma conferida em tudo no veículo antes de sair. Quando estávamos colocando as crianças nas cadeirinhas, por exemplo, fomos desmontar a mesa para o bebê conforto do Felipe encaixar no sofá e a peça metálica que segura a perna da mesa estava enferrujada. Quando puxamos a mesa para cima, veio um pedaço da peça na nossa mão. Por sorte, ainda estávamos dentro da Cruise Canada e eles fizeram rapidinho o reparo, trocando a peça enferrujada por uma novinha.

Uma coisa que descobrimos lá e que achamos super bacana sobre esse mundo dos alugueis de motorhome foi o esquema de doações de coisas que sobram da viagem. Basicamente, as pessoas que estão devolvendo o motorhome na agência costumam deixar tudo o que sobrou da viagem (detergente, papel higiênico, água, sabão em pó, comida…) para as pessoas que estão iniciando uma nova viagem. Conhecemos um casal de holandeses ali que nos presenteou com uma bacia enorme cheia de coisas e uns 15 rolos de papel higiênico em um pacotão fechado (eles calcularam muito errado a quantidade de papel higiênico que iam precisar hahahahahah). Ganhamos sal, pimenta, café, sabão líquido para roupas, detergente, um montão de coisas… Isso já ajudou a economizar bastante na nossa primeira compra lá.

E os demais viajantes, conforme vão chegando, vão deixando suas doações lá em um cantinho e quem tiver interesse, é só pegar e levar. Nós mesmos, quando voltamos da nossa viagem, deixamos um bastante de coisa de doação.

Pipo no bebê conforto
Bela no assento de elevação

Quando recebemos o motorhome, passamos toda a bagagem que estava no nosso carro alugado para o motorhome e fomos juntos, um veículo seguindo o outro até o aeroporto de Vancouver para devolver o nosso carro alugado (Sim! Estávamos com um carro alugado. Saiba mais sobre isso no post anterior).

Chegando ao aeroporto, eu fiquei no motorhome com as crianças, esperando em um posto de gasolina que fica próximo ao “Car Rental Return” do aeroporto, enquanto o Gustavo foi até a Avis para devolver o carro. Ele fez a devolução e voltou andando da Avis até o posto para encontrar conosco e seguirmos viagem. Foi tudo super tranquilo e esse “processo” não demorou mais do que 20 minutos. Para quem tem interesse em fazer um esquema semelhante, o posto onde ficamos aguardando fica neste endereço: 5111 Grant McConachie Way, Richmond, BC V7B 0A4.

De lá, fomos direto para o Walmart, para fazer umas comprinhas e abastecer a geladeira e a despensa do motorhome. O supermercado que fomos fica na 3585 Grandview Hwy, Vancouver, BC V5M 2G7. Dali, pegamos a estrada rumo a Kamloops, cidade onde pretendíamos fazer o primeiro pernoite.

Walmart em Vancouver.
Walmart em Vancouver. Quanta coisa de hockey!
Walmart em Vancouver. Quanta coisa de hockey!

No caminho, nós paramos na cidade de Hope para jantar. O lugar é uma graça, em meio às montanhas. Comemos no Olympic Flame, um restaurante grego bem gostoso. A comida estava saborosa e o atendimento foi muito caloroso e simpático com as crianças, que ganharam material para colorir e giz de cera.

Restaurante grego, em Hope
Restaurante grego, em Hope

Depois, pegamos a estrada até Kamloops, ponto que escolhemos para “quebrar” o longo percurso de Vancouver até Jasper, nas montanhas rochosas canadenses. Em Kamloops, dormimos em um ponto de descanso para caminhões e motorhomes, chamado Flying-J. Lá é tipo um posto de gasolina, com um restaurante Denny’s e um espaço de estacionamento bem grandão, pertinho da rodovia. Fizemos free-camping no estacionamento e foi tranquilíssimo. Só não foi mais tranquilo porque vez ou outra, durante a madrugada, passava um trem pelas proximidades que fazia uma barulheira e o motorhome vibrava. Parecia um terremoto. Rsrsrsrsrs. Fora isso, nos sentimos seguros e a localização, ao lado de um Denny’s e de uma loja de conveniência, foi bem prática. Vários outros motorhomes também faziam pernoite ali, ao nosso lado. O endereço desse posto é 175 Kokanee Way, Kamloops, BC.

