Tibau do Sul e Pipa: um pouquinho dos encantos da orla do RN (parte 1)

Dunas, falésias, golfinhos, encontro do rio com o mar, gastronomia internacional, comida caseira gostosa, mar quentinho e tranquilo, mar legal para o surfe, bons hotéis e pousadas, sossego, badalação, diversos lugares para curtir um pôr-do-sol de tirar o fôlego, gente simples, simpática e hospitaleira, gente descolada e moderninha, solteiros, famílias, lojas e ruas coloridas e cheias de vida, estrangeiros, brasileiros, um lugar gostoso para deitar na rede e ficar quietinho… Tibau do Sul é assim: paradoxalmente linda e encantadora. Da badalação noturna da Praia de Pipa à tranquilidade de ficar deitado nas águas rasinhas e tranquilas da orla de Tibau (parece um espelho!), em poucos passos migra-se de um estado de espírito a outro. Aquele cantinho do Rio Grande do Norte é assim… Completo!

O melhor de tudo é que o município de Tibau do Sul, onde está localizada a praia de Pipa (Sim! Pipa fica em Tibau. Não são dois municípios diferentes como muita gente acha, não.), está estrategicamente localizado entre duas capitais nordestinas: João Pessoa e Natal. Assim, partindo de qualquer uma das duas, em cerca de uma hora você estará lá.

Como moramos longe da família, as nossas férias de fim de ano sempre são junto com eles, na nossa terra natal, João Pessoa (em breve, muitas dicas sobre JP no nosso blog). Sempre que podemos, aproveitamos também para matar um pouco da saudade de Pipa, que sempre fez parte da nossa história juntos.

Como chegar

Tibau do Sul fica a 80 km de Natal e a 150 km de João Pessoa. Em ambos os casos, deve-se pegar a BR-101 até a cidade de Goianinha e, de lá, pegar uma estradinha vicinal que vai até Tibau do Sul (saindo de Natal, BR-101 no sentido sul; saindo de João Pessoa, BR-101 no sentido norte). Aconselhamos que sejam muito cautelosos no trânsito, pois a estrada que vai de Goianinha a Tibau não é das melhores. Na verdade, ela é bem ruinzinha mesmo. Então sigam em segurança, com tranquilidade e sem pressa para chegar. Colocamos um mapinha no fim desse post para ajudar a visualizar melhor os dois caminhos.

Do centrinho de Tibau do Sul para Pipa é um pulo. 10 minutinhos de carro separam um lugar do outro.

Há quem vá até Pipa, partindo de Barra do Cunhaú ou Natal pela orla, pegando várias balsas no caminho para cruzar os rios. É necessário um veículo com tração nas quatro rodas e um motorista com experiência em dirigir na areia. Também é preciso ficar de olho na tábua das marés, ou o carro pode ser engolido pelo mar.

Hospedagem

Quando vamos a essa região, geralmente ficamos hospedados em Pipa. Já ficamos em várias pousadas diferentes e em breve faremos um post com mais dicas de hospedagem. Dessa vez, decidimos ficar em Tibau e valeu a pena!

Nos hospedamos no Hotel Tibau Lagoa e gostamos bastante. Achamos que oferece uma boa relação custo x benefício.

O hotel tem chalés duplos, triplos ou suítes para 4 pessoas. Os quartos possuem ar-condicionado, ventilador de teto, tv LCD, frigobar, telefone, música ambiente, cofre (paga-se uma taxinha para usá-lo). Banheiros com banheira com ou sem hidromassagem. No terracinho de cada chalé, uma mesinha com cadeiras e uma rede. Todos os quartos estavam limpos e cuidadosamente preparados para a nossa chegada, com toalhas com esculturas, mini-buquês de flores, florzinhas estrategicamente colocadas na pia do banheiro. Não tinha secador de cabelo nos apartamentos, mas era possível pegar emprestado com a recepção.

Nossos chalés no Hotel Tibau Lagoa
Bela amou as florzinhas deixadas pelo pessoal do hotel na nossa cama.
Frigobar no quarto. Hotel Tibau Lagoa.
Detalhe do quarto no Hotel Tibau Lagoa.
Buquê de florzinhas nos dá as boas vindas ao Hotel Tibau Lagoa.

Os chalés ficam cercados por jardins limpos e bem cuidados. Na área comum há internet wi-fi grátis (que às vezes funcionava também dentro dos quartos), sala de estar, sala de jogos, restaurante (cozinha portuguesa e brasileira), piscina, piscina infantil, bar molhado (não vimos ninguém atendendo lá, talvez porque o hotel estava com poucos hóspedes), estacionamento privativo gratuito e vigilância 24 horas.

Os funcionários eram atenciosos e prestativos. Café da manhã bom, talvez com poucas opções se compararmos a outras pousadas de mesmo porte no nordeste.

Localizado próximo ao centro de Tibau, a 5 minutinhos da orla (de carro).