Posto onde pernoitamos, em Kamloops
Posto onde pernoitamos, em Kamloops
Posto onde pernoitamos, em Kamloops
A bela dormindo no motorhome
Posto onde pernoitamos, em Kamloops. Nosso motorhome é o primeiro da direita.

No dia seguinte, acordamos, tomamos café da manhã no Denny’s do próprio posto e pegamos estrada rumo a Jasper.

Posto onde pernoitamos, em Kamloops
Café da manhã no Denny’s
Café da manhã no Denny’s
Café da manhã no Denny’s

Assim foi a nossa primeira noite dormida em um motorhome. Em breve, farei um post só para falar sobre o motorhome em si. O aluguel, os valores, o funcionamento da coisa toda…

Abastecendo o motorhome para pegar a estrada

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Vancouver com crianças: chegada à cidade, transporte do aeroporto até Downtown e hospedagem no centro

Dando continuidade ao relato do nosso roteiro pelo Canadá e Estados Unidos, hoje vamos detalhar um pouco da nossa experiência inicial em Vancouver. Depois, vou fazer um post separado com dicas sobre o que fazer na cidade e o segundo hotel onde nos hospedamos. É que essa parte da “diversão” em Vancouver, nós deixamos para os últimos dias do roteiro, depois de termos feito todas as outras cidades da nossa rota Canadá + Estados Unidos.

Nesse post, vamos falar sobre transporte em Vancouver, a forma como decidimos nos deslocar do aeroporto ao hotel e depois do hotel até o ponto de retirada do nosso motorhome, na cidade de Delta. Contaremos sobre o aluguel do carro no aeroporto e o que nos motivou a escolher essa forma de deslocamento. Também vamos dar uma dica de hospedagem bacana e econômica em Vancouver Downtown.

Só para ficar mais claro para quem não acompanhou nossas postagens desde o início, boa parte dessa viagem foi feita de motorhome, mas em Vancouver nós nos hospedamos em dois hotéis diferentes – um logo quando chegamos do Brasil e outro no final da viagem, quando fomos curtir e conhecer Vancouver durante alguns dias. O nosso voo foi São Paulo – Toronto – Vancouver, depois, na volta, Vancouver – Toronto (onde fizemos stopover) – São Paulo. Foi em Vancouver que pegamos e devolvemos o motorhome, na Cruise Canada.

Para quem está acompanhando o nosso roteiro completo, este é o dia 2 da nossa viagem.

No dia em que chegamos ao Canadá, depois de dois voos longos da Air Canada (um de quase 10 horas de São Paulo a Toronto e outro de pouco mais de 5 horas de Toronto a Vancouver), nós não fizemos muito planos. Reservamos esse dia para chegar de viagem, descansar no hotel, fazer umas comprinhas no centro da cidade (precisávamos comprar baterias para uma GoPro nova que seria usada na viagem) e ter uma ideia geral de Vancouver Downtown. No dia seguinte, pegaríamos o motorhome na Cruise Canada em torno do horário do almoço e começaríamos a nossa longa jornada pelo Canadá e Estados Unidos. Assim, não compensava encher esse primeiro dia de programação.

Aguardando o embarque em Guarulhos
Aguardando o embarque em Guarulhos.

Que bom que reservamos esse dia para descanso, pois a saída do nosso voo no Brasil atrasou bastante e perdemos a nossa conexão em Toronto. Acabamos chegando a Vancouver quase 5 horas mais tarde que o esperado. A previsão era chegarmos às 8h54 e chegamos lá às 14h04.

Aguardando o voo em Toronto
Aguardando o voo em Toronto.

Alugando um carro de última hora

Enquanto esperávamos o voo em São Paulo, no dia anterior, ficamos bem preocupados com a logística de transporte do aeroporto em Vancouver até o nosso hotel no centro da cidade.

É que quando estávamos saindo de casa em São Paulo, pedimos um Uber Bags e a nossa bagagem não coube dentro de um carro, pois o Uber que apareceu era um veículo Sedan. Terminamos tendo que chamar mais um Uber e dividimos a família em dois carros para irmos até Guarulhos. Éramos quatro pessoas, com malas grandes, um carrinho de bebê duplo e um bebê conforto, o que demandaria um carro bem espaçoso em Vancouver.