Passeios

Orla de Tibau do Sul

Chegando a Tibau, siga as placas “Orla de Tibau” ou “Balsa”. Elas te levarão a uma parte da praia que é cheia de barraquinhas e com o mar mais calminho, por causa de umas pedras que impedem as ondas fortes de chegarem até lá. Se caminhar até a pontinha, em frente à barraca da Madalena, verá uma piscininha natural que se forma na maré baixa. É um verdadeiro espelho. Bem rasinho, maravilhoso para quem está com crianças pequenas. A Bela, na época com 2 anos e 7 meses, curtiu muito! E dá para ver vários peixinhos nadando em nossa volta. Delícia, delícia, delícia.

Praia de Tibau
Tibau do Sul
Bela e a vovó curtem a piscina natural em Tibau do Sul
Bela e a vovó curtem a piscina natural em Tibau do Sul
Mamãe e Bela aproveitam o espelhinho em Tibau do Sul. Lá no fundo, as dunas maravilhosas do Rio Grande do Norte.
Bela, a vovó e a mamãe se esbaldando nas águas quentinhas e tranquilas de Tibau do Sul.
A Bela livre, leve e solta no mar tranquilinho de Tibau do Sul.

Na barraca da Madalena, a mais bem localizada para quem quer ficar nessa parte do “mar-espelho”, encontramos preços ótimos. Para ter uma ideia, no dia anterior compramos cerveja na barraca da Portuguesa, na mesma praia, por R$ 9,00. Na da Madalena era R$ 4,50 (metade do preço pela mesmíssima cerveja de 600 ml!). Pedimos caranguejo no molho de coco, que estava custando R$ 3,00 (unidade). O pedido demorou bastante para ficar pronto, pois eles preparam tudo na hora! Mas vale muito a pena! Estava muito bem feito, gostoso, de bom tamanho, molho com muitas verduras e legumes. O prato veio acompanhado por pirão de caranguejo! Como eles preparam tudo na hora, recomendo que façam o pedido assim que chegarem e curtam muito a praia enquanto tudo é preparado. Quem já fez caranguejo sabe que eles demoram para cozinhar. Na barraca dela também tem refrigerante de litro que vem na garrafa de vidro (o mais gostoso e mais “sustentável”), sucos da fruta e um cardápio bem variado. Excelente relação custo x benefício. A nossa mesa era bem ao lado da piscininha natural onde a Bela brincava à vontade e fazia amizade com outras crianças que estavam por ali.

Caranguejos na Barraca da Madalena, Tibau do Sul.
Bela aguardando ansiosamente enquanto a vovó quebra o caranguejo pra ela.

Acho tão legal ver a Bela interagindo com outras crianças… Uma menininha espanhola se aproximou e começou a conversar com ela, que veio até mim toda contente:

“Mamãe, ela está falando inglês!”

“Não é inglês, filha. É espanhol.”

“Espanhol?!?!”

Então comecei a ensinar umas coisinhas básicas de espanhol para a Bela interagir com a coleguinha. Nem precisava. Em pouco tempo, elas já estavam lá brincando em alguma linguagem universal das crianças. Bem legal!

Ali bem perto ficavam uns brinquedos infláveis dentro da água (escorregador, entre outros), mas não usamos porque eram evidentemente mais apropriados para crianças maiores. Também há caiaques para alugar. É dali de perto que sai a balsa para cruzar o rio e ir até Malembá, a caminho de Natal.

Praia do Madeiro

A praia do Madeiro é uma coisa linda de se ver. Estando de frente para o mar, se você olhar para a direita, verá falésias. Se olhar para a esquerda, verá as dunas lá no cantinho. A praia é o point da turma jovem, com mar ideal para a prática do surfe.

Para chegar à praia, é preciso estacionar o carro na pista que liga o centro de Tibau do Sul a Pipa e descer uma escadaria imensa. Não contei quantos degraus eram, mas, de acordo com um moço que trabalha lá, são 150. De tirar o fôlego! Tem que descer com cuidado, devagarzinho e apreciando a vista. Com sorte, aparecerão saguis pelas árvores do caminho.

Ficamos no Bar do Jegue, que tem várias espreguiçadeiras na sombra. Os preços são bem mais altos que em Tibau, mas nada de outro mundo. Cerveja, só em lata. Achamos a comida boa, mas nada especial. Ficamos só nos ensopados (caldinhos) de caranguejo e camarão.

Bar do Jegue, na Praia do Madeiro

 

Na volta para o carro, quem ficou na Barraca do Jegue ganha banho de água doce de graça. Em outros casos, eles cobram uns dois reais por uma chuveirada rápida.

O visual da praia vale a visita.

Praia do Centro

Essa é a praia mais cheia da região, por ficar bem ao lado do centrinho de Pipa. Muita gente acaba achando que Pipa é só aquilo ali (muvuca), pois só fica nessa praia. Tem uma quantidade grande de barracas e, dependendo da época do ano, formam-se umas piscinas e as mesas ficam praticamente dentro d’água. A abordagem de vendedores ambulantes e pessoas oferecendo passeios é muito constante. Chega a ficar chato.

Não entendam errado. A praia é linda e tem barraquinhas legais, mas existem outras praias mais legais, que não podem deixar de ser visitadas.

Dali de perto saem passeios de barco para observação de golfinhos. Os organizadores dizem que se os golfinhos não aparecerem, devolvem o dinheiro.

Pipa.

Vale a pena provar o pastel de uma pastelaria que fica lá. Vários sabores de recheio diferentes, muitos de frutos do mar. Sempre peço o de arraia, que é muito bom.

Baía dos Golfinhos

A praia é belíssima e rodeada por falésias. Dependendo da maré, os golfinhos chegam bem perto dos banhistas. Às vezes eles acompanham os surfistas nas ondas. Uma coisa linda de se ver!

O acesso pode ser feito de algumas formas: em passeios de barco organizados (oferecidos nas pousadas, praias e pelas ruas de Pipa); caminhando pela praia na maré baixa, partindo da praia do Centro (15 a 20 minutos de caminhada – cuidado com as pedras). Também dá para ir partindo da praia do Madeiro, mas esse trecho tem mais pedras, é mais demorado e exige mais cuidado.

Praia do Amor

É um dos pontos preferidos dos surfistas e da turma jovem. Como também é uma praia de falésias, para acessá-la é necessário descer uma escadaria gigante (encontrando saguis fofinhos pelo caminho) ou pela praia, na maré baixa, tendo como ponto de partida a praia do Centro (cuidado com as pedras).

É na praia do Amor que fica a famosa Biblioteca da Praia.

Centro de Pipa

É a área onde ficam as lojinhas de souvenir e artesanato, boutiques, lojas de grife, restaurantes, pizzarias, bares, baladas, sorveterias… Nessa parte mais movimentada também há muitas boas opções de hospedagem. O colorido das ruas, a energia das pessoas, a atmosfera praiana… Tudo encanta!

O passeio nessa parte da cidade é legal a qualquer hora do dia, mas à noite ganha um brilho especial, pois quase tudo está aberto. Dá para ir tranquilo com crianças, mas as ruas com paralelepípedos e as calçadas (às vezes a ausência delas) irregulares são um estímulo a deixar o carrinho de bebê no hotel ou em casa.

Noite de Pipa.
Noite de Pipa.

No próximo post, falaremos um pouquinho sobre gastronomia e daremos algumas dicas de hospedagem na cidade.

Chapadão

O Chapadão é um mirante natural maravilhoso. A vista é linda e o acesso é fácil. Fica a mais ou menos 2 km do centro. Dá para chegar lá a pé, de carro ou bike.

Pôr-do-sol na Lagoa dos Guaraíras

A Lagoa dos Guaraíras é uma das primeiras coisas que o turista vê quando vem chegando ao município de Tibau do Sul. Fica no lado esquerdo de quem está chegando. Para apreciar a vista, há um mirante construído no portal de entrada da cidade.

 

Dizem que a lagoa já foi só de água doce e, por motivos naturais, hoje tem contato e se mistura com o mar.

O pôr-do-sol ali é belíssimo e a paisagem no entorno mistura água, barquinhos, dunas e falésias. Lindo, lindo, lindo!

Se não quiser ficar no mirante, pode escolher algum dos bares que ficam pela orla de Tibau e fazer um happy hour.

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Há muitos outros passeios e atividades para fazer em Tibau do Sul, Pipa e região. Passeios de barco, de jipe, de buggy, de quadricículo, aluguel de equipamentos esportivos, wake board, jet-ski, SUP…

Para mais informações, indicamos alguns sites:

http://www.pipa-brasil.com/br/info/pipa-tourist-information

http://www.pipa.com.br/

http://www.pipaaventura.com.br/

http://www.tibaudosul.com.br/

Para ter uma noção da localização de cada praia mencionada neste post, da BR-101 e das estradinhas vicinais que ligam Goianinha a Tibau do Sul e Pipa, segue um mapinha do Google Maps. Observação: A rota iluminada em azul é com o ponto de saída em
João Pessoa (A) rumo à praia de Pipa (B), passando por Tibau do Sul, depois de lá até Natal (C). Para ver as praias, dê um zoom na área do ponto B.

 

No próximo post, traremos mais algumas dicas sobre gastronomia e hospedagem em Tibau do Sul / Pipa.

 

Rio de Janeiro: roteiro de 4 dias na capital fluminense

Não tem como não ser clichê quando se fala do Rio de Janeiro. Sim! Ele continua lindo… A cidade é mesmo maravilhosa. Se não for a cidade mais bonita do mundo, deve estar entre as 10 mais, sem dúvida alguma. É difícil fazer foto feia no Rio. Nem precisa escolher muito o ângulo, basta clicar que sai coisa boa.