As crianças no carrinho duplo, enquanto aguardávamos embarque em Guarulhos. Esse carrinho é uma mão na roda.
As crianças no carrinho duplo, enquanto aguardávamos embarque em Guarulhos. Esse carrinho é uma mão na roda.

Ir de SkyTrain até Vancouver Downtown estava fora de cogitação, por causa das malas e das crianças pequenas. Pesquisei em alguns fóruns na internet e descobri que em Vancouver eles têm alguns táxis espaçosos, adaptados para cadeirantes, que dariam conta da nossa bagagem. Porém, as pessoas falavam que às vezes esses táxis demoravam um pouco para chegar. Como já estávamos cansados e a viagem ia durar bem mais que o planejado (àquela altura já sabíamos que perderíamos a conexão em Toronto e que tínhamos sido realocados em outro voo), decidimos alugar um carro grande no aeroporto de Vancouver.

Fiz então a reserva de última hora pelo site da Expedia na Avis, que era a locadora dentro do terminal do aeroporto com o preço mais em conta naquele momento. O preço foi camarada, talvez pelo fato de ter sido de última hora e eles terem o veículo lá sobrando.

Quando fizemos as contas, percebemos que alugar o carro só por um dia seria a opção mais cômoda e que em termos de economia, era uma opção de valor similar a andar de táxi pela cidade. Percebemos que o valor do aluguel de uma mini-van (carro enorme, que daria conta de toda a nossa bagagem com folga) + o valor do estacionamento do hotel, dava quase o valor do táxi do aeroporto até Vancouver Downtown e depois de Vancouver Downtown até a Cruise Canada, que fica na cidade de Delta, perto de Vancouver, onde pegaríamos o motorhome no dia seguinte. Só assim teríamos como ir buscar o motorhome de carro, passar toda a bagagem para o motorhome e depois sairmos juntos, cada um dirigindo um veículo, a caminho do aeroporto para devolver o carro na locadora e seguirmos juntos a viagem no motorhome.

Nossa bagagem muito bem acomodada no porta-malas do Dodge Grand Caravan.
Nossa bagagem muito bem acomodada no porta-malas do Dodge Grand Caravan.

O atendimento na Avis foi eficiente e rápido. O veículo alugado foi um Dodge Grand Caravan novinho e super confortável. Maravilhoso! Fiquei sonhando em ter um desses para mim. Nossa bagagem coube com folga no carro. As crianças adoraram todo o espaço que tinham dentro e as portas que abriam para o lado com o toque de um botão. Muito legal!

Depois de dois longos voos, a Bela continua toda animada, aguardando o carro na Avis do terminal do aeroporto em Vancouver.
Depois de dois longos voos, a Bela continua toda animada, aguardando o carro na Avis do terminal do aeroporto em Vancouver.

Para quem não conhece, esse veículo acomoda sete pessoas. Neste caso, com todos os assentos ocupados, o porta-malas fica pequeno. Mas quando os assentos da última fileira não estão sendo usados (nosso caso), é só rebater o banco traseiro e o porta-malas fica imenso!

Dodge Grand Caravan
Dodge Grand Caravan
O Dodge Grand Caravan é super confortável.
O Dodge Grand Caravan é super confortável.

Nós nunca alugamos GPS nas locadoras, pois sempre levamos o nosso próprio, que atualizamos com os mapas novinhos da América do Norte. Para navegação, também usamos bastante o celular, com o aplicativo Waze, que também dá uma noção do trânsito. O chip da Easysim4u funcionou direitinho, a partir do momento em que pisamos no Canadá. Bastou colocar o chip no celular, ativar o pacote de dados e começar a usar. Então já saímos do aeroporto com internet nos dois celulares, já que tínhamos um plano que permitia que um celular funcionasse como roteador para o outro.

Quanto às cadeirinhas para as crianças, também não alugamos, pois levamos o bebê-conforto do Felipe e o booster (assento de elevação) da Bela.

Dirigir em Vancouver foi muito tranquilo. As ruas são bem lisinhas, os motoristas são educados e o trânsito é tranquilo. Nos horários de pico, a coisa fica um pouco mais carregada, mas nada que não possa ser suportado. Se bem que nesse ponto não somos muito referência, pois estamos acostumados com o trânsito caótico de São Paulo.