Nossa viagem ao Rio foi motivada inicialmente por um congresso. Todos os anos  acompanhamos o meu marido na viagem do congresso brasileiro da área dele e virou tradição familiar meus pais irem encontrar com a gente na cidade onde o evento está acontecendo. Assim, enquanto o marido vai ao congresso, eu e a Bela temos companhia para passear, além de ser uma oportunidade de matar a saudade sem ter que ser em São Paulo ou João Pessoa. Já fomos a Brasília, Salvador, Curitiba e, esse ano, foi a vez do Rio. Infelizmente meu pai teve um problema de saúde e não pôde ir dessa vez. Então fomos eu, meu marido, a Bela (2 anos e meio) e a minha mãe. Eu já conhecia o Rio. Fui quando tinha 16 anos. Para os outros três, foi a primeira vez na cidade.

Aeroportos

O Rio de Janeiro tem dois aeroportos: o Santos Dummont e o Galeão. O Santos Dummont fica mais próximo da parte turística da cidade, pertinho do centro, rodeado pelo mar. De um lado do aeroporto está a Ponte Rio-Niterói, do outro, o Pão de Açúcar. Já o Galeão é bem maior e fica um pouco mais afastado.

Pista do Aeroporto Santos Dummont. Créditos: Mario Roberto Duran Ortiz. http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/

Quanto à escolha sobre qual aeroporto é melhor, na prática, não vejo muita diferença. Eu escolheria sempre o que estivesse com oferta de passagens mais baratas. Mas… Aquela pista do Santos Dummont é um pouco mais charmosa e emocionante. Isso é!

Nós tivemos a oportunidade de conhecer os dois. Chegamos pelo Santos Dummont e voltamos pelo Galeão.

Chegando ao Aeroporto Santos Dummont, havia duas opções de táxi: o pré-pago (que ficava mais caro, mas não tinha fila) e o que rodava com o taxímetro ligado (ficaria mais barato, mas a fila estava imensa). Pegamos o do pré-pago e, confesso que não lembro o valor, mas ficou em torno de 50 a 60 reais a corrida até Copacabana.

Hospedagem

O congresso aconteceu em um feriadão de novembro, o que significa que a cidade estava lotada. Tentamos reservar o hotel usando diárias do clube Bancorbrás, pois meus pais tinham algumas diárias sobrando. Não rolou. Todos os hotéis estavam lotados. Decidimos então fazer a nossa estreia no mundo dos apartamentos alugados: usamos o Airbnb pela primeira vez!

Alugamos um apartamento que ficava a poucas quadras da praia de Copacabana, pertinho da estação de metrô Cardeal Arcoverde e do Copacabana Palace. Padaria, farmácia, mercadinho, restaurantes… Tinha de tudo por perto.

O apartamento tinha um quarto com cama de casal, uma sala com uma cama extra e uma  cama auxiliar que ficava guardadinha embaixo dessa segunda cama. Televisão, ar-condicionado no quarto e na sala/cozinha, cozinha americana completa, banheiro. Tudo limpinho e organizado. O proprietário do apartamento foi super atencioso e a comunicação com ele foi sempre rápida e eficiente. Tivemos total flexibilidade de horário de check-in e check-out (entramos bem mais cedo e saímos mais tarde que os horários usuais em hotéis).

A foto ficou escura porque a cortina estava fechada, mas o apartamento é bem iluminado.

Gostamos muito da experiência de ficar em apartamento e com certeza vamos continuar usuários assíduos do Airbnb.

Caso vá fazer a sua primeira reserva do Airbnb, disponibilizamos um código que dá desconto de algo em torno de R$ 67. O código é amoura17 ou, se preferir, pode usar esse link quando for fazer a sua primeira reserva: https://www.airbnb.com.br/c/amoura17?s=3&i=1 .

Primeiro dia

Depois de chegar ao aeroporto Santos Dummont, de manhã bem cedinho, fomos ao apartamento deixar as bagagens. O porteiro do prédio já estava avisado da nossa chegada e tínhamos um código para abrir a porta do apartamento (o proprietário enviou para o meu e-mail na noite anterior). Tudo super tecnológico e seguro.

Deixamos a bagagem, vestimos nosso look de praia e pegamos um táxi até Ipanema. Fomos para o Posto 8, local onde fica um espaço chamado de Ipabebê (em frente à Rua Joaquim Nabuco e ao Hotel Fasano). Já tinha ouvido falar bastante sobre esse espaço e estava bem curiosa para conhecer e saber como funciona.

O Ipabebê é uma área especialmente criada para crianças de até 5 anos. É uma área cercada, na areia da praia, com escorregador, castelinho, casinha e outros brinquedinhos típicos de playground. O espaço foi instalado por um grupo de pais que se conheceram por acaso ali pelo Arpoador. Eles se uniram, criaram uma associação sem fins lucrativos e através de doações e contribuições mensais voluntárias dos associados montaram um espaço para lazer e integração das crianças.

Ipabebê
Estacionamento de carrinhos no Ipabebê

O espaço é público, o que significa que pode ser usado por qualquer criança com menos de 5 anos. As regras para uso do espaço estão abaixo:

Não sei se é por causa do Ipabebê, mas esse pedacinho da praia de Ipanema / Arpoador é bem família. Bem em frente ao Ipabebê fica um super estacionamento de carrinhos de bebê. Várias famílias na praia, crianças com baldinho e brinquedinhos de areia… Achei o espaço uma delícia e a paisagem é linda! O único ponto não tão legal dali é o fato de o mar não ser calminho. Como em quase todas as praias do Rio de Janeiro, as ondas são fortes, então, para quem está com crianças bem pequenas, o banho de mar é mais complicado. Ah! A água é gelaaaada!!! Para quem vai do nordeste, a temperatura da água assusta um pouco, mas para o pessoal do sul e sudeste, que já está acostumado com banho de mar frio, não é nenhuma novidade. Confesso que é até gostoso para refrescar no calorzão que faz por lá. A Bela adora entrar no mar, seja ele gelado ou quentinho, então ela aproveitou bastante ficar na beirinha do mar de Ipanema. Ela estava radiante de felicidade. Já fazia um bom tempo que não íamos à praia, então ela curtiu bastante junto com a mamãe e a vovó.

A minha Garota de Ipanema
Biscoito Globo, mamãe!

Nesse trecho da praia, nós encontramos cadeiras de praia para alugar e guarda-sol (um par de cadeiras + um guarda-sol por R$ 15). O pessoal que alugava as cadeiras também vendia refrigerantes, água e cerveja. Ambulantes circulavam vendendo os tradicionalíssimos biscoitos Globo, pastéis, picolés e outros comes e bebes.

Depois de curtirmos bastante na praia, decidimos juntar as tralhas todas (bolsas, toalhas, brinquedos de praia, carrinho de bebê), tomamos uma chuveirada de águia doce ali ao lado do Ipabebê e fomos caminhando até a pedra do Arpoador, que divide as praias de Ipanema e Copacabana. Como o sol estava muito forte (TORRANDO), não tivemos disposição para subir na pedra, então voltamos para a avenida principal para pegar um táxi até o Forte de Copacabana (dá para ir andando até lá, mas o calor estava insuportável, então decidimos pegar um táxi).

Sombrinha boa!
Praia de Ipanema
Praia de Ipanema

Foi nesse momento que descobrimos que boa parte dos taxistas no Rio de Janeiro decide quando aceitar ou não uma corrida, dependendo do lugar para onde você vai e da sua cara. Descobrimos inclusive que eles não gostam de levar quem vem da praia, por medo de molhar os bancos ou encher o carro de areia. Tentamos parar uns 10 táxis e todos nos ignoraram solenemente. Até que finalmente um parou e perguntou “Vocês não estão molhados não, né?” e nos levou até o forte. Ele mesmo tratou de nos explicar que é difícil conseguir alguém que pare para a galera que vem da praia.

A entrada no Forte de Copacabana custa R$ 6 (estudantes e maiores de 60 anos pagam meia-entrada). É um passeio que vale a pena. A vista que se tem da cidade é linda. Dá para ver toda a praia de Copacabana. Lá dentro fica o Museu Histórico do Exército, que é bem interessante e uma filial da tradicional Confeitaria Colombo, o Café do Forte, onde decidimos almoçar.

No Forte, apreciando a vista da praia de Copacabana
Forte de Copacabana
Forte de Copacabana

A fila de espera na Confeitaria Colombo era grande, mas o esquema era bem organizado. Você deixa o seu nome na fila e passa o número do celular. Quando sua mesa estiver pronta, eles mandam uma mensagem para o seu celular. Isso dá alguma liberdade para explorar o museu e os demais espaços do forte enquanto sua vez de ser atendido não chega.

Galera do SUP em Copacabana
Copacabana vista do Forte
Apreciando a vista do Forte de Copacabana

No cardápio da Confeitaria, pratos típicos de café da manhã e chá da tarde, salgados, bolos e pratos leves para refeições como almoço e jantar (alguns tipos de massa, omelete, saladas, sanduíches).

Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana
Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana
Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana

Saímos do Forte bem cansadas, querendo banho e siesta, então fomos encontrar o papai, que já estava voltando do Congresso, no apartamento.

À noite, fomos dar uma volta pela praia, pertinho do apartamento, naquela região do Copacabana Palace. Jantamos no Maxim’s. Pedimos paella e estava saborosa. O cardápio deles é bem variado. Frutos do mar, carnes, massas, saladas, feijoada… Voltamos caminhando. Na volta para o apartamento, compramos milho cozido em um carrinho que ficava na frente do Bob’s da Rua Barata Ribeiro, pois a Bela não comeu muito bem e se a fome batesse mais tarde, o milho era uma boa, já que ela curte muito. Também compramos umas coisinhas de café da manhã e água no mercadinho que fica ali perto.