Dirigindo pelas ruas de Vancouver.
Dirigindo pelas ruas de Vancouver.

Como se deslocar pela cidade

Mas vejam só, pessoal… A nossa escolha pelo aluguel do carro no primeiro dia foi só por causa de todos os motivos que expus para vocês ali em cima. Nos últimos dias da nossa viagem, nós ficamos em Vancouver “a pé”. O centro da cidade e a área mais turística são pequenos. Se você se hospedar em Downtown, dá para fazer boa parte das coisas a pé, de transporte público, de táxi, de bike ou de ônibus hop-on/hop-off. Os atrativos turísticos mais afastados, como a Capilano Suspension Bridge e a Grouse Mountain têm shuttle grátis partindo de Canada Place e da frente de alguns hotéis de Downtown. Então, dá para se virar perfeitamente bem sem carro. Infelizmente, quando estivemos lá, ainda não existia Uber na cidade e as negociações para liberarem o funcionamento do Uber estavam bem enroladas.

Assim sendo, se a sua dúvida é se Vancouver dá para ser bem visitada sem carro, SUPER DÁ! Aliás… É super gostoso caminhar pelas ruas da cidade e o transporte público dá conta do recado.

O primeiro hotel

O hotel onde nos hospedamos quando chegamos à cidade foi o Century Plaza Hotel & Spa, na Burrard Street. Gostamos muito do atendimento, da estrutura e da localização. Os quartos são um pouco antigos, mas tudo estava limpinho e organizado.

Quarto do Century Plaza Hotel & Spa.
Quarto do Century Plaza Hotel & Spa.
Os dois chegaram ao hotel assim. Derrubados.
Os dois chegaram ao hotel assim. Derrubados.

O nosso quarto era espaçoso, com duas camas de casal e tinha uma vista bonita para o centro da cidade. Pedimos um berço e eles colocaram. No quarto tinha sofá, tv de tela plana com muitos canais (inclusive canais infantis), telefone, mesa com cadeiras, cozinha completa com geladeira, fogão, microondas, pia e máquina de café. Banheiro espaçoso e limpinho.

Cozinha completinha.
Cozinha completinha.

O hotel tem wi-fi grátis, piscina coberta e aquecida, estacionamento (pago à parte – CAD 17 por dia), spa, salão de beleza, restaurante (o café da manhã não estava incluído), academia, bar.

A localização, na Burrard Street, é muito boa. Dá para ir caminhando para os principais pontos de Vancouver. O shuttle para a Capilano Bridge passa pertinho de lá. Muitos restaurantes e lojas no entorno.

Vista da janela no nosso quarto.
Vista da janela no nosso quarto.

Como o café da manhã não estava incluído no hotel, no dia seguinte tomamos café no Breka Bakey & Café, na Davie Street, que fica a dois blocos do hotel. Comida muito gostosa. Sanduíches no croissant deliciosos e caprichados, doces muito saborosos.

Primeiro rolê pelo centro

Quando chegamos de viagem, fizemos check-in, tomamos um banho e depois fomos caminhando do hotel até a Best Buy, que fica na Robson Street, pois precisávamos comprar baterias extras para a GoPro. São só 10 minutinhos de caminhada até lá. Essa rua é super movimentadas e repleta daquelas lojas que amamos. No mesmo prédio da Best Buy tem uma Winners, que é a TJMaxx/Ross do Canadá. De lá, passamos em um mercadinho para comprar água, uns comes e bebes e detergente para lavar os copinhos e mamadeiras do Felipe.

Depois das compras, fomos jantar em um restaurante indiano (quem acompanha o blog sabe que amamos comida indiana), que fica em cima de uma loja da grife Hermès. Ficamos com medo de subir até lá e os preços serem absurdos como os da loja que fica abaixo, mas o restaurante não tem nenhuma relação com a loja. Ufa! A comida no restaurante estava muito saborosa e o atendimento foi muito bom. O nome do lugar é Salam Bombay. Terminado o jantar, corremos para o hotel para dormir. Estávamos exaustos. Nessa época do ano, a diferença de fuso entre São Paulo e Vancouver é de 5 horas, então era como se estivéssemos acordados e batendo perna pelo mundo depois de uma hora da manhã.