Segundo dia

Como nesse dia o meu marido decidiu que não iria ao Congresso e sairia para passear com a gente, decidi que esse seria o dia de fazer o filé mignon do Rio (o oba-oba, o must see). Decidi colocar em um mesmo dia o Corcovado e o Pão de Açúcar. Fiquei super na dúvida se valeria a pena fazer os dois passeios no mesmo dia, se daria tempo… Enfim, decidi que sim e, sim, valeu a pena!

Compramos os ingressos para as duas atrações antecipadamente pela internet: http://www.ingressocomdesconto.com.br/corcovado/ e http://www.guicheweb.com.br/bondinho/ . E se tem uma dica que eu acho que vale a pena seguir é: compre os ingressos pela internet! As filas nos atrativos são imensas, então evite ter que entrar em mais uma.

Compramos ingressos para o trem das 11 horas no Corcovado. Assim, precisaríamos estar lá às 10:30. Quanto mais cedo for o passeio (pela manhã), melhor, pois a temperatura lá em cima estará mais amena. Compramos às 11, porque era o horário que ainda estava disponível, mas se tivesse ainda mais cedo, teria comprado.

Fomos até o Corcovado de táxi. Chegando lá, trocamos os vouchers da internet por ingressos e nos informamos sobre o horário e ponto de saída do trem. Como ainda faltava muito tempo para o nosso embarque, fomos para uma pracinha que fica ao lado da Estação Cosme Velho. Lá tinha um playground onde a Bela ficou brincando até o horário de irmos para o portão de embarque.

A subida até o Corcovado de trem é uma delícia. O trem passa pelo meio da floresta, que faz parte do Parque Nacional da Tijuca. Há muitas jaqueiras pelo caminho. O trajeto dura cerca de 20 minutos, com algumas paradas pelo caminho (só é para descer na última!). Em uma parada, vendedores entraram no trem para vender água mineral. Em outra, entrou um grupo de samba, que subiu até a próxima parada, animando os turistas. Antes de descerem, eles passaram o chapéu para as pessoas deixarem gorjetas.

Família Pezinho na Estrada no Rio de Janeiro!
Cristo Redentor
A turistada no alto do Corcovado
Escadas rolantes para ajudar na subida e descida – Cristo Redentor

Chegando à parada final, descemos todos do trem. E continuamos a jornada até o Cristo Redentor pelas escadas. Haja degraus! Vale destacar que há elevadores, mas a fila para eles estava grande, então optamos por subir a pé mesmo. Estávamos com carrinho de bebê, daqueles que fecham como guarda-chuva. Nessa hora, fechamos o carrinho e o papai subiu com ele. A Bela subiu todas as escadas andando no chão, sozinha! Uma mocinha crescida, companheirinha de aventuras!

Chegando ao topo, é o momento de admirar a paisagem, fazer muitas fotos e agradecer a Deus pela maravilhosa oportunidade de estar ali, vivendo aquele momento inesquecível.

Na volta para o trem, uma longa fila nos aguardava, boa parte dela debaixo do sol. Vale a dica de nunca esquecer de passar protetor solar no Rio de Janeiro (mesmo nos dias sem praia) e de sempre andar com algumas garrafinhas de água mineral. O calor é quase insuportável.

Embora a fila parecesse bem longa, ela andou rápido. Pegamos o segundo trem que passou.

Tínhamos boas indicações para almoçar no Maya Café, ali mesmo, pertinho da estação Cosme Velho, no bairro das Laranjeiras. Não fomos, mas as indicações no TripAdvisor são boas: http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g303506-d2512884-Reviews-Maya_Cafe-Rio_de_Janeiro_State_of_Rio_de_Janeiro.html . Então fica a dica para quem quiser fazer uma boquinha por perto.

Decidimos pegar o táxi até o Botafogo Praia Shopping, que fica bem no meio do caminho entre o Corcovado e o Pão-de-Açúcar. A praça da alimentação desse shopping fica no último andar e alguns restaurantes ficam na área externa, com uma linda vista para Botafogo. Até pensamos em comer em algum desses restaurantes, mas o calor era tão grande, que a praça da alimentação, com ar-condicionado, pareceu mais paradisíaca, então ficamos lá mesmo e comemos no Viena.

Ainda lá, compramos roupa com proteção UV para a Bela, em um quiosque da Litoraneus, que não tem loja em São Paulo. Fica a dica para quem precisa comprar esse tipo de roupa.

Pegamos um táxi em frente ao shopping e seguimos para pegar o bondinho para o Pão de Açúcar. Lá, embora as filas sejam imensas, é tudo muito bem organizado. Fomos encaminhados diretamente para a fila preferencial, por estarmos com carrinho e criança de colo. No guichê, trocamos o voucher da internet por ingressos e continuamos em direção ao bondinho. As filas são sempre grandes, mas elas fluem rápido.

O passeio é dividido em dois trechos. O primeiro, sobe do “térreo”, na Praia Vermelha, ao Morro da Urca. No Morro da Urca você encontrará uma boa infraestrutura para receber visitantes. Restaurante, lanchonete, lojinhas, toaletes com trocador, etc. De lá, siga pela via verde até o ponto de partida do segundo bondinho, que leva do Morro da Urca ao Pão de Açúcar. A via verde é um caminho sombreado por imensas árvores, dentre as quais, muitas jaqueiras, onde, com sorte, você verá macaquinhos e saguis. É bem mais fresquinho andar por ali que debaixo do sol.

Morro da Urca. A Bela dormindo na sombra.
Via Verde, no Morro da Urca. Caminho sombreado que leva até o bondinho do Pão de Açúcar.
Bondinho

Tanto no Pão de Açúcar como no Morro da Urca, você terá vistas incríveis de 360 graus da cidade. Tudo é lindo. O Rio de Janeiro é mesmo uma cidade abençoada nos aspectos naturais, geológicos, paisagísticos… Certifique-se de que todas as câmeras e baterias estão carregadas e com bastante memória livre, pois tanto o passeio do Corcovado, como o do Bondinho, rendem inúmeras fotos fantásticas.

Vista do alto do Pão de Açúcar
Bondinho

O carrinho foi super útil nesse passeio! A Bela esteve acordada no Corcovado, mas dormiu no táxi do shopping ao Bondinho e continuou dormindo durante todo o passeio ao Pão de Açúcar. O que seria de nossos braços, nossas colunas e nossa liberdade de movimento de tivéssemos que carregar no colo uma criança de 14 kg durante todos os trajetos (e filas!)? Por isso, mesmo se seu filho for um pouco mais velho, não hesite! Leve o carrinho. Mesmo que ele não goste de ficar nele, o carrinho serve para acomodar mochilas, bolsas, equipamentos de fotografia, sacolas, água. E quando a criança dormir, direto para o carrinho!

Dormindo no bondinho. Eternamente grata a quem inventou o carrinho de bebê.
Dormindo no Pão-de-Açúcar

Saindo do Bondinho, fomos direto para o apartamento. Estávamos bem cansados, então tomamos banho e compramos pizza na Domino’s que ficava na esquina do nosso apê e comemos em casa mesmo. A noite foi para descansar e recuperar as energias para o dia seguinte.

Terceiro dia

Para o terceiro dia, tínhamos planejado tomar café da manhã no Parque Lage, mas acordamos um pouco mais tarde que o esperado, então comemos no apartamento mesmo. Saindo de lá, fomos de táxi até o Parque Lage.

Palacete do Parque Lage
Famílias fazendo piquenique no Parque Lage
Aquário do Parque Lage
Uma das entradas/saídas no aquário do Parque Lage
Playground no Parque Lage

O parque é uma coisa linda de se ver. Aos pés do Corcovado, a vista para o Cristo, olhando de dentro do Palacete da Escola de Artes Visuais, é fantástica. O palácio é belíssimo. Lá dentro, muita gente se espremia para tomar o famoso café da manhã. Muita gente com criança, muitos carrinhos de bebê. No passeio pelo parque, muita área verde, famílias fazendo piquenique, playgrounds e um aquário bem diferente, que parecia escondido em uma gruta. Uma delícia de passeio. Se estiver com tempo livre, dá para passar o dia inteiro lá. A entrada é gratuita.

Parque Lage
Palacete da Escola de Artes Visuais, no Parque Lage
Vista maravilhosa do Palacete no Parque Lage. Ao fundo, o Corcovado e o Cristo Redentor.
Café da manhã no Parque Lage

De lá, pegamos um táxi para seguir até o Jardim Botânico. Se preferir ir de ônibus, o Jardim fica a apenas alguns pontos do Parque Lage.

O ingresso do Jardim Botânico custa R$ 7 (entrada grátis para crianças de até 7 anos e adultos com mais de 60 anos residentes no Brasil ou outros países do Mercosul) e o pagamento só pode ser feito em dinheiro. Assim que entramos, a Bela estava com um saquinho de pipocas que compramos em frente ao Parque Lage na mão. O segurança chegou junto e alertou que por ali há muitos macacos prego e que eles podem ficar agressivos quando veem alguém com comida. Para não tomarmos uns bofetes dos macacos, guardamos a pipoca e seguimos passeio. E não é que tem um monte de macacos lá mesmo? A Bela ficou absolutamente encantada com os bichos passando de um lado para o outro, bem pertinho da gente.

Jardim Botânico
Macaco prego no Jardim Botânico
Jardim Botânico

Para pessoas maiores de 60 anos, portadores de necessidades especiais com um acompanhante e gestantes, há carros elétricos para visitas ao Arboreto. O agendamento é gratuito e deve ser feito no Centro de Visitantes. Veja mais aqui.

Almoçamos no café La Bicyclette, perto do Lago das Tartarugas e do Espaço Tom Jobim, do lado de fora do Arboreto. No cardápio sanduíches, quiches, saladas, pratos leves e sempre um prato do dia (na ocasião, era salmão com arroz e batatas).

Chegando ao La Bicyclette
Calor + sono + suquinho no La Bicyclette
La Bicyclette

O Jardim Botânico é absolutamente encantador. Limpo, bem cuidado e organizado. Um ótimo passeio para fazer em família. Só não ficamos mais tempo por lá, porque estava muito quente. Por causa do calor, também cancelamos o passeio que tínhamos programado para o horário pós-almoço: pedalar na Lagoa Rodrigo de Freitas (ali pertinho do Jardim). Uma pena… Queria muito ter feito esse passeio, mas é preciso saber entender quando o nosso corpo chega a um limite. A Bela já estava chatinha de tanto calor e sono. Era hora de voltar para o apartamento para banho e cama!

Para quem puder fazer o passeio pela Lagoa, a dica é pedir ao taxista para ir ao Parque dos Patins. Lá tem aluguel de bicicletas, pula-pula, lanchonetes, barraquinhas… Falam muito bem de um quiosque de comida árabe, que fica por ali: http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g303506-d1062325-Reviews-Arab_da_Lagoa-Rio_de_Janeiro_State_of_Rio_de_Janeiro.html .

No fim da tarde tive uma emergência médica e precisei ir junto com o meu marido a um Pronto-Socorro. Minha mãe ficou com a Bela no apartamento. Resolvemos o problema rápido e retornamos.

Depois de descansarmos no apartamento, decidimos jantar à noite lá em Copacabana mesmo. Comemos na La Trattoria Rio. O lugar é apertadinho, escondidinho, nem acreditamos que era mesmo lá. Quando entramos, a casa estava cheia, aparentemente com muitos clientes assíduos, que já conheciam bem os garçons. Fomos muito bem atendidos, o serviço é rápido e a comida estava deliciosa. A especialidade da casa são os pratos ao funghi tartufado. Achei uma boa relação custo x benefício.

Quarto dia

Para o último dia, eu tinha programado um passeio pelo centro da cidade. Arcos da Lapa, Biblioteca Nacional, Theatro Municipal, Museu Nacional de Belas Artes, Museu Histórico Nacional, Confeitaria Colombo, Escadaria Selaron e um almoço no bairro de Santa Teresa, se preferência, no recomendadíssimo Aprazível. Ufa! Hahahahaha. Era muita coisa para um dia só. E como era um domingo, algumas coisas estariam fechadas. Ah! Claro que alguns desses a gente só ia ver a arquitetura do prédio por fora, fazer umas fotos e deixar para conhecer o atrativo em uma próxima visita. Enfim… Não rolou. O meu marido decidiu que queria ir à praia, pois no dia que fomos a Ipanema ele estava no Congresso. Claro! Decidimos acatar o pedido e fomos. Eu nunca digo não para praia.

A princípio, decidimos ir a Copacabana mesmo, pertinho do Copacabana Palace. Quando chegamos à metade do caminho de areia, desistimos. Infelizmente havia muito lixo na areia. Muito mesmo. Não sei se tinha acontecido algum evento ou se é porque aquele trecho de praia é daquele jeito mesmo. Pegamos um táxi e fomos outra vez ao Posto 8, Ipabebê. O dia estava nublado, mas a Bela ainda aproveitou bastante.

Praia de Ipanema
Praia de Ipanema

De lá, voltamos para o apartamento, arrumamos as malas, tomamos banho e saímos para almoçar. Gostamos tanto do La Trattoria Rio, que decidimos voltar lá, mas, no meio do caminho, vimos um restaurante bem charmosinho chamado Charleston Bubble Lounge. Decidimos comer por lá. Não gostei muito da comida, nem do atendimento. Me arrependi de não ter seguido para a despedida dos pratos ao funghi tartufado da tratoria. Pode ter dado alguma zebra no dia que fomos lá, mas, no nosso grupo, a opinião foi unânime: não gostamos do Lounge.

Charleston Bubble Lounge

Depois do almoço, fomos ao apartamento pegar a bagagem e seguir de táxi rumo ao Galeão. Era hora de voltar para casa.

A viagem é tão bacana e tem tanta coisa legal para fazer no Rio de Janeiro, que prometemos que voltaríamos com mais frequência para lá, já que fica tão pertinho de São Paulo.

Veja abaixo um mapinha do Google Maps com alguns dos principais pontos de interesse citados no nosso roteiro.

Passeios que gostaríamos de ter feito e não fizemos:

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

Museu Histórico Nacional.

Arcos da Lapa (Aqueduto da Carioca):  No momento, o bonde que passa em cima do aqueduto não está funcionando, pois entrou em fase de manutenção em decorrência de um acidente. Falam que reabrirá em 2015. Ficamos na torcida, pois falam que é um passeio bem bacana pelo bairro de Santa Teresa.

Confeitaria Colombo do Centro.

Escadaria Selarón.

Fazer uma refeição no muitíssimo bem falado Aprazível.

Museu Nacional de Belas Artes.

Pedalar na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Assistir a algum jogo de futebol no Maracanã.